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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019 - 11:58Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: A ESTREIA DE SENNA

13 comentários

  1. CRSJ disse:

    Nesse GP de F-1 em 1984 no Rio, o Senna estreou de forma discreta largando em décimo sexto dando apenas oito voltas e sendo o primeiro a abandonar.

  2. Niva Skywalker disse:

    Prezado Flávio
    Acompanho a F-1 desde 1980, ainda com Luciano do Vale no comando. Desde então perdi poucos GP’s. Essa década de 80 à 90 foi uma época de ouro, corridas emocionantes, especialmente pelos nossos estimados pilotos. Por isso suas histórias tem nossa total atenção. Lembro muito bem dessa estreia de Senna e nesse mesmo ano o show de pilotagem em Mônaco.
    Abraço

  3. Leandro Godinho disse:

    Flavio, a Globo tocou o Tema da Vitória pela 1ª vez pro Senna no GP de Detroit de 86 porque no sábado a Seleção havia perdido pra França e sido eliminada na Copa do México. Acho que também foi por isso que o Senna pegou a bandeira do Brasil pra volta da vitória – lembro bem dessa corrida e de ver na tv porque foi num 22 de junho, aniversário da minha mãe

    • Televino disse:

      E, salvo engano, essa corrida foi narrada pelo Luís Alfredo e só foram exibidos alguns momentos porque coincidia com o horário dos jogos da Copa (e o Galvão e o Osmar Santos eram os narradores principais da Globo e estavam no México obviamente; aliás, os jogos do Brasil eram narrados pelo Osmar).

  4. Saima disse:

    Esse outro piloto era Fulvio Ballabio, cuja família tinha uma editora que publicava coisas da Disney na Itália. O mundo devia ser mais legal naquela época.

  5. Lellis disse:

    Como não reli o que escrevi, o que relatei foi em 1984.

  6. Lellis disse:

    Flavio, não no GP , mas nos treinos que você relatou, há um fato que considero muito importante que não foi mencionado. Naqueles testes foi a última vez que o Emerson andou num carro de F1. Sei porque estava la com ele pois o patrocinamos, somente para o teste, preparando o (ré) lançamento da marca STP no Brasil, por uma empresa então do Grupo Shell.
    Ele andou muito pouco pois só andava à tarde, e havia um outro piloto iniciante que andava de manhã. Esse piloto dois dias seguidos estourou o motor por exceder as rotações. A equipe era mínima, sem estrutura para arrumar o carro a tempo.
    Na época, para minha felicidade, a Folha e outros jornais registraram, citando fortemente marca.

  7. Carlos disse:

    Se não me engano, o ingresso era apenas picotado.
    Fui sozinho, de ônibus leito. Me hospedei em um hotelzinho que não me esqueço o nome: “Hotel Rio Claro” que, se não me falha a memória, ficava no Flamengo. De lá até o autódromo ia de ônibus de linha, margeando as praias até a Barra, passeio que valia a viagem.
    Fui para assistir a tudo: treinos, tomada de tempo, enfim, cheguei na sexta feira pela manhã e só voltei no domingo após a corrida.
    Foi minha primeira aventura sozinho, o máximo que viajava era de São Pedro a São Paulo. No ano anterior, foi com uma excursão, para aprender os macetes de como chegar até lá. Já no ano seguinte, animado com a ideia, pus o pé na estrada para valer e fui para a Europa, viver um ano na Itália e viajar tudo o que fosse possível.
    Além da estréia de Senna na F1, teve também a de Michele Alboreto pela Ferrari.
    Ah, os vinte anos, ótimas lembranças…

  8. Carlos disse:

    Pois é, eu também estava lá, uma “vida” atrás…

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