FOTO DO DIA

O Ricardo Squarizi mandou. Realmente, outros tempos. Imaginem hoje o Vettel no carro do Hamilton…

oturosdias

Comentários

  • Vi sem querer uma vez um documentário que mostrava a temporada de 76. Infelizmente não me lembro agora o nome. O depoimento dos envolvidos naquela temporada ( os melhores são os dos chefes de equipe da McLaren e Ferrrari, um metendo o pau no outro -rs ) faz a gente ver como aquela f1 era feita por seres humanos de carne e osso. Hoje, em comparação, parecem robôs andando cada vez mais em circuitos sem alma, padronizados. E o depoimento final do Lauda sobre o Hunt (infelizmente ele morreu muito cedo. Imagino como seriam ótimos o seus depoimentos nesse documentário ) é algo que emociona sem ter um pingo de sentimentalismo barato. E aí você acompanha toda a luta não só na pista, como nos bastidores ( sim, eu, ingênuo, achava que o tapetão na f1 era coisa mais recente -rs ). E, por fim, nem mesmo o melhor roteirista de todos os tempos conseguiria imaginar um campeonato tão imprevisível e emocionante. Aliás, se ele criasse um roteiro tal e qual a temporada de 76, provavelmente o produtor do filme lhe diria: ” Olha, você viajou. Isso daqui nunca poderia acontecer na vida real -rs “.

  • Havia mais cofraternização. Quando moleque, nos anos setenta, eu assistia as corridas de F1 aqui em Interlahos, nos boxes. Era comum, mas muito comum, se ver pilotos circulando entre o povo, sem frescura nenhuma ! Até o “Tio Bernie”….

  • Flávio, boa tarde! Ando meio por fora do blog, então não sei se é realmente novidade: mas o Netflix disponibilizou um documentário sobre as 24 Horas de Le Mans – o nome é Journey to Le Mans. Foi produzido em 2014, muito bem feito, vale a poema assistir.

  • Na verdade, essa foto é um exemplo do temperamento irreverente do James Hunt, sempre a tirar sarro da caretice do Lauda – como o filme “Rush” expõe.
    Mas, realmente, naqueles tempos, não havia esse papo de eletrônica (kers, suspensões e volantes cheios de segredos e tal…). A coisa era no braço, entre os pilotos e, na pista. Não tinha fiscal punindo ninguém por uma ultrapassagem mais ousada. E, havia mais leveza no ar. Hoje, parecem que são inimigos! Antes, eram no máximo, adversários de pista. Isso faz falta hoje, pois onde sobra técnica e tecnologia, falta em acessibilidade social…

    • Ou seja meu caro Farid ,os pilotos em geral ,eram mais humanos e menos robóticos . Assim como os carros eram mais mecânicos e menos abarrotados de sensores e parafernálias eletro/eletrônicas e aerodinâmicas ,onde exito ou derrota dependiam de um só grande “Sensor” que era o PILOTO ,hoje o engenheiro de pista decide até , onde e quando deve frear e em que marcha deve contornar esta ou aquela curva, cabendo ao pilotodroide obedecer corretamente a prévia programação. E hoje em dia os motores/transmissão não quebram tanto ,pois é impossível errar uma marcha ,que provoque o excesso de giros que causaria a quebra do motor ou transmissão ,pois o sistema é sequencial e ainda tem o limitador de giro e comandos com variação de levantamento eletrônicos.
      Tudo de bom para você e sua família neste 2016 !

      • É bem por aí, caro Luigi! Semre digo que não troco meia temporada dos anos 70, por três dos anos 2000! O que se ganhou em tecnologia, se perdeu em fairplay. A coisa toda vem perdendo a graça desde a era Schumacker/Ferrari…Assisto corridas pela TV desde 1972 e, para comparar, as duas últimas temporadas – com mais de 15 corridas – não ofereceram a mesma emoção que a primeira citada, nem mesmo com mais câmeras, mais atrações (pit stops, asas móveis, kers, etc…), mais pistas. Antes, pilotos disputavam posições roda a roda! Lembro do Arnoud e do Villineuve em Dijon, em 1979. Hoje, se houver algo parecido, ficam ambos punidos até os cinquenta anos! Absurdo! Oque antes era uma corrida, hoje é uma procissão. Lamentável! Mas, seguimos com esperança por um retorno aos bons tempos.
        Forte abraço e, feliz 2016 para você e os seus também!

  • Sr. Flávio, é comum o Sr. chamar pessoas de bem, de “fascistas” preconceituosos, porque divergem de sua opinião?
    E ainda mandar recado através dos outros? Que molecagem hein…
    Que baixaria Sr. Flávio…
    Vai por minha mensagem no spam?
    RS.
    Assuma o que faz Sr. Flávio.
    E para de ofender com alcunhas pesadas quem merece respeito pela sua história e colaboração no mundo automobilístico nacional…

  • Para mim na F1 actual tudo (mas tudo mesmo) o que se pode ver é “produzido” em ambiente laboratorial, de forma asséptica e sem qualquer emoção genuína, pelo que nada disto é possível de voltar a acontecer.
    Em suma: um imenso aborrecimento, só comparável ao bocejante desfile publicitário de viaturas alegóricas que alguns chamam de Grande Prémio. Há alguns (se calhar muitos) anos os GPs eram corridas de automóveis, ou seja coisas de loucos para as actuais tribos sociais.
    Voltando à loucura auto jurássica, se gostam desta foto vejam se conseguem aceder a esta:

    https://www.pinterest.com/pin/443815738250195830/

    Feliz 2016.

      • Bom então teremos dois Campeonatos de Automobilismo aqui em São Paulo, um da FASP/CBA e outro desta liga.
        Será que a CBA+FASP, vai realmente deixar isso acontecer?
        Alguns anos, o Piquet criou uma liga também que não foi para frente não sei por qual motivo.
        Se isso acontecer a migração de pilotos que hoje participam pela FASP, sera enorme, e a galinha dos ovos de ouro vai mudar de mão…..
        Não acredito muito que vão deixar isso acontecer, .
        Você acha que isso pode acontecer ? A FASP+CBA, não poderiam melar essa tentativa de termos um automobilismo mais barato aqui em SP?