Arquivoquinta-feira, 29 de setembro de 2016

NAS ASAS

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jumbodagua

SÃO PAULO (caramba) – Como diz meu amigo coronel José Ma2Tos em seus inconfundíveis e-mails sobre DKWs e/ou aviação: “Repasso”.

Um Boeing 747-400 foi transformado em “lago ambulante” para combate aos grandes incêndios. O avião, que fez esta semana uma primeira demonstração, pode transportar até 75 mil litros de água ou de retardador de incêndios. É apresentado como o maior e mais rápido super-tanque do mundo. O avião vai ficar pousado em Colorado Springs e a empresa proprietária, a Global SuperTanker Services, diz que em três horas ele pode chegar a qualquer local do oeste dos EUA. E, se necessário, pode estar em qualquer local do mundo num limite de 20 horas.

Achei realmente incrível esse negócio. Imagino que administrar as transferências de peso dentro da fuselagem deve ter sido um desafio e tanto.

CORVETTÃO NO “NITRO”

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SÃO PAULO (vamos de novo) – Inauguramos no “Fox Nitro”, nosso programa semanal no Fox Sports, um quadro chamado “Nitro Clássicos”. Pelo jeito, vou retomar aquela linha de matérias na TV com carros antigos que fiz em passado remoto. A primeira foi sobre a Vemag, mas naquela fui apenas personagem — o Jackson Pinheiro, excepcional repórter, fez a reportagem; em breve coloco o link aqui.

No programa desta semana, fui à loja do querido amigo Maurício Marx para mostrar um dos primeiros Corvettes que chegaram ao Brasil, fabricado em 1953. Deem uma olhada e digam o que acharam.

printnitrocorvette

GALVÃO OU NÃO?

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SÃO PAULO (adoro ele) – Há dez dias, depois que o colunista Flávio Ricco publicou no UOL uma nota dizendo que a F-1 na Globo não terá mais Galvão Bueno no ano que vem, ouço a mesma pergunta: o “Papagaio” fica, ou não?

[bannergoogle]Claro que ninguém fala “Papagaio”, é apelido meio intramuros, só jornalistas e colegas de trabalho o chamam assim. O fato é que Galvão tem narrado pouca F-1 neste ano, e isso alimenta especulações. Some-se o fato de que ano que vem o Brasil terá apenas um piloto, Felipe Nasr, em equipe pequena, e qualquer coisa pode acontecer, mesmo.

Mas o GRANDE PREMIUM foi apurar a história toda e o resultado está aqui.

E pergunto a vocês: Galvão ou não? O que vocês preferem na F-1?

DIRANI NO “PADDOCK”

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SÃO PAULO (semana que vem, terça de novo) – O “Paddock GP” teve de ser transmitido nesta semana na quarta-feira, por questões interplanetárias, e por isso acabei não participando. Não fiz falta nenhuma, como pode se ver no vídeo abaixo — para quem perdeu ao vivo. Victor Martins, Juliana Tesser e Gabriel Curty receberam o piloto Dennis Dirani e o amigo internauta da “Scuderia GP” Thiago Pimenta. Vejam, ficou demais!

DICAS DO DIA

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SÃO PAULO (correndo) – Nesse mar de coisas da internet que a gente acaba não vendo, achei meio por acaso esta ótima matéria de Marcelo Moura, escrita em 2010 para a “Quatro Rodas”. Trata-se de uma visita à casa de Ayrton Senna em Tatuí, interior de São Paulo, onde até hoje vivem, relativamente reclusos, seus pais. Muito interessante a casa anexa onde o piloto guardava seus brinquedos — como aviões, miniaturas, carrinhos de controle remoto, equipamento de aeromodelismo, uma de suas paixões –, quadriciclos, jet-skis etc.

Seis anos atrás, estava tudo intocado e organizado. Uma cápsula do tempo. Impressionante.

Ah, cheguei na matéria depois de ler esta outra aqui que me mandaram, do Senna testando 12 carros brasileiros para a revista, em 1984. É bem legal. E nota-se que ele gostava da Ford. Não por acaso, viria a ter uma revenda da marca anos depois.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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