BUMERANGUES (5)

B

boooooo4SÃO PAULO (comentem aí!) – A abertura da temporada 2015 da F-1 da Depressão teve 11 carros chegando ao final. Onze. E 15 largando. Quinze. E tem gente que acha que estou exagerando. Que sou saudosista. Que não aceito os novos tempos. Que sou refratário à beleza da tecnologia aplicada à categoria. Que fico implicando com o barulho dos carros.

Bonitões, implico com o mau espetáculo. Com a escassez de carros. Com a falta de empolgação. Com a ausência de disputas. Com a previsibilidade do resultado. Com o tédio da madrugada.

Bem, vamos ao GP da Austrália. Com pouca gente na pista, a largada foi razoavelmente tranquila. Mas o safety-car já foi acionado na primeira volta. Maldonado foi tocado por Nasr (que fora espremido por Raikkonen) e acabou no muro. O brasileiro da Sauber largou muito bem, diga-se. Apareceu em sexto logo de cara. Lá na frente, todo mundo se manteve onde estava: Comandante Amilton na ponta, Rosberguinho atrás, Massa na sequência.

Mas o grid ficava cada vez mais magro. Só para lembrar, deveriam ser 18 largando. Acontece que Bottas, que comeu tatu na véspera, não pôde correr, vetado pelos médicos. No caminho para o grid Kvyat quebrou o câmbio e Magnussen explodiu seu motor. Prontos para largar, mesmo, 15 carros. Com a batida de Maldonado logo na largada, sobraram 14. No fim da primeira volta, Grojã abandonou com problemas elétricos. Ficaram 13.

E foi com esses 13 gatos-pingados que na terceira volta houve a relargada e a prova começou para valer. Nasr passou Sainz Idade rapidinho e assumiu o quinto lugar. A Mercedes sumiu na frente.

Aí a corrida ficou um tempão sem que nada relevante acontecesse. Assim, dá tempo de falar um pouquinho sobre as novidades da TV Globo…

Algum gênio na emissora, por esses dias, teve a ideia de… inovar. Vamos inovar! Vamos revolucionar! Vamos quebrar tudo! Como? Ora, ora, é fácil! Só chamar uns atores, usar o estúdio da Fátima Bernardes, chamar um DJ (putz, tem até um que foi piloto, olha só que gênio eu sou!), colocar algum atleta ou ex-atleta de outro esporte e chamar alguma mulher gostosa (putz, tem até uma que pilota carros de corrida, olha só que gênio em dobro eu sou!). Faremos uma espécie de “Esquenta” (Regina Casé não deve ser descartada) ou “Corujão”, ou “Caldeirão”! Só precisa pedir para o Luciano tomar cuidado com as camisetas…

E foi mais ou menos isso que fizeram. Enfiaram uma multidão no estúdio, o trio responsável pela transmissão, mais a pilota, os atores, o ex-jogador de vôlei, o ex-piloto que virou DJ. Não sei se tinha mais alguém, num determinado momento abaixei o som e fiquei apenas com as imagens, porque, sinceramente, não dava.

Nas redes sociais, a Grande Inovação virou a “balada vip do Galvão”. O horror, o horror. O cara do vôlei, não sei direito quem era, veio com o indefectível “eu gostava muito quando tinha o Senna, mas depois que ele morreu não acompanhei mais”. As opiniões dos atores, sério… O que esses caras têm de realmente importante para falar numa transmissão de F-1? Cadê as informações que realmente importavam, tipo caso Van der Garde, ausência de Bottas, problemas da McLaren, impossibilidade da Marussia de ligar os carros, estreia do Nasr, estado de saúde de Alonso, primeira corrida de Vettel na Ferrari? Assunto, jovens, não faltava.

Mas que nada, dane-se isso tudo, o negócio é ver o Boesel colocar uns discos na picape, os atores darem seus palpites, depois mostrar os “bastidores” da transmissão com o narrador e os dois comentaristas diante de telas de TV com microfones na mão. Isso sim é legal. Afinal, a F-1 precisa seduzir um público novo!, bradou o Grande Gênio que concebeu a Grande Inovação.

Gente, se essa patacoada seduziu alguém que nunca tinha visto uma corrida na vida, corto os pulsos — para não dizer outra coisa. Esse festival de bobagem não atrai ninguém e só deixa aqueles que gostam do negócio com raiva, muita raiva de ser tratado como um débil mental. Foi, disparado, a coisa mais ridícula que a emissora oficial fez desde que começou a transmitir corridas, na década de 70.

Mas vai ter gente lá que achou genial, certeza.

globoesquisita

Bem, voltemos à corrida. Ali pela volta 13, momento ternura de Button, se defendendo de Pérez. Isso, claro, na briga para não ficar em último — no caso, em 13º, lembrem-se que era isso que tínhamos na pista, 13 carros. Se tocaram, claro. Pérez se saiu pior. O esforço de Jenson para não ser ultrapassado foi comovente, de verdade.

