BUMERANGUES (5)

B

boooooo4SÃO PAULO (comentem aí!) – A abertura da temporada 2015 da F-1 da Depressão teve 11 carros chegando ao final. Onze. E 15 largando. Quinze. E tem gente que acha que estou exagerando. Que sou saudosista. Que não aceito os novos tempos. Que sou refratário à beleza da tecnologia aplicada à categoria. Que fico implicando com o barulho dos carros.

Bonitões, implico com o mau espetáculo. Com a escassez de carros. Com a falta de empolgação. Com a ausência de disputas. Com a previsibilidade do resultado. Com o tédio da madrugada.

Bem, vamos ao GP da Austrália. Com pouca gente na pista, a largada foi razoavelmente tranquila. Mas o safety-car já foi acionado na primeira volta. Maldonado foi tocado por Nasr (que fora espremido por Raikkonen) e acabou no muro. O brasileiro da Sauber largou muito bem, diga-se. Apareceu em sexto logo de cara. Lá na frente, todo mundo se manteve onde estava: Comandante Amilton na ponta, Rosberguinho atrás, Massa na sequência.

Mas o grid ficava cada vez mais magro. Só para lembrar, deveriam ser 18 largando. Acontece que Bottas, que comeu tatu na véspera, não pôde correr, vetado pelos médicos. No caminho para o grid Kvyat quebrou o câmbio e Magnussen explodiu seu motor. Prontos para largar, mesmo, 15 carros. Com a batida de Maldonado logo na largada, sobraram 14. No fim da primeira volta, Grojã abandonou com problemas elétricos. Ficaram 13.

E foi com esses 13 gatos-pingados que na terceira volta houve a relargada e a prova começou para valer. Nasr passou Sainz Idade rapidinho e assumiu o quinto lugar. A Mercedes sumiu na frente.

Aí a corrida ficou um tempão sem que nada relevante acontecesse. Assim, dá tempo de falar um pouquinho sobre as novidades da TV Globo…

Algum gênio na emissora, por esses dias, teve a ideia de… inovar. Vamos inovar! Vamos revolucionar! Vamos quebrar tudo! Como? Ora, ora, é fácil! Só chamar uns atores, usar o estúdio da Fátima Bernardes, chamar um DJ (putz, tem até um que foi piloto, olha só que gênio eu sou!), colocar algum atleta ou ex-atleta de outro esporte e chamar alguma mulher gostosa (putz, tem até uma que pilota carros de corrida, olha só que gênio em dobro eu sou!). Faremos uma espécie de “Esquenta” (Regina Casé não deve ser descartada) ou “Corujão”, ou “Caldeirão”! Só precisa pedir para o Luciano tomar cuidado com as camisetas…

E foi mais ou menos isso que fizeram. Enfiaram uma multidão no estúdio, o trio responsável pela transmissão, mais a pilota, os atores, o ex-jogador de vôlei, o ex-piloto que virou DJ. Não sei se tinha mais alguém, num determinado momento abaixei o som e fiquei apenas com as imagens, porque, sinceramente, não dava.

Nas redes sociais, a Grande Inovação virou a “balada vip do Galvão”. O horror, o horror. O cara do vôlei, não sei direito quem era, veio com o indefectível “eu gostava muito quando tinha o Senna, mas depois que ele morreu não acompanhei mais”. As opiniões dos atores, sério… O que esses caras têm de realmente importante para falar numa transmissão de F-1? Cadê as informações que realmente importavam, tipo caso Van der Garde, ausência de Bottas, problemas da McLaren, impossibilidade da Marussia de ligar os carros, estreia do Nasr, estado de saúde de Alonso, primeira corrida de Vettel na Ferrari? Assunto, jovens, não faltava.

Mas que nada, dane-se isso tudo, o negócio é ver o Boesel colocar uns discos na picape, os atores darem seus palpites, depois mostrar os “bastidores” da transmissão com o narrador e os dois comentaristas diante de telas de TV com microfones na mão. Isso sim é legal. Afinal, a F-1 precisa seduzir um público novo!, bradou o Grande Gênio que concebeu a Grande Inovação.

Gente, se essa patacoada seduziu alguém que nunca tinha visto uma corrida na vida, corto os pulsos — para não dizer outra coisa. Esse festival de bobagem não atrai ninguém e só deixa aqueles que gostam do negócio com raiva, muita raiva de ser tratado como um débil mental. Foi, disparado, a coisa mais ridícula que a emissora oficial fez desde que começou a transmitir corridas, na década de 70.

Mas vai ter gente lá que achou genial, certeza.

globoesquisita

Bem, voltemos à corrida. Ali pela volta 13, momento ternura de Button, se defendendo de Pérez. Isso, claro, na briga para não ficar em último — no caso, em 13º, lembrem-se que era isso que tínhamos na pista, 13 carros. Se tocaram, claro. Pérez se saiu pior. O esforço de Jenson para não ser ultrapassado foi comovente, de verdade.

