Arquivodomingo, 15 de novembro de 2015

SAUDOSA MALOCA (20)

S

SÃO PAULO (até) – Pessoalmente, fiquei devendo nesta cobertura. A corrida não ajudou, teve a história dos atentados, o evento estava muito esvaziado, não honrei a camisa. Mas essa molecada… Da esquerda para a direita, o incansável Rodrigo Berton, o imparável Fernando Silva e a soberana Evelyn Guimarães, comandante do time em Interlagos — comigo no meio, cara de bobo de boné do...

SAUDOSA MALOCA (19)

S

SÃO PAULO (saco) – A FIA acaba de informar que Felipe Massa foi desclassificado e perdeu o oitavo lugar. Motivo: a temperatura do seu pneu traseiro estava irregular, quando foi medida no grid. A borracha estava a 137°C, quando a temperatura máxima permitida é de 110°C. Isso significa que a pressão deste pneu também estava em desacordo com aquilo que o fabricante, a Pirelli, determina...

SAUDOSA MALOCA (17)

S

SÃO PAULO (se você dormiu, não perdeu nada) – Foi ruim pacas, essa corrida. Como minha memória quase sempre, na F-1, é bastante recente, vou cravar: o pior GP do Brasil que já vi na vida. Para além do fato de não decidir nada (vice não é nada), não houve disputa relevante nenhuma. Tirando duas ultrapassagens de Verstappinho, por fora no S do Senna (sobre Pérez, na volta 31, e Nasr, na 58)...

PARIS

P

É política ou religião? Temos de matá-los, todos? É guerra, afinal? Por que sentimos tanto pelos mortos de Paris e quase nada pelos do Líbano, do Quênia, do avião russo? Quem são esses caras? O que eles querem? Os atentados de sexta à noite em Paris finalmente apresentaram o Estado Islâmico ao Ocidente. Mais ou menos como Bin Laden fez nos EUA em 2001, mostrando ao mundo que tinha nascido um...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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