Arquivosegunda-feira, 5 de outubro de 2015

NO MÉXICO

N

SÃO PAULO (ficou bonito) – Eis o novo Hermanos Rodríguez, que recebe o GP do México no próximo dia 1º de novembro. A carona é com Emerson Fittipaldi, sem acelerar muito — o brasileiro é uma espécie de embaixador da prova. Fiquei impressionado com as arquibancadas. Menos impressionado com o que fizeram onde era a Peraltada, mas é da vida. O público mexicano é apaixonado por F-1. Vai...

ONE QUESTION

O

Qual a chance de um dos dez “Fiat-Chicletes” ter sobrevivido do jeito que chegou nas mãos dos vencedores desse concurso? Carlos Tavares mandou o anúncio.
ATUALIZANDO…
Vários blogueiros, pelos comentários, mandaram este link aqui. É o depoimento de um dos ganhadores! Sensacional! Precisamos achar esse cara!

TRÊS CARROS, DE NOVO

T

SÃO PAULO (não creio) – A situação da Red Bull preocupa? Sim. Se a fábrica das latinhas resolver dar um pé na F-1, quatro carros desfalcarão o grid no ano que vem — e ótimos pilotos, como todos que estão sob o guarda-chuva energético. Se as duas equipes resolverem ir embora, teremos times com três carros no ano que vem? É algo que será decidido em novembro, de acordo com Bernie...

VEM, COPERSUCAR

V

SÃO PAULO (que venha logo) – Um documentário sobre a história da Copersucar está no prelo, como a gente dizia antigamente (busquem no Google: “no prelo”). O cineasta Fernando Dourado está por trás do projeto, que começou há dois anos. Junto vem um livro, com fotos do grande Claudio Larangeira. Esperamos ansiosamente. A história dessa equipe realmente está para ser recontada...

ONE COMMENT

O

De todas as imagens do acidente de David Muffato em Guaporé sábado, a da câmera on-board é a menos impressionante, mostrando que os caminhões da Truck são muito seguros. E não tem jeito. Não há pista no mundo que segure caminhões de corrida, muito pesados e desengonçados. Motorsport is dangerous.
F-Truck: Muffato cai em ribanceira no autódromo de Guaporé

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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