Com 17 voltas, Raikkonen foi aos boxes abrindo a primeira janela de pit stops. Na verdade, sua primeira janela. Parou cedo, colocou pneus macios e indicou que faria outra parada — a maioria partiu para um pit stop, apenas. Era o sexto. Voltou em 11º, na frente de Button. O pneu traseiro esquerdo meio que se recusou a participar da prova, mas acabou sendo convencido pelos mecânicos de que era legal e tal. A demora acabou jogando o finlandês lá para trás.

E a corrida se arrastava previsivelmente sem emoções, com pouquíssima gente na pista, todos espalhados pelos mais de 5 km do Parque Alberto. Uma tristeza. Hamilton e Rosberg desapareceram de todos, mas Nico, em nenhum momento, esboçou algum ataque. Outra tristeza.

Na volta 22, box para Massa, que colocou pneus médios. De terceiro, caiu para sexto. Sua briga era com Vettel, o quarto colocado, que o escoltava desde o início — também sem tentar ataque nenhum. Tião Italiano foi para o box na volta 25. E a Ferrari fez a lição de casa direitinho, devolvendo-o à frente de Felipe, o da Williams, que perdeu tempo atrás de Ricciardo quando voltou do pit stop. Na 26ª, Hamilton fez sua troca. Tudo tranquilo no quartel alemão, zero susto. Rosberg veio na sequência e, igualmente, tomou um cafezinho e voltou onde estava.

Kimi era o único com estratégia para duas paradas, entre aqueles que estavam brigando por alguma coisa. Por isso, tinha de abrir uma boa vantagem para Nasr e Ricciardo, com quem teoricamente brigaria no fim. Nasr era o sétimo, atrás de Verstappinho, que ainda não tinha parado.

E depois dos pit stops a prova seguiu num ritmo sonolento, esperando apenas pela segunda visita de Raikkonen aos boxes, que poderia mudar algo. Na volta 34, o jovem Max estourou o motor, deixando a corrida com 12 na pista. Doze carros, pouco depois da metade da prova. De chorar.

Lá pela volta 40, Ricardão encostou em Felipe II. Raikkonen parou na volta 41 para seu segundo pit stop. Voltou em quinto. Nasr seguia em sexto, na boa, segurando o sorridente australiano da Red Bull. Mas foi só sair do box e Raikkonen parou. A roda traseira esquerda, a mesma que atrasou sua primeira parada, não foi devidamente presa. E o time avisou o finlandês pelo rádio. Um abandono deprimente para o piloto, que fazia uma boa corrida.

Bom para Nasr, que recuperou o quinto lugar. E foi assim até o final, sem que Ricardão conseguisse se aproximar do brasileiro do Banco do Brasil.

G.P. AUSTRALIA F1/2015

Hamilton ganhou, claro, sem suar o macacão. “Não precisei andar muito rápido”, disse, depois da prova. Nico foi o segundo, sem ter tido, em nenhum momento, uma atitude que indicasse que queria lutar pela vitória. Vettel fechou o pódio, começando bem sua trajetória na Ferrari. E na sequência vieram os dois Felipes, Massa e Nasr. Para o primeiro, o resultado não foi excepcional. Um pódio era o que ele esperava, mas quando ficou atrás de Sebastian, ali permaneceu. O segundo, da Sauber, tinha muito a comemorar. O quinto lugar representou a melhor estreia de um brasileiro na história da F-1 — antes dele, Wilson Fittipaldi fora sétimo na Espanha, em 1972, e Chico Serra conseguira também um sétimo no GP dos EUA/Oeste de 1981, em Long Beach. Fecharam a zona de pontos Ricciardo em sexto, Hülkenberg em sétimo, Ericsson em oitavo (acabou indo muito bem, a Sauber), Sainz Jr. em nono (também estreando com pontos) e Pérez em décimo. Button foi o único que terminou sem pontuar. Onze viram a quadriculada. Onze.

(Parêntese. Ao ver Jenson receber a bandeirada em 11°, Alonso, deitado na enorme cama king size da maior suíte de sua bela casa na Espanha, tocou o sininho para chamar a governanta e pedir o café da manhã. A estratégia estava traçada desde as primeiras voltas da corrida, quando Magnussen abandonou em meio a um denso fumacê. Assim que a governanta entrou, Fernando a chamou de Stefano Domenicali. Mas señor Fernando, yo soy Magdalena!, disse a governanta. Alonso continuou: Stefano, querido, vamos falar sobre meu contrato? Magdalena imediatamente telefonou para os médicos, que neste momento estão com o piloto na enorme suíte escutando uma estranha cantilena, Fernando dizendo que se chama Adrilles e que só fala com o Bial no confessionário. Um dos médicos já ligou para Ron Dennis avisando que talvez para o GP da Hungria dê para contar com ele.)