Com 17 voltas, Raikkonen foi aos boxes abrindo a primeira janela de pit stops. Na verdade, sua primeira janela. Parou cedo, colocou pneus macios e indicou que faria outra parada — a maioria partiu para um pit stop, apenas. Era o sexto. Voltou em 11º, na frente de Button. O pneu traseiro esquerdo meio que se recusou a participar da prova, mas acabou sendo convencido pelos mecânicos de que era legal e tal. A demora acabou jogando o finlandês lá para trás.

E a corrida se arrastava previsivelmente sem emoções, com pouquíssima gente na pista, todos espalhados pelos mais de 5 km do Parque Alberto. Uma tristeza. Hamilton e Rosberg desapareceram de todos, mas Nico, em nenhum momento, esboçou algum ataque. Outra tristeza.

Na volta 22, box para Massa, que colocou pneus médios. De terceiro, caiu para sexto. Sua briga era com Vettel, o quarto colocado, que o escoltava desde o início — também sem tentar ataque nenhum. Tião Italiano foi para o box na volta 25. E a Ferrari fez a lição de casa direitinho, devolvendo-o à frente de Felipe, o da Williams, que perdeu tempo atrás de Ricciardo quando voltou do pit stop. Na 26ª, Hamilton fez sua troca. Tudo tranquilo no quartel alemão, zero susto. Rosberg veio na sequência e, igualmente, tomou um cafezinho e voltou onde estava.

Kimi era o único com estratégia para duas paradas, entre aqueles que estavam brigando por alguma coisa. Por isso, tinha de abrir uma boa vantagem para Nasr e Ricciardo, com quem teoricamente brigaria no fim. Nasr era o sétimo, atrás de Verstappinho, que ainda não tinha parado.

E depois dos pit stops a prova seguiu num ritmo sonolento, esperando apenas pela segunda visita de Raikkonen aos boxes, que poderia mudar algo. Na volta 34, o jovem Max estourou o motor, deixando a corrida com 12 na pista. Doze carros, pouco depois da metade da prova. De chorar.

Lá pela volta 40, Ricardão encostou em Felipe II. Raikkonen parou na volta 41 para seu segundo pit stop. Voltou em quinto. Nasr seguia em sexto, na boa, segurando o sorridente australiano da Red Bull. Mas foi só sair do box e Raikkonen parou. A roda traseira esquerda, a mesma que atrasou sua primeira parada, não foi devidamente presa. E o time avisou o finlandês pelo rádio. Um abandono deprimente para o piloto, que fazia uma boa corrida.

Bom para Nasr, que recuperou o quinto lugar. E foi assim até o final, sem que Ricardão conseguisse se aproximar do brasileiro do Banco do Brasil.

G.P. AUSTRALIA F1/2015

Hamilton ganhou, claro, sem suar o macacão. “Não precisei andar muito rápido”, disse, depois da prova. Nico foi o segundo, sem ter tido, em nenhum momento, uma atitude que indicasse que queria lutar pela vitória. Vettel fechou o pódio, começando bem sua trajetória na Ferrari. E na sequência vieram os dois Felipes, Massa e Nasr. Para o primeiro, o resultado não foi excepcional. Um pódio era o que ele esperava, mas quando ficou atrás de Sebastian, ali permaneceu. O segundo, da Sauber, tinha muito a comemorar. O quinto lugar representou a melhor estreia de um brasileiro na história da F-1 — antes dele, Wilson Fittipaldi fora sétimo na Espanha, em 1972, e Chico Serra conseguira também um sétimo no GP dos EUA/Oeste de 1981, em Long Beach. Fecharam a zona de pontos Ricciardo em sexto, Hülkenberg em sétimo, Ericsson em oitavo (acabou indo muito bem, a Sauber), Sainz Jr. em nono (também estreando com pontos) e Pérez em décimo. Button foi o único que terminou sem pontuar. Onze viram a quadriculada. Onze.

(Parêntese. Ao ver Jenson receber a bandeirada em 11°, Alonso, deitado na enorme cama king size da maior suíte de sua bela casa na Espanha, tocou o sininho para chamar a governanta e pedir o café da manhã. A estratégia estava traçada desde as primeiras voltas da corrida, quando Magnussen abandonou em meio a um denso fumacê. Assim que a governanta entrou, Fernando a chamou de Stefano Domenicali. Mas señor Fernando, yo soy Magdalena!, disse a governanta. Alonso continuou: Stefano, querido, vamos falar sobre meu contrato? Magdalena imediatamente telefonou para os médicos, que neste momento estão com o piloto na enorme suíte escutando uma estranha cantilena, Fernando dizendo que se chama Adrilles e que só fala com o Bial no confessionário. Um dos médicos já ligou para Ron Dennis avisando que talvez para o GP da Hungria dê para contar com ele.)

