Arquivosegunda-feira, 9 de março de 2015

GRID FECHADO

G

SÃO PAULO (who?) – Roberto Merhi, 23, espanhol, será o segundo piloto da Manor Marussia . Foi confirmado hoje pela equipe, que terá no outro carro o inglês Will Stevens. Não é, assim, a melhor dupla do mundo. Merhi vem da World Series. Terminou o último campeonato em terceiro. Carlos Sainz Jr. também vem de lá. É uma boa categoria de acesso, não muito diferente da GP2 e da GP3. Com Merhi...

ANTIGAMENTE (2)

A

SÃO PAULO (chamuscado) – Da série iniciada sábado, que tal essa de um reabastecimento da Lotus com Emerson só acompanhando tudo pelo retrovisor? Não consegui identificar a pista, nem o ano — 1972 ou 1973, evidentemente. Os dispositivos de segurança são um cara com um extintor velho observando atentamente o trabalho do cara com o galão e uma espécie de anteparo sobre a cabeça do piloto...

TÁ ATRASADO

T

SÃO PAULO (haja correria) – Hoje é dia 9 de março, Interlagos ficou fechado por todo o mês de fevereiro e nada foi feito. As obras necessárias para as reformas dos boxes, ampliação do paddock e construção do novo prédio de administração e nova torre de controle são volumosas, demoradas e caras — 160 milhões de reais, dinheiro já liberado pelo governo federal, valor que inclui a...

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (tem jeito, ainda) – Simpaticíssimo e-mail enviado pelo João Vitor Stuchi Mendes, que reproduzo para os amantes das aves: Olá grande Flavio. Já um tempo que não te mando nada. Então lá vai. Este Lockheed da foto, um T33, nosso primeiro caça a jato, estava esquecido nos fundos do museu da TAM em São Carlos (existe um outro modelo exposto lá dentro, impecável; penso que, talvez...

ENROSCO

E

SÃO PAULO (encrenqueiro?) – Giedo van der Garde está a fim de confusão, mesmo. Foi à Justiça na Austrália pela vaga de titular da Sauber e na véspera da abertura dos treinos em Melbourne sairá uma decisão. Nasr e Ericsson correm risco, por que não? Mas é uma insanidade. Imaginem se o holandês consegue ganhar a causa. Como fica o clima dele com a equipe? E se — três batidinhas na...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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