Arquivoterça-feira, 3 de novembro de 2015

ALEMANHA, ALEMANHA…

A

SÃO PAULO (não faz sentido) – Sebastian Vettel não entende o desinteresse dos alemães pela F-1. Não teve corrida lá neste ano. Nas últimas edições, tanto em Nürburgring quanto em Hockenheim, o público esteve longe, muito longe daquele que enchia os autódromos na década de 90 e nos primeiros anos deste século. E olha que tem um tetracampeão em atividade, e correndo pela Ferrari. Além de uma...

RED BULL, RED BULL…

R

SÃO PAULO (bom, se é assim…) – Nos últimos dias, surgiu a informação de que a Red Bull, brigada com a Renault e tendo recebido três “nãos” de Ferrari, Mercedes e Honda, poderia correr no ano que vem com os motores franceses, mas sem ostentar sua marca. Agora, Didi Mateschitz diz que não usa Renault nem que o touro tussa, como escreveu o Grande Prêmio no Twitter. Desse...

LORENZO, LORENZO…

L

SÃO PAULO (mais um que precisa ficar quieto) – Valentino Rossi recorreu da punição que sofreu pelo esfrega-esfrega com Marc Márquez na Malásia. Ele terá de largar em último na prova decisiva do campeonato, domingo em Valência. O tribunal vai anunciar o resultado do recurso sexta-feira. E Jorge Lorenzo, seu companheiro na Yamaha, com quem disputa o título, pediu para participar do julgamento...

LÍNGUA SOLTA

L

SÃO PAULO (alguém breca esse cara!) – Adoro o estilo de Hamilton. Em quase tudo. Guia pacas, faz tatuagem, pinta o cabelo, se veste do jeito que bem entender, vive a vida, se relaciona com o mundo exterior (existe gente na F-1, jornalistas incluídos, que acha que o planeta vai parar de girar se um dia a categoria acabar), tem amigos na música, nas artes, no cinema, em outros esportes, é um...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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