Nasr foi um destaque, sem dúvida. Mas é bom ir devagar com o andor antes de elevá-lo à condição de novo Senna, ou algo parecido — o que será feito nos telejornais, naturalmente. Foi uma corrida sem carros, praticamente. Dois que chegariam à sua frente, Raikkonen e Bottas, não chegaram porque o primeiro ficou com a roda solta e o segundo, nem correu. A Lotus igualmente não participou da corrida — Maldonado bateu e Grosjean quebrou na primeira volta. Ericsson também pontuou em oitavo, o que mostra como esse GP da Austrália foi fraco. E a Sauber aproveitou as circunstâncias para pontuar bem com seus dois carros.

Felipe II começou com o pé direito, claro, e mostrando serviço — o que é essencial para qualquer piloto. Largou muito bem, o que definiu seu resultado, e teve segurança e firmeza para andar na frente de Ricciardo quando houve uma ameaça de briga. Está de parabéns. Mas a moleza de Melbourne não será o padrão da temporada toda. De qualquer forma, conseguiu algo que nenhum brasileiro tinha conseguido até hoje, um quinto lugar na estreia. Não é pouco.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

398 Comentários

  • Ainda bem que não acordei pra ver essa corrida, assisti o VT e ainda me deu sono! Vou acompanhar o campeonato, pois gosto do esporte e torço para que ele melhore, agora emoção eu vou tirando da MotoGP, principalmente nas categorias de acesso!!

  • boa tarde Gomes e galera.

    RIdicula transmicao Global…realmente a Pior que ja vi.

    Agora a corrida Perfeita das Flechas de Prata foi SHOW…

    O Fera Bi Campeao Lewis….deu como ja previa….PAU GERAL…hahahahahaharssss

    Excelente estreia de Naser na F1 !!! mostrou muita qualidade e seguranca em sua Forte Balada…toma ra continue tirando Tudo da Sauber…e Honrando o Brasil…sem Nunca admitir se Prostituir como um n2 de Bosta em qualquer equipe !!!

    Agora somente PROIBINDO as Flechas de Prata de participar heim galera ?

    Da ate DO….da fragil concorrencia…mal comecou o campeonato j15 e ja estao querendo acionar o tapetao fia/147….virar a mesa…mudar o regulamento para frear a Tecnologia Ariana MB…valeu.

  • Essa corrida foi emblemática. Espero que essa corrida tenha sido um divisor de águas para a categoria. Tomara que os chefões acordem e percebam que eles estão acabando com a F-1.

    Agora a Globo…. Puta que pariu.

    Infelizmente somos vítimas do monopólio, somos reféns dessa desgraça de emissora. Nunca me senti tão ofendido como ontem, fui chamado de otário na cara dura.

    O que passa pela cabeça desses caras? Eles realmente acham que tem alguém que não gosta de F-1 vai passar a acompanhar, por causa de um punhado de atores que estão comentando a corrida? Porra, não faz sentido.

  • Minha opinião sobre a transmissão da Globo, como postei no Esporte Sem Corte.

    ‪#‎AUTOMOBILISMO‬ ‪#‎MOTORSPORTS‬ ‪#‎F1‬ ‪#‎GPAUS‬ ‪#‎AUSGP‬ ‪#‎GLOBO‬
    ‪#‎OpiniãoESC‬

    Corrida à parte, o destaque negativo, o real desastre da noite para o fã de automobilismo, foi a transmissão patética da Rede Globo, que conseguiu se distanciar totalmente do jornalismo esportivo e virou uma espécie de sala de estar ao melhor estilo Fátima Bernardes.
    Com convidados inexpressivos e sem nada a acrescentar à transmissão, o telespectador foi premiado com um bate papo inútil, com direito ainda a imagens ao vivo da casa de Felipe Nasr com toda sua família, devidamente vestida ao melhor estilo “jogo de vôlei”, assistindo à corrida com as camisetas e bonés do Banco do Brasil, e o repórter global entrevistando a mãe e o pai do piloto. Sonia Abraão morreu de inveja do Galvão hoje.
    Fico imaginando quais os próximos passos para Nasr em sua relação com a emissora. A pizza do Faustão? A dança dos famosos? O programa do Luciano Huck? Omelete na Ana Maria Braga?
    A vida é assim quando você se amarra com a Globo. Sorte dele que não tem mais Xuxa.
    Parafraseando o slogan do banco, não foi bom pra todos não. O telespectador se ferrou hoje.

