Arquivoquinta-feira, 19 de novembro de 2015

PLAYBOY (✰ 1975 † 2015)

P

SÃO PAULO (sem dó) – A gente dizia que comprava para ler as entrevistas, que eram muito boas. E eram mesmo. Mas é claro que a gente comprava, escondido, para ver as mulheres peladas. “Playboy” vai acabar. A Abril informou que em dezembro sai a última edição, que será descontinuada — a não ser que alguma outra editora compre o título. Há algumas semanas, a...

PARABÉNS

P

SÃO PAULO (e é linda) – Hoje o primeiro carro brasileiro faz aniversário. Foi em 19 de novembro de 1956 que saiu da fábrica da Vemag, no Ipiranga, a peruinha Universal com motor dois tempos que daria início à saga da indústria nacional. A minha é a décima montada. Não se sabe de nenhuma mais antiga.

E NO MÉXICO

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SÃO PAULO (tá sobrando) – A etapa que estava aberta no calendário da Fórmula E está preenchida. Será, como se esperava, no México — no dia 12 de março do ano que vem. E pela primeira vez não será um circuito de rua ou aeroporto. A prova vai acontecer no Hermanos Rodríguez, mas num traçado completamente diferente do da F-1. A pista terá 2.140 m, vai usar o trecho do estádio de beisebol...

FOTO DO DIA

F

De uma série de três que o Alessandro Neri mandou e publicarei nos próximos dias. Quero que digam o ano, o piloto e o que mais quiserem — sem baixarias e sexismo barato, por favor.

O QUE PENSAR?

O

SÃO PAULO (não sei bem) – Conheço Tamas Rohonyi há anos e gosto muito dele. É o organizador do GP do Brasil há décadas, e já tivemos alguns arranca-rabos por conta de coisas que escrevi sobre a corrida de Interlagos em anos passados. Mas nunca faltou algo essencial da parte dele: respeito. Por isso, respeito muito a posição que o promotor externou sobre a F-1 no Brasil em entrevista ao...

NA AGENDA

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SÃO PAULO (não percam) – Avisa o Paulo Peralta que “Paixão, Suor e Graxa”, documentário que teve seu blog “Bandeira Quadriculada” como ponto de partida, estreia na faixa “ESPN Filmes” no dia 25 de novembro às 19h45 na ESPN. O longa de 72 minutos de duração, narrado por Emerson Fittipaldi e dirigido por Michel Dubret e Alethea Miranda, presta homenagem aos...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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