Nasr foi um destaque, sem dúvida. Mas é bom ir devagar com o andor antes de elevá-lo à condição de novo Senna, ou algo parecido — o que será feito nos telejornais, naturalmente. Foi uma corrida sem carros, praticamente. Dois que chegariam à sua frente, Raikkonen e Bottas, não chegaram porque o primeiro ficou com a roda solta e o segundo, nem correu. A Lotus igualmente não participou da corrida — Maldonado bateu e Grosjean quebrou na primeira volta. Ericsson também pontuou em oitavo, o que mostra como esse GP da Austrália foi fraco. E a Sauber aproveitou as circunstâncias para pontuar bem com seus dois carros.

Felipe II começou com o pé direito, claro, e mostrando serviço — o que é essencial para qualquer piloto. Largou muito bem, o que definiu seu resultado, e teve segurança e firmeza para andar na frente de Ricciardo quando houve uma ameaça de briga. Está de parabéns. Mas a moleza de Melbourne não será o padrão da temporada toda. De qualquer forma, conseguiu algo que nenhum brasileiro tinha conseguido até hoje, um quinto lugar na estreia. Não é pouco.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

398 Comentários

  • Mais um bom motivo para assistir somente na sportv. Só fui assistir a corrida hoje pela manhã e me neguei a ver de madruga neste formato, desliguei a TV quando vi que estava passando algo nada a haver com a corrida.

  • -Alguém deveria mostrar ao Nasr a estreia do Webber em 2002. Quinto lugar na Austrália, em uma corrida de vários abandonos por causa do acidente entre Ralf e Rubens. Grande impressão causada, e nenhum ponto o restante da temporada. O nível de ruindade da Sauber não é tão grande quanto o da Minardi, mas o carro não parece lá essa coisas em comparação com os outros, e é um que não tende a evoluir muito durante a temporada, dada a pindaíba do time. Com McLaren e Marussia na jogada, com certeza deverá voltar a marcar pontos, mas seu lugar habitual será a disputa pela 10ª posição, por ali.
    -Hamilton não terá essa facilidade toda a temporada. Falo doalgumas corridas. seu companheiro de equipe, mas espero que Ferrari e Williams consigam lhe causar problemas, pelo menos em
    -A Red Bull tem que se livrar desses motores Renault de qualquer jeito.

  • O que é ruim sempre pode ser piorado….Além desses carros silenciosos e sem graça, de toda baboseira tecnológica que nunca vai servir para nada agora temos de aguentar o fiasco da transmissão. A quem interessa a opinião de atores e jogadores de vôlei? Meu esporte é o automobilismo e não correr atrás de bolas ou admirar atores bobalhões. E o Boesel então? Para bancar o bobo desse jeito a coisa deve estar muito ruim. Um horror para os entendidos, a categoria virou uma penitência para que curte o bom automobilismo. O Galvão acabou de eleger Nasr o melhor piloto brasileiro de todos os tempos, cuidado. Felipe, o burocrático, fez o que tem feito de uns tempos para cá, anda como o carro permite, não arrisca nada e acelera feito aluno de escola de pilotagem que acelera e freia nos cones de orientação. Vamos descobrir uma categoria que pilotos apareçam mais que a pilotagem seja valorizada e que a Globo não estrague tudo.

  • Sobre a transmissão da Globo, sei lá…vou em muito com a opinião do Pedro Henrique Marum do Grande Prêmio….é uma ideia interessante, mas que foi executada de forma errada! Bia Figueiredo ainda vá lá, mas Marcelo Anthony????
    Thiago Rodrigues??? o Thiago nem sabe falar “Hamilton” direito (ou fui só eu que entendeu ele dizer RÃMILTON)…e o Giba sem comentários (Já encheu o “GibaNeles”, será que já é o nome artístico dele?), senti um Boesel constrangido (mas tb pq ele foi aceitar o convite?) e o Galvão (que já foi grande narrador…) perdiiiido, no meio do rádio do Massa ele listando os 10 comentaristas das Olimpiadas, fora o resultado de UFC….Afffff

    Vou dizer o que acho: Dá pra fazer aquele tipo de transmissão, mas existe o jeito certo e o jeito errado.

    O jeito certo é com informações direto do grid, entrevistas com os pilotos e chefes de equipes, ex-pilotos que estão lá e tal, análise da corrida e do campeonato, e se tiver convidados, que seja pessoas identificadas com o automobilismo e não pq o cara fez um piloto numa novela…podem até invocar o passado, falando como no caso da Austrália, que decidiu o campeonato de 86 com o Mansell se estrupiando no final, o acidente do Schumacher com o Hill em 94 e tal….Mas não desse jeito que eles fizeram….