    #THG
    #EsporteSemCorte
    #ESC

  • Eu compreendo que se critique a transmissão da F1 mas eu diria que quando a atenção se foca ai algo vai muito mal na F1.
    A questão á volta da F1 daria para um debate sobre a questão da sociedade capitalista…ela é boa até um certo ponto depois começa a desvirtuar a vida.
    Na F1 pensou-se no dinheiro que se ganharia com novas pistas, novos continentes, em colocar a transmissão paga, em abandonar as pistas com história, etc , etc , etc…mas esqueceram-se do dinheiro que perderam colocando um fosso entre a modalidade e o público.
    Será preciso ser um génio para perceber que quem gosta de automobilismo gosta de ouvir motores com barulho estrondoso ? carros com pneus largos, linhas simples e belas ? custa assim tanto regressar aos gloriosos V8, V10 e V12 ? ? vejam os vídeos dos anos 70, 80 e 90.
    O primeiro sinal de que a F1 precisava de algo foi quando foram contratar Nigel Mansell para fazer meia dúzia de corridas pela Williams em 94, era o sinal de que o público precisava de artistas.
    Depois vieram com outra :colocar os filhos dos pilotos…os nomes de outrora…outro sinal de que a F1 não conseguia gerar campeões que chegassem ao público, os Senna sobrinho , Piquet filho , Rosberg filho , etc , etc.
    Eu não vou na história de que a F1 deixou de ter interesse a partir de Imola 94, existiram alguns bons campeonatos, gostei por exemplo das disputas entre Hakkinen e Schumacher mas a verdade é que tem vindo sempre a piorar, responsabilidade ?

    – Na minha opinião o dinheiro….na sociedade o patrão acha que é competitivo se pagar mal , na F1 acham que codificando transmissões e indo para o Abu Dahbi vão ganhar dinheiro e eu contraponho…o dinheiro que ganham não compensa o dinheiro que a modalidade perde com a perda de popularidade, ontem olhava para aqueles carros com rodas estreitas…pareciam carrinhos de linhas.
    É impressão minha ou Sebastian Vettel faz lembrar Justin Bieber ? até os pilotos parecem uns copos de leite.

    Para essa geração que acha que agora é bom e todos aqueles que destruíram a F1 fica o vídeo

    https://www.youtube.com/watch?v=72ITS_rYisw

  • Falemos da Manor….
    Cê acha que a Ferrari ou a Sauber não tem mesmo a porra do software do motor do ano passado? Lógico que tem!
    O Arrivabene mesmo disse sobre o caso “No money, no honey”, ou seja: Tão querendo primeiro receber o que a Marussia deve, pra depois liberar a parada.
    Daí vem as perguntas: Não seria o caso de a Honda chegar nos caras e enfiar seus motores lá, pra ajudar a desenvolver? Dá muito trabalho fazer isso? A FIA permite mudar de fornecedor durante o campeonato?
    Sei lá, se fosse minimamente possível, eu da Honda faria. Não vai ser fácil desenvolver esse motor com um carro só rodando.

  • Eu sei que é “chover no molhado”, mas vale registrar que será o nono ano que Fernando Alonso vai ficar na “seca”. Correndo ou não.
    Uma afirmação (que é mais uma constatação) feita no princípio da temporada, que nem o Vicellez, com todo o seu fanatismo, poderá refutar.

    Ano que vem (se ainda tiver algum gás), o espanhol completará 10 (DEZ) anos sem título. Aí, poderemos afirmar:

    Alonso é dez!

      • A afirmação “o piloto mais completo do grid”, vai caindo no vazio a cada ano que Alonso fica na “seca”. E já estamos no nono ano.

        Está parecendo até que, quanto mais vocês afirmam isso, mais Alonso se atola em fracassos.
        Ira dos Deuses?

        Não refutarei tal afirmação diante do quadro que vem se desenhando, ano a ano. Ao contrário, farei coro com vocês: Alonso é “o piloto mais completo do grid”.

        Enquanto isso, os “menos completos” vão faturando títulos à vontade.

      • Caindo no vazio baseado em que? Ano passado ele foi o segundo mais votado entre os chefes de equipe, a frente de Bottas e Ricciardo. Vai dizer o que da votação anônima da autosport?
        Alonso é o único gênio da f1 atual. Vocês verão o que ele é capaz assim que ele sentar no carro.
        Lembre-se, eu rio por ultimo!

      • Pinto………..pela enésima vez, quando vc vai mudar seu parâmetro de avaliação dos pilotos na F1? Quer supervalorizar um piloto que ganhou 4 títulos seguidos sem concorrência num super carro e, ao mesmo tempo, fica nessa guerra pra tentar diminuir o outro que foi bí-campeão com um concorrente à altura, só não ganhou mais por não ter equipamento pra competir(e não precisaria de super carros como foi a RBR e agora a Mercêdes) de igual pra igual. Alonso é gênio e ponto……vc pode ficar aqui com suas piadinhas por mais 10anos que nada mudará isso, e Vettel, se ganhar + 10 títulos do mesmo jeito que ganhou seus 4 tbm não ocupará o posto de gênio….assim como Schumacher não ocupa!

      • “Vocês verão do que ele é capaz, assim que sentar no carro.”
        Que carro, cara-pálida? A McLata? Ah, sim! Vai ficar à frente do Button.
        Acorda, Vicellez! Eleição só é boa pra político (só pode ser adolescente).

