Arquivosábado, 28 de novembro de 2015

BON VOYAGE (4)

B

LONDRINA (agora, Interlagos) – Meu Voyage tem quatro pequenos furos na tampa do porta-malas. E duas entradas circulares tapadas com chapa. Nos furos, um dia, sabe-se lá quando, um aerofólio foi fixado. Nas entradas, hoje fechadas, havia válvulas para reabastecimento. Meu Voyage, um dia, sabe-se lá quando, disputou corridas de longa duração. Mil Milhas, talvez? Quando? Quem? Ele foi...

HABIB’S (3)

H

LONDRINA (calma, já conto) – Rosberguinho acordou um pouco tarde no campeonato, mas está provando que pode, sim, enfrentar Hamilton. Que, por sua vez, está se queixando de “dificuldades” com o carro. Ora, ora, senhor Hamilton! Nico-Nico no Fubá fez, em Abu Dhabi, sua sexta pole consecutiva, o que não é fácil de conseguir em tempo nenhum. Pode conquistar a terceira vitória...

FOTO DO DIA

F

LONDRINA (e chove…) – Nada a ver com nada do meu fim de semana automobilístico, mas fiquei tão espantado com o que escreveu o Eugenio Chitt no Facebook que reproduzo e pergunto: como é que vocês aí de Itajaí nunca me disseram nada? Em Itajaí, SC, uma senhora tem uma coleção de minicarros que conta com esse Heinkel da foto. Tem até Fiat 500. No sábado ela tira o dia para passear com...

BON VOYAGE (3)

B

LONDRINA (sono) – Prometi que ia voltar para explicar por que minhas melhores parciais não foram registradas na melhor volta do dia. Rapidinho, então, porque tenho de dormir. Quando se pega um carro novo em folha, como é o caso do Voyage #69, é preciso “descobrir” um traçado por setores. Assim, nas primeiras voltas cada uma é dedicada e acertar um trecho específico. Depois que...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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