BON VOYAGE (3)

LONDRINA(sono) – Prometi que ia voltar para explicar por que minhas melhores parciais não foram registradas na melhor volta do dia. Rapidinho, então, porque tenho de dormir.

Quando se pega um carro novo em folha, como é o caso do Voyage #69, é preciso “descobrir” um traçado por setores. Assim, nas primeiras voltas cada uma é dedicada e acertar um trecho específico. Depois que você percebe que encontrou a melhor forma de frear, contornar, sair de uma determinada curva, vai para a seguinte. Até chegar ao que pode ser considerada a volta ideal.

Mas muitas vezes a gente é rápido num trecho comprometendo o seguinte. É preciso algum equilíbrio, pois. Sacrificar uma entrada de curva para sair forte dela e carregar velocidade para uma reta, por exemplo. Ou frear mais dentro em outra, matando a saída porque a reta seguinte é curta e vale mais a pena ganhar tempo na entrada do que na saída.

É possível monitorar isso com aplicativos de celular que mapeiam o circuito e dão os tempos em cada trecho. Eu não uso, porque… Porque não. Mas vou usar. Inclusive estou até sem o “hot-lap”, que me dá os tempos de volta. É ruim andar sem referência de tempo nenhuma. Se conseguir amanhã um treco pra prender o iPhone no painel, vou ver se consigo pelo menos essas informações. São muito úteis, não dá para fazer tudo na sensibilidade.

Estou sem câmera on-board, também, mas vou arrumar, prometo.

E até mais. Duas corridas pela frente. Um Voyage para conhecer. Uma vida para viver. Bye.

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