8 EM 8

frijnsparis

SÃO PAULO (tá legal) – Goste-se ou não dos carros e das corridas da Fórmula E, é impossível não ver emoção num campeonato que, em oito corridas, teve oito vencedores diferentes de oito nacionalidades na temporada — e de sete equipes. Hoje foi a vez do holandês Robin Frijns, em Paris. Foi a primeira corrida com chuva da história da categoria. Veja os vencedores:

1ª etapa, Ad Diriyah (Arábia Saudita), António Félix da Costa (Portugal), BMW Andretti
2ª etapa, Marrakesh (Marrocos), Jérôme D’Ambrosio (Bélgica), Mahindra
3ª etapa, Santiago (Chile), Sam Bird (Inglaterra), Virgin
4ª etapa, Cidade do México, Lucas Di Grassi (Brasil), Audi
5ª etapa, Hong Kong (China), Edoardo Mortara (Suíça), Venturi
6ª etapa, Sanya (China), Jean-Eric Vergne (França), DS Techeetah
7ª etapa, Roma (Itália), Mitch Evans (Nova Zelândia), Jaguar
8ª etapa, Paris (França), Robin Frijns (Holanda), Virgin

Comentários

  • Há F-E é prova que a troca constante de vencedores não salva uma categoria de ser chata demais.
    Esses circuitos de rua e as regrinhas de videogame da F-E falharam na tentativa de trazer modernidade, o resultado é uma corrida cansativa de assistir (muito por causa dos circuitos improvisados) e até cafona algumas vezes.
    Não traz “o clima e os bons momentos do automobilismo” formula “raiz” de décadas passadas.
    Parece tudo muito amador, improvisado.
    Assistir a F3 e a F2 é muito mais interessante.
    E isso só mencionando as categorias fórmula.
    É preciso “repensar o produto”.

      • Desculpe-me dar um pitaco em seu muito bem coloca comentário . Más na minha opinião esta Formula teen , pois é bem ao gosto .
        E também vendo e ouvindo a narração , sempre me ocorre o pensamento : Será que na Itália ,que tem duas equipes na Formula 1 , tem indústria automobilística própria ,os narradores italianos , quando passa o Giovinazzi , fica no ufanismo de que seja melhor que Hamilton ,só não provou ainda , quando todo mundo que tenha pelo menos uns 5 ou 6 neurônios ativos ,sabe que é só mais um de bom piloto italiano e nada mais . porque judiar de nossa inteligência este narrador da Fox TV .
        E esse nojento ” Politicamente Correto ” que no caso dos automóveis elétrico uma farsa, pois ninguém fala do lixo acumulado quando as baterias já não puderem ser reaproveitadas , com todo material altamente poluente e de difícil decomposição sem gerar grandes danos ambientais . Mais uma vez o povo está sendo enganado e batendo palmas para quem os engana .

  • Acho que tá na hora da Fórmula E começar a rever suas bases. Esses carros novos estão muito grandes e largos para essas pistinhas que eles montam no meio da rua. Fora esse artifício mequetrefe de botar os ponteiros prá trás no qualify.
    Desse jeito, periga perder o público e a audiência que conquistou nas primeiras temporadas. Tem que decidir se vai ser esporte ou show de quermesse.

  • Ainda vejo a FE como um grande evento e não como um campeonato de automobilismo. Pior, mesmo inventando aquele troço do Mario Kart, não acontece nada…
    A passagem da primeira volta quase sempre é o resultado da prova, salvo é claro algumas porradas ou cagadas mesmo dos pilotos.
    E por mais que o grande Téo José tente criar um clima de competição, a corrida não encanta.
    Na minha opinião Flávio, o principal motivo seja as pistas ruins, sem graça e apertadas, porque talvez se as corridas fossem em autódromos de verdade acho que seriam bem diferentes.

  • Eu adoro a F-E mas tem um fator que tem que ser considerado e muito nessa questão de vencedores diferentes que é o formato da classificação! Os pilotos mais fortes tem largado quase toda corrida mais pra trás por causa desse formato esquisito que a F-E ta usando no qualify!

    • Tbm não curto nem um pouco esse modelo de qualify. Fora as pistas toscas e punições esquisitas. Mas é divertido de assistir as vezes, com muitos refugos pilotando na mesma pista a chance de dar merda é sempre alta