  • Só pq era de madrugada, não precisava fazer algo tão trash assim! Me deu vergonha alheia e um pouco de medo dos olhos esbugalhados do Galvão. Que foi aquilo gente? A corrida já foi aquela “beleza” e aquilo que a Globo fez, só colaborou para estragar ainda mais.

    Único destaque disso tudo foi mesmo Felipe Nasr, apesar de ainda não dar para saber qual o desempenho real da Sauber, mas me parece que acertaram mesmo no carro e o piloto é bom.

    Galvão:
    – Toca Queen, We are the Champions!
    Boesel:
    – Não… Elton John!

  • Já virou consenso, pra não dizer clichê, que a vergonha alheia tomou conta durante a transmissão da corrida. Não bastasse o incômodo pela situação ridícula em que a categoria se encontra, Galvão e cia. não ajudam nem pouco com esses convidados inoportunos/sub aproveitados. Por isso, ciente das baboseiras que estavam por vir, tratei de colocar fones e acompanhar a transmissão da rádio Band News. Desculpem-me a propaganda gratuita, mas a equipe comandada por Odinei Edison dá uma lavada na transmissão da Globo e da SporTv, muito mais informativa e divertida sem parecer forçada e não tapa o sol com a peneira, como gosta de fazer Galvão, querendo vender emoção a despeito da situação escancarada. Não fosse o monopólio da globo, nem a falta de credibilidade de que deve desfrutar a band depois do episódio da Indy, seria bem melhor se a emissora paulistana cuidasse dos direitos de transmissão da F1, desde que deixasse a equipe da rádio à frente. Um sonho mais distante ainda é o Grande Prêmio virar canal de TV e fazer o serviço certo. Um xeque para investir seus petrodólares na agência Warm Up seria muito mais útil do que promovendo o GP de Abu Dhabi. Abraços.

  • Das transmissões que já vi (Portugal, Inglaterra), a brasileira é de longe a pior. Fico até com raiva quando o Galvão corta o Reginaldo e tenta diminuir a importância dos comentários dele. Não sei com o Regi aguenta.

    • Sim,Alisson,a transmissão da Sport Tv de Portugal é boa e não tem as firulas da Globo.Vi as corridas de Singapura e Japão ano passado lá e valeu muito a pena.O que estraga na Globo são 3 coisas:cornetagem,patriotada e distorção dos fatos.

  • Essa história de central da F1 é boa, mas com alguns ajustes:
    1 – Nada de levar quem não sabe sobre F1 ou, no mínimo, automobilismo;
    2 – Nada de perguntar o entrevistado se ele gosta de MMA;
    3 – Nada de parar a corrida, ainda que esteja previsível, para perguntar o entrevistado e deixando a corrida em tela pequena. O som do comentário basta. Eu quero ver corrida.
    4 – Nada de colocar a corrida em tela pequena para mostrar a família do Nars em brasília, por favor. Faça isto depois.

    Quanto a corrida, eu gostei. Aliás, eu gosto de todo tipo de corrida.
    Coitado do Alonso, possivelmente ficará sem pontuar a temporada toda. Ele terá que ter cabeça fria para ajudar a equipe e não ficar reclamando.
    Boa sorte ao Nars (tem bom ritmo de corrida e não errou em nenhum momento) e ao Massa.

  • Terminarem 11 não é tanto problema, pois antigamente havia muitos abandonos e eram meio frequentes corridas onde terminavam 10 carros ou menos.
    Tristeza foi ver só 15 largando.

    Pior ainda foi ver a tela dividida ao meio para ver a cara do Marcelo Anthony

  • Confesso que não imaginava que a Globo seria capaz de piorar o que eu considerava “impriorável”. Parabéns para a Globo que conseguiu se superar. Quanto à corrida….sei lá prefiro ver corrida de carrinho de rolemã. Só o Nasr foi bem, lembrando que outros com condições melhores não terminaram ou não correram. Posição natural de Nasr deveria der 10º algo assim. Mas parabéns a ele que soube aproveitar bem e guiou com segurança.

  • kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Eu tou rindo à toa!!!

    Eu e o Felipe Nasrsrsrsrsrs!

    Dos 11 carros que chegaram apenas 1 não pontuou: McLata.

    Chegou em… último! Amonso deve estar em estado de choque!

    Eu avisei: vou rir muito do último este ano.

    Volta Amonso!

    Incrível com esse cara é zicado, azarado, carmado, marketeiro discarado, enfim, aonde ele chega destrói o time. Ano passado a McLaren foi 2º e 3º na Austrália! É o preço do mau caratismo.