        Sennafredo, infelizmente para você (e para o Vicellez), os pilotos são medidos pelas suas marcas. É assim que funciona (“viúva” dá um trabalho…).

      • Mais uma vez vc não soube o contexto Prost/89…….que teve atuação “brilhante” de Ballestre. Senna/90 por sua vez, foi digno: uma porrada nas fuças de Prost e Ballestre que nada puderam fazer se não ficarem procurando seus queixos……….kkkkkkkkk

    • Cara o Alonso nem correu ontem!,,você parece que tem algum problema sexual com o Alonso,…rs.. , todos outros pilotos como Hamilton e os maiores comentaristas da F1 afirmam que Alonso é o melhor,,,sem carro ninguém ganha , Vá a um terapeuta,parece ter frustração interna. ou externa..rs…

  • Amigos, aqui nos Estados Unidos, 2 canais passam a corrida, um hispanico da Univision e outro da NBC, o NBC Sports. Vi um pouco em cada um e ambos salientaram nao soh o grid muito pequeno como o desenrolar da corrida muito monotono nem porque a mercedez desapareceu na frente porque simplesmente nao houve disputas, se na Australia que a corrida costuma ser boa imagine nos demais…especialmente nesses autoramas que foram criados recentemente. Se o vovo rico, que o Bernie se referiu como publico master, nao dormia sem remedio, essa F1 o fez dormir como um bebe.. ah em tempo, a Manor corre o risco de ser o Ibis da F1, tomando o trofeu da Forti Corsi…nao conseguir ligar o carro.. que eh isso, parece que foi mandado lah so para figurar, pagaram as passagens e as quentinhas..e mandaram ficar quietos.. havia pilotos? ridiculo… ridiculo.. nem a EuroBrun era assim…

  • Nunca vi uma fórmula 1 tão moribunda, tão enterrada em suas convicções modernas mas ultrapassadas. Sem equipes e carros não existe corrida, se for para assistir isso ai é melhor já definir um vencedor e pronto. A fórmula 1 chegou no ápice da chatice, do tédio e previsibilidade. Um horror. Se a turminha da place de la concorde não acordar serão acordados pelo silêncio da audiência. Triste. Parece o Brasil moribundo, sem rumo, sem um líder, sem direção, atolado na roubalheira e corrupção.

  • Parabéns Flávio, disse (escreveu) tudo.
    A Globo se supera a cada dia afirmando (sim afirmando) que seu telespectador é burro.
    Caso contrário não faria essa palhaçada.
    Chamam a nós de imbecis e na cara dura. (E tem gente que ainda aplaude)
    E vai entender o esporte.
    Nars com uma Sauber termina a corrida atrás de uma Williams. (Vejam bem, com uma SAUBER)
    E não foi por acaso ou circunstancias, pois segurou bem a Red Bull.
    Estivesse na Willians chegaria a frente de Vettel (q nem trabalho p/ ultrapassar teve)
    Agora, advinhem se a Ferrari não fez um ótimo negócio se “livrando” do Alonso.?

  • To achando muito engraçado os torcedores do garotinho mimado, agora da Ferrari, ficar com este mimimi que a F1 está sem graça, sem disputa, sem chance de as outras equipes disputarem o campeonato……kkkkk! Depois que 2014 desmascarou o tedesco, vale todo tipo de chororô pra tentar levantar o fake que foi Vettel!

  • Assistindo a Formula E pelo Fox Sports,fiquei imaginando uma transmissão desse canal de uma corrida de fórmula 1. Acho que da globo vou sentir falta apenas do tema da vitória,bem que faz tanto tempo que não toca.

  • Declarações do Massa ano passado dizendo que “dirigiu como uma vovó”, do Hamilton hoje dizendo que não precisou andar rápido, os tempos da McLaren comparados com 1997, só mostram como até para os pilotos a categoria está menos atraente.

    Parece um produto feito para quem não gosta.

    A palhaçada da Globo não tem nem o que discutir. Ridículo.

  • Foi a pior transmissão de uma corrida de F1 de toda a história, não consigo imaginar algo tão ruim.
    Galvão, como de costume foi mal, falando besteira a torto e a direito, errando o tempo inteiro e ainda por cima não narrava o pouco que acontecia no sonolento GP.
    Raikkonen fez uma ultrapassagem ?
    O Doente continuou a falar o que não interessava e só foi se tocar quase 2 voltas depois.
    E o “Esquenta da Madrugada” foi bizarro, Raul Boesel só se preocupava com as “pick-ups” e nem queria saber de corrida, Bia estava meio perdida e a participação de Giba e dos atores foi constrangedora.
    E aquelas telas divididas mostrando a familia do Nasr, com o Galvão comandando a turma “Agora levaaanta!”
    Putz, deu até saudade do Barrichello, o repórter !

