SOS CURITIBA

SÃO PAULO (aí sim!) – A iminente venda do terreno onde fica o autódromo de Curitiba fez com que a comunidade automobilística se comovesse e algumas possibilidades começam a surgir. Uma delas é a manutenção da pista com o uso de parte do terreno para outros empreendimentos — como shopping, edifícios de escritórios, supermercado. A ideia surgiu num jantar no fim de semana que contou com a participação do brother Reginaldo Leme.

Já tem até projeto. Autoridades foram contatadas. Começo a achar que o circuito tem salvação.

pinhausarena

Comentários

  • Postei lá nos comentários da reportagem também. Uma ideia: construir um “curvão” inclinado por fora do “S” da curva 1 e reformar a curva zero, fazendo um oval. Traz a Indy (que tem grande interesse no Brasil) e tenta retomar categorias internacionais, como o WTCC. Aí sim teremos grandes possibilidades com turismo de eventos. Esse projeto que montaram é bem intencionado, mas muito difícil de sair do papel!

  • Já vi esse filme em Jacarepaguá. Até projeto com Hermman Tilke arrumaram mantendo os equipamentos construídos para os Jogos Pan Americanos de 2007 uma pista reformada para práticas automobilísticas – padrão FIA A. Estamos em 2015, meses dos jogos olímpicos Rio 2016 e não temos mais nada no terreno onde antes existia Jacarepaguá. Aliás, temos sim: construções de equipamentos esportivos numa área denominada de Parque Olímpico, que após os jogos, será parcialmente demolida (cerca de 60% de toda estrutura), dandy espaco para o principal motive da demolição do Autodromo Internacional Nelson Piquet: a construção de condomínios residenciais e comerciais no terreno que antes era localizado em Jacarepaguá, mas a Prefeitura mexeu suas fininhas e mudou para Barra da Tijuca. Coincidências? Um irônico Viva a especulacao imobiliária… Posso afirmar: eu vi um Autodromo ser demolido com esse mesmo argumento.

  • Já vi esse filme em Jacarepaguá. Até projeto com Hermman Tilke arrumaram mantendo os equipamentos construídos para os Jogos Pan Americanos de 2007 uma pista reformada para práticas automobilísticas – padrão FIA A. Estamos em 2015, meses dos jogos olímpicos Rio 2016 e não temos mais nada no terreno onde antes existia Jacarepaguá. Aliás, temos sim: construções de equipamentos esportivos numa área denominada de Parque Olímpico, que após os jogos, será parcialmente demolida (cerca de 60% de toda estrutura), dandy espaco para o principal motive da demolição do Autodromo Internacional Nelson Piquet: a construção de condomínios residenciais e comerciais no terreno que antes era localizado em Jacarepaguá, mas a Prefeitura mexeu suas fininhas e mudou para Barra da Tijuca. Coincidências? Via a especulacao imobiliária… Posso afirmar: eu vi um Autodromo ser demolido com esse mesmo argumento.

  • Inviável ! imagina as sextas feiras , o barulho dos carros , motos caminhoes treinando ….. nenhuma empresa (escritório) se instalaria em um local desse.
    Pra resolver isso só diminuindo a quantidade de corridas , se é pra diminuir que feche,

  • O efeito no entorno será um boom imobiliário. Projeto de primeiro mundo, porém em uma área com desigualdade social muito grande. Quase uma utopia, prato cheio para especulação imobiliária. Imóveis (favela) valorizando 1000%, imagina o caos…………….

  • Jura! Do jeito que é a má-vontade no brasil, vão lotear a bagaça e encher de casas-cubo (a nova onda do momento em arquitetura) para milionários como aconteceu com o Horto Florestal aqui em Novo Hamburgo. A não ser que no fim das contas seja mais lucrativo as edificações de caráter comercial.
    Novamente espero poder morder a minha língua.

  • Seria fantástico para a região, porque quem conhece o perímetro do Autódromo, sabe que na questão de infraestrutura e segurança, fica devendo (e muito) para os outros principais autódromos do Brasil.

  • Ótima ideia, muito bonito e moderno, torço para que dê certo, afinal são raros os bons autódromos no Brasil. Fechando este aqui em Ctba acabaria com um monte de eventos como o Campeonato de Arrancadas que é o maior sucesso, cursos de pilotagens de moto e carros, Track Day e muito mais. Fica aqui minha torcida pela continuidade deste.

  • Caramba, o Regi tá fazendo, na prática, o que a nauseabunda CBA deveria fazer….

    Acredito ser uma solução plausível.

    Duro é tirar dinheiro de empresário no atual contexto.

    Mas pelo que foi citado, até famílias de pilotos paranaenses querem entrar na jogada…

    E ao que consta, o busílis (como diria o nasal Fabio Seixas) da estória, trata-se dos 50% do Peteco….

    Não sei quanto seria esse “50% do peteco”, mas não deve ser pouca coisa.

    Torço para que uma solução aconteça. E que seja auto-sustentável, em termos de grana.

  • Olha, sou, como dizem, “Curitiboca”!!! Conheço e frequento o autódromo desde os tempos do “Seu” Flávio. Lembro, na re-inauguração, em 1.989, de uma prova de F-3 Sulamericana, onde o Christian Fittipaldi sagrou-se campeão e conquistou a “super-licença” (sim, a F3-Sulam tinha disso naquela época!!!). Grande pega com um argentino (Néstor Furlán, se não me falta a memória). Dia desses eu posto as fotos… Lembro das provas de 12 Horas de Curitiba e dos 300 anos de Curitiba (ambas vencidas pelo grande “Japa”, com seu Aldee). Lembro de umas provas de F-3000 (?) com o Ricardo Zonta… Lembro do Torneio Internacional de Dragsters, em dezembro de.1.996… Muito bem! Espero que o capital (especulativo ou não – embora eu não veja futuro no capitalismo, mas sim no cooperativismo comum) tenha o mínimo de inteligência para enxergar ao longe e perceba que valha mais “lucrar mil durante cem anos, do que dez mil durante dez anos!”. Esse projeto, espero, vai vingar! Basta se ter bastante respeito ao passado, moderado respeito ao esporte, um pouco de dinheiro, um mínimo de inteligência e um mínimo ainda de boa-vontade. É isso!