Arquivosexta-feira, 27 de novembro de 2015

BON VOYAGE (2)

B

LONDRINA (foi bom) – A gente vai sair pra jantar, então depois conto direito. Mas o Voyaginho foi bem, hoje. Meu tempo, 1min38s591, não é particularmente impressionante por ter me colocado apenas em 18º no grid. Mas considerando que comecei o dia virando 1min45s e fechei o primeiro treino em 1min40s661, baixar dois segundos na classificação é bom. Muito bom. Porque o Nenê ontem, nos treinos...

PARA O MUNDO

P

LONDRINA (e esse “para” aí em cima é verbo, não preposição; maldita reforma ortográfica) – A Fórmula E vai introduzir na sua próxima temporada uma sub-categoria. Detalhe bastante relevante: os carros não terão pilotos. Isso mesmo, carros sem pilotos, elétricos, comandados por inteligência artificial.
Roborace é o nome da bagaça.
Estou ficando com medo do futuro.

TOMARA, TOMARA

T

LONDRINA (e por que não?) – Pessoal da FIM e da Dorna andou visitando o Circuito dos Cristais, em Curvelo. Parece que gostaram muito do que viram. MotoGP no interior de Minas? É possível, sim. O Brasil é um mercado importante para todas as fábricas envolvidas. Esse novo complexo esportivo e residencial de Curvelo (tem um condomínio anexo) é a coisa mais importante que aconteceu no...

BON VOYAGE (1)

B

LONDRINA (com calma, tudo dá certo) – O dia começou tarde por aqui. Farei meu primeiro treino daqui a pouco. A posição de banco não é a ideal, e ainda não estamos com o volante adequado. Mas o Voyage #69 já recebeu visitas ilustres, como as do infalível Nipo Luso e do impecável Rodrigo Mattar.
Daqui a pouco eu volto.

HABIB’S (1)

H

LONDRINA (sorry, periferia) – Macacada, estou em Londrina para correr. Não vi os treinos. Vi os resultados e o relato no Grande Prêmio. Vi que a Mercedes andou na frente de novo e que a Force India surpreendeu. Mas agora só tenho olhos para meu Voyage. Pista daqui a pouco, meta de tempo estabelecida: 1min40s. Qualquer coisa abaixo disso é lucro. Este post é só pra manter a tradição de dias...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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