Arquivosegunda-feira, 23 de março de 2015

DIGA SEU NOME

D

SÃO PAULO (na dúvida…) – A McLaren avisou que a passagem de Alonso para a Malásia foi emitida, e que ele corre em Sepang. Se passar por um exame médico. “Diga seu nome”, perguntará o doutor. “Miguel de Cervantes”, responderá Fernandinho para se livrar do previsível vexame da McLaren — na fornalha de Sepang, desconfio que se os carros conseguirem sair dos...

ESTRANHO

E

SÃO PAULO (conta alta) – Juro que não sei se está no contrato de Felipe Nasr, mas o fato é que o brasileiro não faz o primeiro treino livre em Sepang. No seu lugar anda o jovem Raffaele Marcello, 20 anos, piloto do programa de desenvolvimento da Ferrari. Que, provavelmente, vai pingar uns caraminguás na conta da Sauber — a não ser que, por contrato, também, a Ferrari tenha direito a...

EM SEBRING

E

SÃO PAULO (sensacional) – Mas o grande feito brasileiro do fim de semana foi mesmo a vitória de Christian Fittipaldi (em trio com João Barbosa e Sébastien Bourdais) nas 12 Horas de Sebring. É o primeiro piloto do país a conquistar a corrida, uma das mais tradicionais dos EUA. Parabéns para ele, outro piloto que soube se reinventar várias vezes na carreira.

EM GOIÂNIA

E

SÃO PAULO (deu certo) – A história da corrida em duplas da Estoque pegou. O cartel de 66 pilotos ontem em Goiânia era muito bom, com 14 deles já tendo passado pela F-1 (incluindo um campeão, Villeneuve), e muitas atrações midiáticas — como um Prost e um Senna na mesma equipe, a volta/despedida de Ingo, Nelsinho, Di Grassi e muitos outros. O público encheu o autódromo e a corrida foi...

NA BAHIA

N

SÃO PAULO (só vendo) – Recebi o release da CBA semana passado e repasso, quase na íntegra. Depois comentamos. A cidade de São Francisco do Conde (BA), localizada a 56 km de Salvador, viveu um dia de festa na última terça-feira (17) com o lançamento da pedra fundamental do Autódromo Internacional da Bahia, mais novo complexo destinado a prática do esporte a motor do Brasil. O local terá a...

O QUE SERIA?

O

SÃO PAULO (olá) – Ayrton Senna faria 55 anos sábado passado, 21 de março. E o Grande Prêmio perguntou a várias personalidades do automobilismo nacional e internacional o que eles acham que Ayrton teria feito da vida, se não fosse o acidente de 1º de maio de 1994. Muitos acham que ele estaria ainda ligado às pistas. Outros, que poderia até estar correndo. Há aqueles que acham que estaria bem...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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