Arquivoquinta-feira, 12 de março de 2015

GACHOT WHY?

G

SÃO PAULO (voltas, dá este mundo) – Acho que todo mundo conhece a história. Em meados de 1991, o belga (que nasceu em Luxemburgo e tinha 200 nacionalidades) Bertrand Gachot, piloto da Jordan, se envolveu numa briga de trânsito em Londres. Meteu gás paralisante no rosto de um motorista de táxi e foi preso. A Jordan fazia sua primeira temporada na F-1 com um carro lindo, verde, patrocinado...

ANTIGAMENTE (4)

A

SÃO PAULO (cuidado com as migalhas) – Pilotar dá fome. Sir Jackie Stewart, precavido, fazia um lanchinho antes de ir para a pista. Não sei qual é a pista. Alguém arrisca? É a penúltima foto das que selecionei daquele manjadíssimo e-mail cheio de fotos antigas — e curiosas — da F-1 dos anos 70.

E AGORA?

E

SÃO PAULO (que rolo) – Bom dia, para quem acordou agora. Se não sabe ainda, fique sabendo: na madrugada, a Justiça australiana rejeitou o apelo da Sauber e mandou a equipe cumprir o que tinha acordado com Giedo van der Garde. Se virem, disseram os magistrados. Por que, afinal, assinaram com três pilotos?, perguntaram depois, indignados. O tribunal foi implacável e a defesa da Sauber...

MANOR F1 2015

M

SÃO PAULO (acho que é isso) – Aparentemente este será o nome do carro da Manor Marussia, apresentado hoje (!) em Melbourne. Will Stevens e Roberto Merhi vão pilotá-lo neste ano. Pelo menos é o que se imagina. Esse carro, na verdade o do ano passado com uma ou outra alteração para se adaptar às ligeiras mexidas no regulamento, nunca andou na configuração 2015. Era bem ruim, todos se lembram...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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