Arquivosegunda-feira, 23 de novembro de 2015

O NEO-FUTEBOL

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SÃO PAULO (vou me arrepender) – Eu não devia, mas tudo bem — é que falar de futebol para quem acha que o mundo começou quarta-feira passada tem se tornado um estorvo, muitas vezes. Mas vamos lá. Travo um embate diário com meus colegas na TV que, com seus argumentos, todos muito válidos, mas dos quais discordo e discordarei até a morte, defendem este modelo de futebol que em pouco...

DICA DO DIA

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SÃO PAULO (tenho saudades, sim) – O Carlos Bragatto mandou estes dois simpaticíssimos vídeos sem narração sobre a… Osella! Grande Osella! São imagens de 1990, com Olivier Grouillard (por onde andará?) no papel principal. Há cenas ótimas, principalmente aquelas em que a equipe comemora um raro bom resultado nas deliciosas pré-classificações. A diversão é tentar adivinhar os autódromos...

SUICÍDIO ASSISTIDO 2, A MISSÃO

S

SÃO PAULO (só doido) – Há uns dois meses coloquei aqui um terrível acidente com carro de rua em Nürburgringo, no Nordschleife. Deu briga, gente me xingando porque acho um absurdo liberar a pista assim para beócios motorizados. Alguns com bons argumentos, diga-se — melhor fazer cagada na pista, sozinho, do que nas ruas e estradas. Bem, não vou discutir isso de novo. O vídeo abaixo...

DEU BUSCH

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SÃO PAULO (merecido) – O cara perdeu 11 corridas por conta de fraturas nas pernas no início do ano, voltou a pilotar em altíssimo nível, reagiu, foi ao chase, e ontem em Homestead ganhou seu primeiro título. No dia da despedida de Jeff Gordon, Kyle Busch brilhou. E a Toyota conquistou seu primeiro título na categoria mais popular dos EUA.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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