DICA DO DIA

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

14 Comentários

  • Tocada bonita do Rubinho.
    Nessa época, protagonizando F-1, F-3, F3000… 26 anos atrás…
    E hoje, nada. Só um Mateus Leist aqui, outro ali como coadjuvante…
    Que bosta virou nossa participação em automobilismo de monopostos.
    E a tendência é praticamente desaparecer.
    Pena.

  • O nº 1 (vermelho e branco)…Jordi Gene (West Surrey Racing, mesma equipe do Rubinho.
    Nº 19 (preto)…Rickard Rydell, sueco, pilotando o TOM´s Toyota 031F
    Rubinho utilizou um Ralt Honda.

  • o locutor até se assustou quando percebeu o Diniz na frente do Barrichello!

    o carro branco que aparece deve ser do Hineki Noda, que chegou a disputar algumas corridas na F1 naquelas equipes horrorosas de 94, 95

  • Esse vídeo é uma nostalgia de algo que nunca vi nem senti. Explico: nasci na década de 1990 e só tive contato com a Fórmula 1 atual; insossa, “high tech”, e cujos pilotos não pilotam verdadeiramente seus carros. Essa coisa de mudar a marcha com a mão é emoção pura!

  • Saudades…
    Foi uma temporada de F-3 sensacional (eu assistia os vt’s que passavam na tv cultura no sábado à tarde), que revelou muita gente boa, embora tenha ficado um gostinho de decepção haja vista que essa geração não obteve título na F-1 como se esperava… Acho que todos esperavam mais de Barrichello e Coulthard, Gil de Ferran nem sequer chegou à F-1, assim como André Ribeiro, Oswaldo Negri, Marcel Albers e Jordi Gene (os irmãos destes dois chegaram, mas não fizeram quase nada); Hideki Noda até fez uma ou outra corrida, e Pedro Paulo Diniz até se saiu melhor do que o esperado na F-1, visto que era muito fraquinho…

  • Algumas das melhores corridas de fórmulas que assisti eram as do Daniel Ricciardo nos tempos de F3. Se não me engano era o Sportv que transmitia. Nesta fase juvenil, pré F1 ou GP2/F2, a molecada une em doses ideais a habilidade e a falta de juízo típica da pouca idade. Além dos carros menos sensíveis à perda de downforce quando andam próximos. Corridas épicas.

    • É verdade. Em 91 foi quando fizeram a primeira reforma e surgiu aquele miolo antes de reta – já aparece nesse vídeo. Também castraram Zeltweg (a antiga era a pista mais animal que já vi, junto com Elkhart Lake, Suzuka e Laguna Seca), Hockenheim (nunca mais assisti a corridas depois que tiraram o trecho da floresta).
      Só Monza e Suzuka escaparam – espero que para sempre – das modernizações e tilkianismos.

      P.S.: só eu acho um tédio o monopólio da Rolex, do Santander ou da Emirates nos patrocínios nas pistas? Antigamente, em Monza, por ex., tinha patrocinador e outdoor de tudo, era bonito.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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