Arquivosegunda-feira, 9 de novembro de 2015

MASSA NO PADDOCK GP

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SÃO PAULO (que prestígio, hein?) – Semana de GP do Brasil, semana de programa especial no Grande Prêmio. O “Paddock GP” de amanhã terá a presença de Felipe Massa. Por conta dos compromissos do piloto da Williams, o horário será diferente: 16h30, ao vivo no nosso canal no YouTube. O link estará disponível amanhã na nossa home, ou aqui. Participem, assistam, mandem perguntas...

FOTO DO DIA

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Eu podia postar aqui uma foto-jabá do Mika Hakkinen andando com um carro esquisito na Paulista numa ação da Johnnie Walker, ou do Marcos Gomes que está com a mão na taça da Stock, ou do Lorenzo campeão, ou ainda alguma coisa da Nascar, mas o Carlos Tavares mandou este retrato tão singelo de Walter Soldan em 1980 num Fiat 147 lindo de morrer, e como não sei nem quem é Walter Soldan, nem onde foi...

NA OCA

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SÃO PAULO (irei) – “Paixão, Suor e Graxa”. Este é o nome do documentário que será apresentado amanhã à noite na Oca, no Ibirapuera. Quem mandou o aviso foi o Paulo Peralta, informando que o filme foi baseado no seu blog, o “Bandeira Quadriculada”. Detalhes para quem quiser ir estão no convite abaixo.

NOVELA CHATA

N

SÃO PAULO (por obrigação) – Agora a Ferrari diz que pode, sim, reabrir conversas com a Red Bull. Mas o motor não será o mesmo que a equipe italiana vai usar. Enquanto isso, Jean Todt admite que o regulamento que entrou em vigor no ano passado tem erros — no que diz respeito ao fornecimento para equipes clientes.
Já encheu o saco essa história. Mas temos de falar dela.

ESQUISITICES

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SÃO PAULO (lembra o quê?) – Jason Vôngoli manda a foto e pergunta se já publiquei aqui. Não lembro. Dei uma busca e encontrei um post de 2007 que fazia alguma referência a um Audi esquisito de Giugiaro, mas seria preciso uma busca mais refinada para encontrar o post e dane-se. Estou sem tempo. Então, aí está o Audi Asso di Picche, rabiscado nas pranchetas do famoso estúdio italiano. Espero...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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