  • A Globo é coerente. Mantém o nível da transmissão cada vez mais baixo pra acompanhar o nível do ”espetáculo”. A F1 se sustentava na década de 80 com bastante competitividade, autenticidade e brasileiros conquistando títulos. Nos anos 90 e 2000, a ilusão de um sucessor do Senna à altura segurou a audiência e relevância da categoria. O nível do circo ainda era bom. Hoje os brasileirinhos desistiram e o nível da categoria é péssimo. A F1 é chata, engessada, sem alma, e a perspectiva da volta daquelas ‘manhãs de domingo’ recebeu extrema unção e já foi devidamente enterrada. O que eu vi ontem na transmissão da platinada, mais do que qualquer coisa, foi o mais pleno e sublime desespero.

  • Flavio,
    Só aguentei 20 voltas….. e caí no sono. Minhas pedaladas tem mais conteúdo.
    Triste o que virou ” isso ” , não é competição é carreata de carros de corrida. Só isso.
    Agora, esse galvão é patético, e ainda se presta a patacoada….. Essa RGT tá descendo a ladeira com tanto lixo…. nem esportes tá dando pra assistir.
    Obrigado por nos dar coisa melhor.

  • Algumas observações:
    – A Williams precisa melhorar suas estratégias;
    – Massa precisa ser minimamente combativo, senão vai ser aposentado pelo mediano Bottas, que levou pau do Maldonado em 2013.
    – Maldonado, aliás, mais estabanado do que nunca;
    – Grosjean fraco como sempre;
    – Sainz mediano. A imprensa espanhola já está endeusando o chaval, de olho na aposentadoria do Impostonso. Aliás, o calvo da Tele5 está pior que o Galvão em pachequismo ibérico;
    – A transmissão da RGT, sem comentários. Pelo menos fiquei sabendo que o Monjardin é fino e educado;
    – Nasr repetiu o que fazia na GP2. A sua agressividade pode jogar contra ele no decorrer da temporada (teve muita sorte ao ter permanecidona pista após o toque na largada);
    – Ricciardo não é esse balaio todo, nunca foi;
    – Vettel ganhará mais alguns títulos com a Ferrari. Muito comovente o respeito que ele tem pela SF. Portou-se como o grande campeão que é no pódio;
    – Hamilton está se sentindo e se achando. A chegada triunfal dele ao pódio foi uma cena patética;
    – McLaren está guardando o que tem de melhor pra segunda parte da temporada. Vai ressurgir forte, quem viver, verá.
    – Pobre Rosberg, mais um vice…

  • “Esse festival de bobagem não atrai ninguém e só deixa aqueles que gostam do negócio com raiva, muita raiva de ser tratado como um débil mental. Foi, disparado, a coisa mais ridícula que a emissora oficial fez desde que começou a transmitir corridas, na década de 70.” Onde eu assino? FG, quando o cara do vôlei disse que gostava do Senna, mas parou de assistir F1 depois que ele morreu, lembrei de você, que dia desses falou sobre isso naquela entrevista para o Portal do Yahoo. Ridículo, ridículo! Algo parecido já era feito no GP do Brasil, mas a gente até relevava porque era à tarde, e a emissora gosta disso, para manter a audiência. Mas, sinceramente, o público que fica acordado de madrugada para ver a F1 não merecia aquilo. Se for assim nas 19 provas restantes vai ser difícil de aguentar… Tem horas que não dá para entender: Mariana Becker cobriu todos os testes da pré-temporada e quem eles escalam para cobrir a prova de abertura? Marcelo Courrege. Nada contra o jornalista, mas ele estava cobrindo o surf! Quem teria mais informações para acrescentar à transmissão? Quem teria mais detalhes sobre o acidente do Alonso, sobre os problemas da McLaren? No ano passado as transmissões até melhoraram um pouco, com a presença do Rubens Barrichello e de um repórter e câmera no grid, com a transmissão abrindo mais cedo, mas, desse jeito, com DJ e convidado que já foi piloto em novela… Como diria o blogueiro, no comments!

      • Flavio, a corrida da F-E foi 1 milhao de vezes melhor que a F1 e olha que o circuitinho em downtown era xarope, bobo de dar medo, mas a corrida foi muito mais legal.. nem da para comparar.. a Indy aqui eh que abra o olho.. ja ja vai ter um campeonato de eletricos local, ainda mais tendo o idolo instantaneo do Speed..

  • xou do gavião.
    agora que a “abaixo a rede globo” perdeu o “xou da xuxa” arranjaram outra porcaria do mesmo naipe para mostrar.
    Deve ter sido, como tudo nessa televisinha, culpa do PeTê.
    Depois desse comentário phantastico, afirmo: Vi sem som, como sempre. Na hora do xou eu seguia na telinha da direita.
    O derrotado povo coxinha faz passeata contra a vencedora das últimas eleições.
    No lugar de fora Dilma, se fosse fora gavião, eu iria.
    De toda forma, parabéns para os Felipes.

