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Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

26 Comentários

  • Estes vídeos com os sons da Fórmula 1 lembram-me sempre um dia em que estive a ver testes de F1 no Estoril e de que encontrei o vídeo embora eu não seja o autor do mesmo.
    Dos tempos em que a F1 estava 1 mês a testar no Estoril, lembro-me que depois desse dia estive cerca de 1 semana com zumbido nos ouvidos.
    Desse dia apesar de a filmagem se focar muito no Ferrari o motor cujo barulho mais me impressionou, pelo menos ao vivo, foi o motor Peugeot do Jordan de Barrichello, quando ele passava o barulho era um inferno fantástico.

    pode ser visto e sobretudo ouvido aqui

    https://www.youtube.com/watch?v=GHHsZrTNgsk

  • dava gosto de ver.

    hoje, sinceramente,não me interesso mais.

    A indy também perdeu um pouco a magia.

    tempo bom, na Indy,era o dos motores Ford e Chevrolet, junto com o Buick. Carros Reynard e Lola. hoje em dia tá sem graça, só se salva a Indy 500.

    Nesse vídeo, curioso ver Senna com Honda V12 e Modena, na Tyrrel com V10.

    isso é que é som de motor.

    cordiais saudações

    Ricardo

  • Olha…eu vou a Interlagos há 14 anos seguidos…eu sou um apaixonado por F1, e sou um machão que admite…eu brochei!!!!…kkkk, em 2014 quando ouvi o barulho desses motores atuais pela primeira vez…a brochada foi instantânea, parecia que eu estava numa competição de aspiradores de pó super potentes…, os coitados que vendem protetores de ouvidos na porta do autódromo perderam seu ganha pão dado o silêncio em volta de Interlagos, me senti como um marido que descobre a traição de sua grande paixão…, e por essas e por muitas outras que a F1 vem perdendo o público e o interesse, e vai continuar se não mudar e ouvir os fans da categoria, nós queremos barulho, motores V12, V10 aspirados, super potentes e barulhentos…queremos queimar gasolina, sentir cheiro de óleo e porque não um câmbio manual pra esses pilotos bunda moles de hoje, e eficiência energética é o caralho, deixa isso pro meu carro de rua, eu reconheço que sou um “corno” assumido…pois já comprei meu ingresso pra esse ano…mas de novo, senão mudar em poucos anos a F1 acaba.

  • Ainda mais em HD, dá um aperto no coração maior ainda. Para o mais novos entenderem, não é nostalgia, aquilo que se sente agora vendo esse vídeo é o mesmo que se sentia na época. O que se sente vendo a F1 de hj é o mesmo que se vai sentir daqui 25 anos. Nada.

  • Nossa !! a saudade é tanta que a vontade é de chorar… como era tudo mais simples e prazeroso de ver e principalmente ouvir. O que chama atençao em assistir ao vivo uma corrida é o barulho dos motores… e nao consigo entender pq mexeram nisso com essas encrencas de hibridos….

    Estive em Indianapolis e conversando com um americano sobre a F1 e ele teve o diagnostico final: A F1 virou uma competiçao de engenharia. As equipes procuram os melhores engenheiros… Pilotos que colocavam a faca entre os dentes nao sao mais necessários. Pra comprovar isso, vi numa reportagem o dono da Haas dizendo que ele teve procurar engenheiros na NASA pra montar a equipe….

    Bernie… Jean Todt… façam um bem aos apaixonados por automobilismo…. traga de volta os anos 90 a categoria… por favor….

  • Lembro-me de quando fui assistir o GP do Brasil em 1988, em Jacarepaguá. O público chegava bem cedo para conseguir um bom lugar na arquibancada. Ficava aquele monte de gente conversando, até que ligavam o primeiro motor, ainda de manhã, porque havia warm-up. Aquele som nunca saiu da minha memória!

  • As coisas sempre começam bem, ai chegam os caminhões de dinheiro e tudo fica cagado!
    F1, Futebol, lutas … os esportes olímpicos ainda se salvam, pq os caminhões de dinheiro ainda não chegaram lá.

  • Que coisa maravilhosa.

    Curioso era a diferença dos V10 Honda dos V10 Renault…. os franceses fazem um som mais agudo, enquanto as usinas japonesas eram mais graves… E curiosamente os Tyrrell, que também usavam os Honda, tinham outro ruido…

    O fato é: carro simples é muito mais bonito. Asas limpas, formatos harmônicos, pneus largos, motores barulhentos, faíscas no assoalho e asas…..

    Acredito que a beleza dos monopostos atingiu seu ápice do final dos anos 80 até final dos 90. De 2000 pra cá , virou uma suruba de penduricalhos, que como disse o amigo lá em cima, não ganha porra nenhuma (viram o Raikkonen correndo sem os apêndices aerodinâmicos da asa dianteira, e ainda dando calor no Verstappen) e só deixa o carro uma coisa hedionda de tão feia…

    Tirem essa merda de MGH-K/H, motor V6 que faz menos barulho que qualquer 147 de escape aberto, limpem esses carros, façam as proteções de segurança necessárias , e esperem os resultados.

  • Que saudade que dá de ver os carros faiscando, o fogo saindo pelos escapes nas reduções de marcha, os discos de freio incadescentes e principamente o som dos motores V8, V10 e V12 que era uma perfeita sinfonia, enfim essa sim era a verdadeira F-1!

  • Definitivamente esses eram os sons da F1 … principalmente para quem, como eu, frequentava os autódromos …
    Lembro quando chegava ao autódromo atrasado, na época das “pré-qualificações” às sextas, com Osellas, Arrows, Minardis … que começavam as 8h e já escutava da Av. dos Jangadeiros os sons dos carros.

    Sem contar que eram mais bonitos, sem os penduricalhos aerodinâmicos que fazem ganhar 0,00porranenhuma por volta.

  • Piração!!!
    E como eram lindos esses carros! Aerofólios largos, asas dianteiras com apenas duas aletas, carros “limpos”, sem penduricalhos aerodinâmicos.
    Minardi com seu tradicional preto-branco-amarelo, lindo!
    A Jordan com cara de Jordan! Tyrrel, forte com motores Honda!
    Espetáculo!
    E curiosidade: este foi o último GP do Prost pela Ferrari (ele foi demitido após a corrida por chamar aquela Ferrari de “caminhão”).
    Tempos muito legais!

  • Na minha opinião, foi a “era” dos carros mais bonitos da F1, a Jordam então, sem comentários, nota-se que todos os carros eram um pouco diferentes na dianteira, a Tyrrel com o bico e asa de Gaivota, a Beneton com a frente mais alta, a Mnardi, com um esquema de cores muito bonito, enfim, sem saudosismo, mas se compararmos com hoje, carros e sons, não vejo nada de melhor.

  • Muito legal,poderia voltar a ser assim pelo menos um pouco.

    Curioso o logo inicial do video e de um jogo de F1 feito na mesma época em 91 para Arcades tirando o “Special” deve ser alguma versao que ficou no Japao.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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