Arquivosexta-feira, 27 de março de 2015

JUQUERI

J

SÃO PAULO (endoidou) – A última do Bernie: vencedor marca só dez pontos e o pole, outros dez. Mas o pole não larga na pole, mas sim no meio do pelotão.
Interna.

SOME QUESTIONS

S

SÃO PAULO (semana que vem a gente apura) – Em novembro de 2012 falamos pela primeira vez aqui de Curvelo. A cidade fica a cerca de 150 km de BH e lá seria construído um autódromo. Na verdade, mais que isso. Um complexo esportivo etc e tal que tem, como grande novidade, um condomínio residencial chamado “Casa de Pista”, anexo ao circuito. Isso existe bastante nos EUA, condomínios...

PERUAS NA PISTA

P

SÃO PAULO (bem-vindas de volta) – A Volvo já participa da V8 Supercars na Austrália com o sedã S60. Vai com ele até o fim do ano que vem. Mas em 2017 o regulamento vai permitir novas carrocerias. E, aparentemente, os suecos pretendem colocar a wagon V60 para correr, revivendo o estouro das peruas 850 no BTCC em 1994 — preparadas por Tom Walkinshaw. A categoria australiana também vai...

FOTO DO DIA

F

A Ponte da Amizade, entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, no Paraguai, completa hoje 50 anos. Rafael Vefago mandou a foto do dia da inauguração e perguntou: quantos DKWs? Vejamos: dois Candangos capota-de-aço, uma Vemaguet e um Belcar.

SEPANGOLAS (1)

S

SÃO PAULO (o sono, ah, o sono…) – OK, sem desculpas. Foi de madrugada, dormi, acordei e dormi de novo, e por isso o atraso. Apenas uma satisfação. Treino de sexta em geral é chato, mas havia a curiosidade de ver Alonso, especialmente. E querem saber? No fim das contas ficar a 2s7 da Mercedes de Hamilton no segundo treino não chega a ser um desastre. Comandante Amilton não andou pela...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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