    Já o Ve44el, bom, esse nasceu pra ser campeão. Incrível a aura que carrega. Quando era da Toro Rosso ganhou corrida quando nem a Red Bull conseguia. Quando foi pra Red Bull bateu todos os recordes da F1. Foi só sair da Red Bull que essa parece que perdeu o ímpeto. E foi só chegar na Ferrari que andava ferrada em tempos de Amonso que a Scuderia renasceu. Pódio na 1ª corrida, ou campeão do GP dos mortais.

    Vou rir demais esse ano. A diversão está só começando!

    Alle Luia!

  • Pior de tudo não foram os comentários. Pior foi ter a tela dividida. Você compra uma TV de 32 polegadas, HD, tira o som e vai ver a corrida. E dividem a tela para mostrar o Galvão e a transmissão ao mesmo tempo. Na minha TV a Fórmula 1 ficou com cerca de 14 polegadas. Meu computador tem tela maior. E ver no SporTV foi ridículo. Minutos antes de começar a transmissão em horário alternativo, mostram um resumo da prova. Obrigado por nada, grupo Globo. Streaming aqui vou eu.

    • Mas cara vc vai assistir reportagem de Esporte antes da corrida dá nisso, claro que iam noticiar o resultado da corrida kkkk. Eu só fiquei ligado se a transmissão do VT não iria adiantar alguns minutos pq desconfiei que iria passar o resultado no sportv news.
      Fora isso o VT foi bem completo e ficou menos ruim que assistir pela globo pelo visto, pq quando comecei a ver na madruga já vi que o programa iria ser tudo menos F1 e desliguei.

  • Vi agora a f1 no sportv, tinha deixado gravando o f1 com esquenta, do Galvão. Que merda, ainda bem que não fiquei acordado pra ver essa bosta. É a f1 padrão Chupez, ralezada dominando o mundo…
    Se sem convidados a transmissão já é ruim, deixam passar um monte de coisa, com convidados fica uma merda generalizada.
    Fora Galvão.
    Renault andando pra trás, Williams, equipe pequena sem piloto reserva, Ferrari sem nada demais… Rosberg apático. F1 sem Alonso é uma merda, rs!

    • “F1 sem Alonso é uma m…, rs!”

      Concordo em gênero, número e grau. Estou torcendo pela volta do “Eneonso” (nove anos sem título), já na Malásia… se ele não “jogar a toalha”.

      Se o espanhol voltar, a diversão estará garantida!
      Força, Alonso!

      • Estou esperando o Vettel se enfiar entre as Mercedes e lutar pelo título até a ultima prova!!
        Acho que Alonso faz isso antes de Mclaren. Vocês riem em 2015 e eu em 2016, combinado?
        #EuSempreRioPorUltimo!

      • Ferrari sendo Ferrari… Sem surpresas, daqui a pouco, Quando Kimi não for atrapalhado pela própria equipe, vão fazer uma das duas Ferraris mais pesadas, ou rebaixar o segundo piloto a testador de peças…. Já vi esse filme.

      • Isso foi no tempo do Alonso. A equipe sabia que Kimi não iria se submeter aos caprichos do espanhol, como aconteceu com Massa. A Ferrari não teve outra alternativa a não ser “carregar” o carro do finlandês.

        Ainda bem que você viu esse filme, porque o vilão foi teu idolatrado.

        A troca de Raikkonen não passou de uma bela lambança dos mecânicos.

  • Foi uma batalha permanecer acordado durante a madrugada vendo essa chatice de corrida da Austrália, que sempre é chata! E sem falar na tortura de ter q aturar as idiotices do Galvão e sua trupe…. Me deu até desanimo de assistir a próxima corrida na Malásia… E é melhor irem sem empolgação com o Nasr, não se esqueçam do Magnussen ano passado q terminou em 2° em sua estreia na Austrália, foi elevado ao status de gênio e depois não conseguiu mais nada…

  • Meu Deus !!! O que foi aquela transmissão????? Me senti um idiota, retardado, débil mental. Esses caras da Globo só podem estar querendo “queimar” o próprio produto que transmitem.
    Total falta de noção, a Globo precisa aprender que o público que assiste corridas é um público que entende, gosta de corridas, e ficamos ofendidos por nos tratarem como idiotas das arquibancadas de futebol, ou de espetáculos circenses.
    Vergonha alheia, esta é a melhor frase para definir o show de horrores que foi a transmissão.