  • Se for possível, gostaria que algum leitor do blog me informasse o e-mail do jogador de vôlei Giba. É que eu tenho algumas dúvidas e gostaria que o voleibolista lançasse uma luz sobre esses temas: (1) O acidente do Alonso. (2) O caso Van der Garde. (3) A Marussia estará no grid da Malásia? (4) O esquentadinho Jos Verstappen vai dar porrada em alguém da Toro Rosso se o seu filho não pontuar na próxima corrida?

  • As transmissões da Globo são ruins, mas ontem eles conseguiram se superar. Era visível o constrangimento de alguns presentes. Foi simplesmente horrível e pra completar o cardápio de barbaridades, a transmissão dividia a tela para conversar com os “convidados” sobre MMA, vôlei, etc, deixando a corrida de lado. Teve uma hora que Reginaldo Leme chamou GB para voltar para a corrida.

    E o tal Boesel como DJ, caraca!. Nada é tão ruim que não possa piorar.

    Não sei quem é pior, se quem teve essa maldita idéia ou quem concordou e mandou executá-la.

  • Xará, excelente artigo, porém, tenho a imagem de Chico Serra estreando na África do Sul, em uma prova que chegou a chover e ele a andar em terceiro em tais condições, para, quando parou a chuva, perder posições, cair para nono e subir para sétimo. Desculpa, estou confiando somente no velho hd riscado, de maneira que pode ser falha mnemônica, mas mesmo a memória nos traindo às vezes, é uma lembrança tão clara…

      • Xará, fui pesquisar e descobri que a memória ainda está razoável, conquanto eu realmente tenha feito uma confusão com uma prova NÃO válida. Segundo o wikipédia, houve mesmo um GP da África do Sul, em 07/02/1981, com a participação do Chico Serra, que terminou em 9º (lembrava que ele havia caído de 3º para 9º depois da chuva) mas em prova NÃO oficial: “O Grande Prêmio da África do Sul de Fórmula 1 foi realizado em Kyalami, no sábado, em 7 de Fevereiro de 1981. A prova também foi organizada pela FOCA, assim como o Grande Prêmio da Espanha de 1980, e que também teve o boicote das equipes: Ferrari, Renault, Alfa Romeo, Ligier e Osella. A FISA também não oficializou o resultado da corrida sul-africana para o campeonato.” Mas você TEM RAZÃO quanto a registros válidos, pois a estreia OFICIAL do Chico Serra aconteceu em 15/03/1981, no GP de Long Beach, que foi o primeiro válido para o campeonato daquele ano. (Como não me lembrava desse enrosco com provas válidas e prova não válida, realmente me confundi).

  • Sinceramente, essa transmissão foi a coisa mais ridícula e patética que eu já vi… deu vergonha alheia… MEU DEUS… sem palavras…

    Quanto à corrida, parabéns ao Hamilton, ao Vettel (que conseguiu um podium em sua estréia pela Ferrari), ao Felipe (que conseguiu um bom resultado ja na primeira corrida), ao Nars (por ter feito uma corrida MUITO boa em sua estréia na F1) e PRINCIPALMENTE à todos os organizadores da F1 (que estão conseguindo D-E-S-T-R-U-I-R esse esporte sensacional).

  • Bom, bem, contudo e todavia…..não assisti pela Globo, pois preferi o sono. Quando vi o fórmula cenográfico arrepios na coluna aconteceram então evitei constrangimentos….pelo menos da minha parte.
    Pensando pelo lado do copo meio cheio, talvez de tão trash vire cult….”toca We are the champions!!!”…….”não tenho essa, vai outra…..” vai ficar famoso.
    Assisti pela sport tv, não tão espetacular assim, mas num horário mais civilizado.
    Quanto a corrida, bem, foi mais ou menos igual ao ano passado com dois na frente e nós torcendo para que em algumas próximas ou chova, ou quebre a marcha ou que eles se esfreguem.
    Nasr foi ok, pois aproveitou a chance.
    Ferrari foi ok, tá mais perto…..veremos a sequência.
    Honda who? Tá longe pacas.
    Esperando corridas de dia e quem sabe eu assista o esquenta…….e lembrando da atuação de Rubens eu te lembro Flávio que nada está tão ruim que não possa piorar.

