Arquivoquinta-feira, 14 de julho de 2016

E VOCÊ?

E

bugatticr7

SÃO PAULO (eu sei…) – Cristiano Ronaldo, que curte um carrão, apresentou hoje pelo Instagram seu novo brinquedo. Trata-se de um Bugatti Veyron de US$ 2,6 milhões segundo a Tabela Fipe. “O animal chegou”, escreveu.

Isso aí dá mais de 8 milhões de têmeres-golpistas, mas vamos arredondar pra baixo. É uma grana preta. Hoje vi um carrinho lindo, fiquei doido para comprar, custa 30 mil. CR7 compraria 266 iguais a ele com a grana do Veyron. OK, ele merece. É um puta craque, um cara bacana, ajuda muita gente, levou Portugal ao título da Euro, vale cada centavo que ganha.

Mas eu, se fosse ele, não gastaria essa fortuna num automóvel. Não em um só. Pensei em fazer uma lista de desejos. Vou fazer, com valores estimados, para saber quanto preciso para ter a felicidade automotiva completa:

1. Vemaguet branca, 30 mil
2. Puma DKW ou Malzoni, 120 mil
3. Candango capota-de-aço, 30 mil
4. Belina azul, 18 mil
5. Corcel GT, 30 mil
6. Fiat 147 quadradinho, 20 mil
7. Fusca Pé-de-Boi, 20 mil
8. Voyage Sport 1.8, 20 mil
9. Kombi Safári, 60 mil
10. DKW F102 alemão, 100 mil
11. Trabant 1.1 Universal, 30 mil
12. Wartburg Station 1.3, 35 mil
13. Renault 4, 30 mil
14, 15 e 16. Vários Skodas, como um 136L, um 120L e um 100SL, 50 mil todos juntos (estou considerando a importação, claro, e coloquei os links para atiçar vocês)

Deu 593 mil. Não chega a 10% do carro do Ronaldo.

Pobre é uma merda. E você, compraria o quê, com 8 milhões de dinheiros? Só vale carro e moto.

NAS ASAS

N

sovietasasO Fernando Rees, brother do blog e do Grande Prêmio, mandou a foto. “Avião soviético em 1957”, diz a legenda. Alguém consegue descobrir qual aeronave é?

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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