  • Na boa Flávio!
    Vou fazer uma previsão: Do jeito que vai a F1 (E que você descreve muito bem), se não houver mudanças logo, em no máximo 10 anos (E olha que estou sendo “bonzinho”), dos 19 GPs anuais, 16 ou 17 serão em países emergentes ou do 3° Mundo ( Agora que aprendeu, logo, logo, o ditador da Guiné Equatorial vai levar a F1 pra lá) .
    Os europeus não irão mais querer ficar aumentando a fortuna e pagando pelas mordomias do Sir Bernie “Múmia” Eclestone. Há muitos anos que ele despreza e destrata os países tradicionais e com história.
    OBS: A F1 já ficou no lucro de ter voltado para o maior mercado consumidor mundial, depois daquela corrida ridícula de 6 carros em Indianápolis. Mas isso também vai acabar. Esperem e verão!

  • achei que a bia figueiredo foi bem, é do meio, até tentou falar sobre o Alonso. O Boesel no único momento em que ia dizer algo interessante (sobre sua estréia em 1982 e a greve dos pilotos) foi prontamente interronpido pelo Galvão, o Reginaldo tentou reatar o assunto e mais uma vez o Galvão cortou! Fica difícil assim!

  • Flávio, tem um detalhe aí.

    Ele quase levou uma volta do Hamilton, ficou 1:35 atrás, ou seja, entre o quarto colocado, o Massarico, e ele, caberiam fácil uns 4 ou 5 carros, o Nasr foi bem, mas devagar com o andor.

    abraços

  • Ainda pago TV a cabo para não precisar ver corrida de madrugada. A transmissão da Sportv não é lá essas coisas. Detesto os comentários previsiveis de quem já viu a corrida do Lito Cavalcanti (não sei porque já não colocam o Fábio Seixas lá, enfim…) mas é 500 vezes melhor do que ver na Globo, e pela sua descrição então. Deve ter sido ridículo mesmo. Mas essa é a tendência pra tentar salvar o produto. O que não é exclusividade da TV diga-se de passagem. Prático corrida de rua e cada vez mais fazem eventos balada com djs, atores para dar a largada, etc. Uma porcaria. Mas atrai uma galera que vai pra fazer selfie e compartilhar no Instagram e no Facebook nos primeiros 500m atrapalhando quem quer correr de verdade. Voltando pra F1 foi uma boa prova do Nasr. Levando em conta todos os fatores que você colocou, a largada dele é a prova segura foram muito boas. Ele não é o novo Senna, sabemos disso. Mas teve uma estréia segura e isso é bom.

    • Já assisti pela SKYSPORTSF1, e a transmissão é muito foda!!! Uma pré corrida que faz uma analise mais próxima do “real” , comentários precisos, sobre o que se vê(o cara não tenta de enganar).
      Assisto a todas as corridas pelo FOXSPORTS AL(México, Argentina, Chile..), é um show de Checo Perez pra cá, Checo Perez pra lá… estão começando a ter aulas com o Galvão, mas ainda tem uma boa transmissão. O que mata são os comerciais, e não tem hora, no meio de uma disputa por exemplo entra o intervalo do nada… mata, o jeito e colocar na Globo por 5 minutos e depois volto pra FoXSports.

  • Flávio concordo com quase tudo que você disse. Transmissão patética da Globo e do Galvão. Acho que economizaram para não mandar a equipe para a Austrália. Mas acho que o Nasr fez uma estreia fantástica. Além do show em cima do companheiro de equipe. Ele conseguiu segurar bem o Riccardo por praticamente toda a corrida. Obviamente que a Red Bull deve melhorar ao longo do ano, mas não dá pra esquecer que ele segurou uma Red Bull. que foi a segunda equipe no ano passado.

  • Queria fazer um parêntese sobre a transmissão… Estou morando na Australia e a transmissão aqui é um espetáculo… Desde as 9 da manhã horario local quando liguei a TV a transmissão ja estava rolando, detalhes sobre atualizações de cada equipe com comentários precisos de Mark Webber… Durante a corrida apenas informações pertinentes e sem puxar brasa pra sardinha do piloto local, não falando asneiras no momento em que transmitiam os radios dos pilotos, etc…
    Em contato com amigos no Brasil fiquei sabendo de alguns absurdos e babaquices na transmissão do Sr Galvão Bueno… Mal posso esperar pelo seu texto sobre isso…
    Forte abraço e continue nessa pegada Flavio… Os amantes do automobilismo agradecem!!!

  • Madrugada de domingo…. Chego em casa tarde…. Ainda estou sem sono. Resolvo ver a F1, apesar de já saber o resultado. Ligo a televisão e…. Galvão Bueno e companhia estrilando bobagens e inutilidades! Desisti. Fui dormir.