  • Ah, como vocês são chatos! A transmissão da Globo? Uma delícia! Coisa de primeira! Adorei ver os atores da Globo comentando, ver o “piloto” Marcelo Anthony, a campeã da Indy Bia Figueiredo, o “Giba neles”, enfim. Tudo um luxo. Espero quevos ingleses venham aqui aprender, porque, olha, vou te contar. A Globo acaba de revolucionar as transmissões de F1. A corrida? Ótima também! Grid cheio, disputas pela vitória até o fim, a Mercedes se esgoelando para vencer ( tiveram sorte, estes germânicos, foi por um fio de cabelo… ), o ruído insurdecedor desses motorzões turbo com sistemas de recuperação de energia dos freios, dos gases, do sol, do mar, da lua. Só ficava pensando: “Ah, quando será que terei em meu carro de passeio essas maravilhas tecnológicas de recuperação de energia? Será que darei a partida no meu carro como acontece na Manor/Marussia, por meio de softwares? Puxa, como seria legal…”
    Portanto, não sejam chatos. Apreciem a beleza que é tudo isso. Mal posso esperar pelo resto desta temporada. Pela Globo, claro. Disso não abro mão. Nem que a vaca tussa em húngaro.

  • 02 pontos apenas: 1- A F1 consegue a proeza de piorar a cada nova temporada. 2- O que foi aquele estúdio da Globo? Meu Deus. Não existe mais jornalismo. Como disse o Flavio no post ” O horror…. O horror…”

  • Me lembro do Galvão explicando as MPU dizendo ser caixinhas. Ele deve estar feliz por disseminar a burrice coletiva, ele e o bando de idiotas que fazem televisão aberta no Brasil. Daqui a pouco teremos Thiago Leifert fazendo piadinhas também,.. Aí a turma fica completa.
    Acho que na f1, menos é mais. Basta mostrar o que está acontecendo na tela. Estou me lixando pro time de ouro da Globo, para os atores da novela, etc.
    E no SportV está a mesma coisa, so um pouco melhor. Dizer que a Bia merece um lugar na f1 é brincadeira…. Bando de bem pagos!
    Os imbecis, como são maioria, vão acabar dominando o mundo. E vemos isso em todos os lugares, aqui no blog o maior exemplo é o Chupez Alonso e seus perfis falsos. Nada de corrida, só fofoca. É a f1 do vídeo show, do esquenta, do BBB.
    Valeu Chupez!

  • F1 RIP !! Desisti quando o próprio locutor oficial global criticou as “unidades de potência” e o número de carros no grid no início do GP ! Incrível como os caras q mandam no negócio desvalorizaram a F1 !! Deu sono e fui dormir !! Perdi alguma coisa ??

  • Sobre o offtube de luxo da Globo, algumas coisas:

    1. A emissora comprovou que está jogando a toalha com relação às transmissões in loco. É uma forma de dizer ao telespectador: “de agora em diante as corridas serão feitas sempre em estúdio, acostumem-se, é legal”.

    2. Não tenho acesso aos números de audiência, mas seria bom fazer uma comparação com o mesmo GP do ano passado.

    3. Ao participar deste circo, o que estaria se passando pela cabeça de,,, Reginaldo Leme?

  • Não perco meu tempo falando da globo. Vi pelo sportv, “no capricho” (só que não). A sorte sempre ajudou o Schumacão, ô homi sortudo, Já o Nakagima, o Andrea de Cesaris o Schumackinho eram tão azarados, coitadinhos.

  • Bem, moro fora do Brasil.
    A NBCsN primeiro mostrou um pouco da história da Mercedes na F1, uma hora de um filme super legal sobre os estrelas prateados.
    Depois eles tem mais uma hora de analises e entrevistas com pilotos e dirigentes e tudo que aconteceu na pré temporada.
    A única parte realmente ruim é na corrida, eles param a transmissão para passar comercial e quando voltam as vezes tá tudo diferente. o que é facilmente contornável agora que tem uma outra emissora em espanhol transmitindo a corrida, narração lastimável, mas é só voltar pra NBCsN quando o commercial acaba.
    A é, e quando as corridas são 7 da manhã aí no Brasil, é quando o fuso daqui pra aí está em 3 horas e tenho de acordar as 4 pra assistir.
    Interessante que o narrador e os comentaristas, 3 ingleses, 1 americano, tem uma empatia enorme com os pilotos brasileiros.
    No mais, Melbourne sempre deu uma ótima festa fora da pista e corridas insossas!!!

  • A mais sem graça primeira corrida de temporada da historia da F1, conseguiu ser mais deprimente e tediosa que os papagaios da Globo e o decadente deselegante cantor Bobāo. somados. Como é que pode pilotos pagantes marcar ponto na primeira corrida e ninguem abre os olhos de admiracao. Pra mim, esse quinto lugar de Nars nāo significa nada, apenas que a F1 está cavando a propria cova. Uma tristeza.

  • Que transmissão horrível, o cara que ta acordado as 2 da manha é o cara que gosta de F1 e quer saber os detalhes técnicos e tudo mais, não quer saber de opinião e artista meia boca pro esporte. Vamos falar a verdade, a globo ta querendo renovar a audiência, mas cara a grande maioria do pessoal que gosta do esporte começou assistindo com o pai, as chances daquele formato dar certo são praticamente nulas.
    A globo teria que começar a fazer uns testes, em algum FP1 na sportv botar o Luciano Burti e o Reginaldo narrando.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

março 2015
D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031