Arquivosexta-feira, 6 de novembro de 2015

O MONARQUINHA

O

SÃO PAULO (onde estará?) – Reprodizo ipsis litteris o texto publicado na página Romi-Isetta Brasil do Facebook: Em 1954, os italianos Oliviero e Mario Monarca, imigrados um ano antes de sua cidade natal Assisi, Itália, fundavam a Carrocerias Monarca Ltda., instalada no bairro do Bexiga, em São Paulo (SP). O estabelecimento passou a construir carrocerias de automóveis sob encomenda. Um dos...

A IMPRESSORA QUE FEZ

A

SÃO PAULO (inacreditável) – O carrinho aí em cima, uma réplica em escala 1:2 do Auto Union Type C que dominou as corridas de Grand Prix na segunda metade da década de 30, foi impresso. Isso mesmo, impresso numa impressora 3D. Em metal. A Audi está desenvolvendo máquinas capazes de imprimir peças metálicas em 3D, como mostra o vídeo abaixo. Foi o Ricardo Divila quem mandou o link. Às vezes...

SONHO MEU

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SÃO PAULO (o céu é o limite) – Gene Haas acha que sua equipe, que estreia no ano que vem com Gutiérrez e Grosjean ao volante, a dupla GG, poderá andar na frente da Ferrari. Isso mesmo. Da Ferrari. Que, aliás, fornecerá motores para o time americano. Segundo o dirigente, os italianos são “convencionais” no que diz respeito ao projeto do carro. E a Haas será mais ousada na...

SR. BATMÓVEL

S

SÃO PAULO – George Barris, o “rei da customização de carros”, morreu ontem aos 89 anos. Ele foi o criador do Batmóvel mais famoso entre todos os que serviram o Homem Morcego. Há quase três anos, o exemplar que estava com ele foi leiloado. Um sujeito do Arizona comprou, por 4,2 milhões de obamas. Vale a pena um passeio respeitoso pelo site oficial da Barris Kustom Industries para...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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