  • Se aquilo foi uma estratégia para resgatar a audiência da F1, então a coisa está feia… Foi amador, mambembe…um horror. Parecia uma programa sem direção. Galvão não sabia onde estava a câmera, não sabia se portar no estúdio porque não é um animador de auditório (deviam ter chamado Falto Silva). Com tantos fatos novos ocorrendo em Melbourne, um grid esvaziado, a Mc Laren no fim do pelotão, a ausência de Alonso, a lombalgia de Bottas, o competente Marcelo Courrege pouco apareceu… Galvão fazendo um paralelo da F1 com o vôlei, perguntando a Giba (só gostava de F1 quando Senna ganhava?) se ele administrava ou ia para cima, perguntando aquele Thiago se Bernandinho parecei com seu diretor (não… Monjardim é “fino e educado”), pedindo a música errada a Boesel (que nem escutava o que ele perguntava porque estava com fones (DJ?)), comentando o resultado do MMA… É fim da picada. Sabe aquela hístória da “vergonha alheia”? Foi o que senti durante a transmissão.

  • – Passividade do Kimi na largada, na disputa com o Vettel na T1 e com o Nars na pista, estratégia ruim, três paradas sem sentido;
    – Péssima largada do Vettel, sorte ter o Kimimi ao lado, se fosse o Bottas, tinha levado;
    – Sainz foi muito bem;
    – Nars fez uma grande corrida, preciso nas freadas, usando toda pista, se impondo na largada; tirou um peso logo de cara e com o belo carro da Sauber vai poder brilhar, Ericsson é muito fraco…
    – Ferrari sendo Ferrari, erro imbecil nos boxes nas duas paradas do Kimi;
    – A Mclaren foi bem, com meio motor quase pontua. A briga com o Perez foi sensacional, belo chassi tem a Mclaren;
    Uma pena, a Ferrari agora tem carro, mas falta piloto. Alonso foi quinto ano passado, largou em quarto. Contratou isso e aquilo ganhar uma posição?? Parabéns Macarrone!

    • 1°- A “passividade” de Raikkonen – Você, o garoto ‘Autosport’ ainda não conseguir entender que o lado de fora da curva 1 conduzia à grama… ..Vide Alonso Japão 2012 (lá era brita, lembra?) Mas acho que só graças ao Newey a ‘passividade de Raikkonen’ foi possível.

      2°- A “péssima” largada da Vettel – Estava do lado imundo da pista, não perdeu em relação ao Rosberg na sua frente e não precisou quebrar o lacre do câmbio do Kimi pra largar do lado limpo. Então, não fosse Newey, Vettel não estaria no pódio hoje.

      3°- “Ferrari sendo Ferrari, erros imbecis”… – Claro que o Ed Palha e Gary Anderson te informaram que o toque com a Sauber danificou o encaixe da roda traseira esquerda da Ferrari de Kimi – mas isso foi um plano do Newey conspirando com Nasr para ajudar Vettel.

      4°- “Uma pena, a Ferrari agora tem carro, mas falta piloto. Alonso foi quinto ano passado, largou em quarto. Contratou isso e aquilo ganhar uma posição??” – Ganhar uma posição. Sim. Foi a diferença em 2010, 2012 e 2013, a diferença entre ser três vezes campeão e ser três vezes vice. Apenas uma posição.

      Bom domingo!

      • Garoto autosport? Isso é um elogio. Poder ler f1racing, f1technical, f1fanatic, gpupdate, é realmente ótimo.
        Kimi colocou meio carro na frente e tirou o pé, por isso foi ultrapassado. Só você não viu.

        Pro Vettel romper o lacre de alguém ele vai ter que lutar contra a Mercedes, foi o que Alonso fez contra a RedBull, durante todo seu tempo na Ferrari.

        O encaixe danificado pode até retardar a parada do Kimi, mas o erro foi da luz verde que liberou o Kimi antes da hora, antigo homem do pirulito.

        Hein? Vettel tem que comer muito feijão pra ser vice campeão com uma Ferrari. Pode começar batendo o fraco Kimi por mais de 0,33 segundos no qly. Isso até o Massa fez.

      • Sério, deixa o Vettel em paz. Já foi, o que passou não volta. Sei que Seb é o pior antagonista da nação Ex Fodón pelas surras e humilhações durante os anos do tetra mas isso é passado. Primeiro, a energia da torcida deve ser direcionada para a McLataHonca se livrar da inoperância e do vexame – isso por si pode levar anos – e então torcer pelo cabrón, pela pronta recuperação dele claro e pela volta ao ofício, que não vai ser fácil e vai custar algum tempo a mais de vida. Na boa.

      • Segafredo, já saquei é assim, ó:
        Torcedor do Vettel quando não consegue argumentar:
        a) Inventa;
        b) Apela;
        c) Xinga;
        d) Entra na máquina do tempo e volta a Singapura/2008;
        e) Faz igual o Chupez, ou seja todas as anteriores.
        Hahahahahahahahajajajajajajajjajaahahahahajjalaololololollollloll

      • Sennafredo, já saquei, é assim, ó:
        Torcedor do Alonso quando não consegue argumentar:

        a) Inventa que o tri-vice do espanhol vale mais que o tetra do Herdeiro.
        b) Apela, dizendo que Alonso superou Hamilton na temporada de 2007.
        c) Xinga os detratores do espanhol de burros, imbecis, etc.
        d) Entra na Matrix e volta a 2005 e 2006.
        e) Faz igual ao Vicellez, ou seja, todas as anteriores.

