Arquivodomingo, 1 de março de 2015

TESTINT, TESTING… (4)

T

SÃO PAULO (amanhã, balanço) – Acabou a pré-temporada. Com Bottas na frente em Barcelona, McLaren cheia de problemas de novo, Mercedes simulando endurance e Ferrari sonhando com algo melhor que no ano passado. E Nasr animado, mas realista: a Sauber é para andar no meio do pelotão. E Vettel igualmente pés no chão: Mercedes lá na frente, Red Bull, Ferrari e Williams no segundo escalão. Amanhã...

15 ANOS HOJE

1

SÃO PAULO (long and winding road) – Eu não tinha a menor idéia, para ser honesto. Mas nesta semana, pelo Facebook, o moleque apareceu e perguntou: dia 1° de março não faz 15 anos do Grande Prêmio? Eu não falava com ele havia alguns meses. E descontado esse breve papo de meses atrás, havia muitos anos. Nada muito espantoso, para quem conhece. Teve um dia que ele foi de ônibus, sei lá, para a...

DUAS EM UMA

D

SÃO PAULO (coisa estranha…) – A Truck abriu a temporada hoje em Caruaru com uma novidade no regulamento. Uma corrida vale duas. É meio esquisito, mas é assim: a primeira parte da prova tem resultado independente, mas a corrida não acaba, os brutos seguem na pista e uma nova corrida começa, e a segunda parte da prova tem outro resultado independente. Seria mais fácil, talvez, fazer...

FOTO DO DIA

F

Maurizio Arrivabene, Esteban Gutiérrez, Massimo Rivola e mais um ferrarista nas arquibancadas de Montmeló, em protesto contra a decisão de Bernie Ecclestone de diminuir a quantidade de credenciais para paddock neste ano. Vai bem, meu amigo Arrivabene. Contra a chatice já!

 

CRIANÇAS OU AVÓS?

C

SÃO PAULO (o passado, lamento, era melhor) – A discussão sobre qual F-1 é mais legal, a de hoje ou a de tempos distantes, não chega a ser nova. Imagino que nos anos 90 se tinha saudade dos 60. Imagino, não. Tínhamos, sim. É normal. Mas o saudosismo e a nostalgia não devem ser predominantes nessa discussão. A questão é: antes era bom e hoje é ruim? Sem saudosimo, sim. Antes era bom, e hoje é...

SEM O #1

S

SÃO PAULO (bom, e daí?) – Acho que todo mundo já sabe, mas é bom reforçar. Pela primeira vez desde 1994, não teremos um carro número 1 no Mundial de F-1. Hamilton preferiu ficar com o #44, e suas explicações estão aqui.
Em 1994, o campeão Prost não correu e por isso a Williams foi de #0 (para Hill) e #2 (para Senna).
A F-1 já teve #96? E #69? se algupem lembrar, manda que publico a foto.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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