        É isso aí.

    • Uma pena, a McLata agora não tem carro, mas tem piloto. “Eneonso” (nove anos sem título – já estou somando este ano), vai pagar os pecados que faltam na equipe. Se ele estivesse no lugar do Button, ganharia uma posição?? Só se fosse por controle remoto.

  • Triste. Simplesmente triste… Nem pelo domínio das Mercedes que e extremamente normal uma equipe se sobressair a cada ano… A falta de barulho… Poucos carros… Pilotos que não são tiradores de sarro… A distancia mantida do publico… Os custos elevadíssimos e a tecnologia besta que impedem novas equipes de sobreviver… A proibição no desenvolvimento dos carros… O numero limitado de motores… Enfim, não consigo.enxergar nada que empolgue nessa F1, assisto ainda porque realmente gosto e na expectativa de ver “algo novo” que nunca acontece… Agora a Globo realmente levou a serio a historia de “circo da F1″… No proxima corrida não se surpreendam se a transmissão ocorrer dentro casa do BBB15.

  • Exceto no caso de McLaren (que eu não esperava que fosse ser tão ruim), o resto correu tudo do jeito que eu imaginava. Mercedes fazendo uma corrida separada enquanto Ferrari e Williams ficariam numa briga pelo terceiro lugar. Erro de pit stop da Ferrari (principalmente com o Kimi) não é novidade pra ninguém, mesmo caso do já previsível desempenho um pouco melhor do Vettel em comparação com o companheiro. Devo dizer que era o mínimo que eu esperava dele…

  • Camaradas, SOCORRO!!! Eu não tenho TV por assinatura e conto apenas com a transmissão gratuita (ainda que digital) da “emissora oficial”. E, tal como muitos de vocês, devo dizer que é INSUPORTÁVEL e IMPOSSÍVEL PASSAR praticamente 2 horas com os olhos e ouvidos sendo agredidos com tanta baboseira televisiva (à exceção da bela e perspicaz Bia Figueiredo). Então, pergunto: existe algum site (mesmo em albanês ou hebraico) com “free live streamming” das corridas?!?!?? Acho que isso vai virar questão de sobrevivência! =/ Grato pela atenção…

    • procura
      vip box
      first row

      é possível encontrar o arquivo com a transmissão nos sites de torrent – domingo a noite ou segunda pela manhã.
      entope o computador de antivirus e presta a atenção no que vai clicar.
      no mais, divirta-se

  • Pelo andar da(s 18) carroça(s), a única coisa interessante de 2015 será acompanhar o Lewis dar mais um belo salto nas estatísticas principais da f1, como vitória, pontuação, pole. E com esses motores que nem barulho fazem, o resto é silêncio, diria o Bardo -rs

  • Sem dúvida a surpresa foi o Felipe Nasr, não podemos fazer previsões para próximas corridas porém para este GP da Australia, mostrou um bom ritimo, vimos que apesar de sofrer a pressão do Riccicardo conseguiu controla-lo. Pelo que vimos na TV quase não cometeu erros e manteve sempre o carro com boa dirigibilidade (não desgastou o carro demasiadamente). O quê é interessante.

  • Esse grid vazio foi uma vergonha. E a McLaren? Acho que o Alonso não volta mais! Muito boa a estreia do Vettel sem cometer erros. Mas que foi difícil assistir foi. Que corrida chata!!

  • A globo quer acabar de vez com a F1 na tv aberta. Só pode.

    Esse padrão globo de babaquice que muito se vê na copa do mundo “finalmente” chegou à F1.
    Puta saco do caralho. Quem fica acordado até 2 da manhã para assistir F1 tá pouco se fudendo para a opinião de estrela global, muito menos como está o clima na casa do piloto.

    GLOBO EU QUERO VER CORRIDA!

    ps: senti falta do Olodum direto do pelourinho.

      • Esse ano além do Olodum, com certeza aparecerão o Ronaldo fenômeno, Luciano Huck e algum integrante do extinto casseta e planeta.

        Ou seja, pra quem tem a minima noção de automobilismo já deu! Vergonha alheia é poco para traduzir o sentimento proporcionado pela ”transmissão”da globo! Isso que aconteceu hj é um desrespeito com a inteligencia dos telespectadores que acompanham a F1…

        Se bem que hj em dia, é difícil pedir respeito para F1 … 15 carros foi de doer na alma!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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