Comentários

  • Impressionante como o pessoal do Grande Premio (todos eles) não colocam Bottas como adversário de Hamilton. Não respeitam o piloto que tem feito um bom papel desde 2013, e que esse ano faz um campeonato excepcional.
    Que Hamilton é melhor e tem mais chances OK, mas reduzir as chances de Bottas à quase zero, é falta de bom senso.
    E quando o Bottas ganha então? É uma ironia, “será que é ele mesmo?” “o que será que aconteceu na floresta encantada?”
    Denegrir a imagem do piloto é ridículo, ele é bom e é capaz, o problema é o adversário. Quem bate o Hamilton de hoje no grid atual com o mesmo equipamento? Só Verstappen, talvez Leclerc ou Vettel e mais ninguém. Então hoje temos 16 pilotos medíocres???… Não!
    Bottas sempre foi forte, e acredito que tem chance de ser campeão, não é o favorito, mas também a chance não é mínima.

  • Seria melhor não ficar pensando na previsibilidade desse campeonato pra não desanimar, assistir outras categorias fora da F-1 de vez em quando é bom pra variar, o brasileiro Matheus Leist por exemplo conseguiu um milagre chegando em quarto na versão mista de Indianápolis na Indy.

  • Patética a imagem da cabeça do post, com o link para o vídeo.
    Bottas vibrando como se houvesse faturado o título .
    Hamilton só de boa, sorrisinho maroto na miúda.
    Ridículo o finlandês.

    • Salário altíssimo em dia, trabalhando na melhor equipe da atualidade.
      O rapaz embora estragado, tem uma mulher que é linda demais.
      O cara ta disputando o título com o melhor da década.
      Realizado, milionário, jovem tem a vida pela frente….. sinceramente só no mundo que você vive que ele teria que estar triste.

      • Ninguém aqui disse que ele deveria estar triste.
        O que eu disse é que o entusiasmo exagerado da foto não condiz com o momento, levou uma luneta estratosférica do LH na corrida, depois do brilhareco no treino e da arregada na largada.
        Deu a desculpa da embreagem, já desmentida pela equipe.
        Chegar em 2º, até eu chegaria com uma nave dessas, bastaria eu ter 3 x 30 a menos, anos, quilos e centímetros, ok!

  • Ano tristonho? Na Fórmula 1, não! Ano histórico! Cinco dobradinhas nas cinco primeiras corridas do ano! Tudo bem que uma delas foi com um misto de sorte e competência (sorte da Mercedes pelo problema na Se Ferra-ri do Leclerc e competência de Hamilton para ultrapassar a Se Ferra-ri do Vettel, que errou e rodou, ficando atrás do Verstappen). Mas, esporte é isto: misto de competência e sorte. às vezes, uma equipe ou um(a) esportista faz tudo certo, mas não consegue o objetivo (quanto jogador de futebol faz de tudo em campo – até chover – mas a bola insiste em não entrar no gol). Faz parte!

    Vamos Mercedes! Quero mais dobradinhas e títulos!

      • Prezado Segafredo, estou indo às forras com meus vizinhos torcedores da Se Ferra-ri e da Red Mula. Zoaram bastante no início dos anos 2000 e no início desta década, respectivamente. Agora é minha vez.

        Prezado Paulo Pinto, por favor, pare com esta síncope de acreditar que o Segafredo e eu somos a mesma pessoa. Com todo respeito, acho que, se continuar assim, tenha cuidado para não ser internado.

      • Pra cima de mim, Sennafredo? Não cola…
        O jeito de escrever é único para cada pessoa e eu sou bom em interpretação de textos.
        E tem outra: quando apontei que ambos eram a mesma pessoa, o Renato mudou radicalmente o modo de escrever.
        Esse nick já está manjado, da mesma forma que o Micromax e o McLaren-12.
        Mude o disco!

      • O FG não se mete nessa picuinha de torcidas e nicks sobressalentes. Ele tem mais o que fazer. Eu mesmo não sei porque estou perdendo tempo com você, um cabeça dura que não enxerga o óbvio!

      • Prezado sr. Paulo Pinto

        Reitero, mais uma vez, que não sou a mesma pessoa que o sr. Segafredo. Realmente o jeito de escrever é único para cada pessoa. Quanto à sua interpretação de textos, não tenho nada a afirmar pois não o conheço.

        Sobre o meu modo de escrever, eu nunca o mudei, quanto mais radicalmente, como o senhor afirma. Caso o senhor ainda tenha alguma dúvida, consulte os comentários publicados por mim no ano passado. Verá que o modo de escrever é, sempre foi e sempre será o mesmo e diferente do que o senhor Segafredo utiliza.

  • Simples. Quer acabar com a dominância da Mercedes?
    Que façam o mesmo que fizeram com a Williams em 94.
    Proíbam o uso alguma coisa que dá a Mercedes toda essa diferença para outros carros, como fizeram com a suspensão eletrônica inteligente da Williams.

  • Concordo com toda sua análise Flávio Gomes. Tivemos campeonatos no passado, como em 1988, em que uma equipe era dominante como a Mercedes esse ano. No entanto havia uma disputa clara entre os pilotos dessa equipe e eles eram de nível equivalente. O campeonato , se é que temos um, está chato. Fato.Eu se fosse a Mercedes, para não perder terreno com uma eventual mudança de regulamento, demitiria o Bottas e contrataria um piloto de alto nível, como Alonso ou Verstappen para tornar a disputa clara dentro da equipe o que atrairia a atenção do público, pois teríamos nessa configuração um campeonato de fato.

    • O Alonso bi-campeão do mundo enfrentou Hamilton em 2007.
      Hamilton um garoto que estreava na F1, que errava, que não tinha cabeça boa. E o confronto foi igual.
      O que te faz pensar que um Hamilton mais experiente, que dificilmente erra, que tem um controle mental fora do comum e (somente) penta-campeão do mundo, perderia para um Alonso que já não tem a performance de outrora?
      Vertappen OK, ele tem talento acima da média e disputaria de igual pra igual, porém é possível o Bottas deste ano disputar o título com o Inglês.

  • Isso só mostra o quanto o Bolsonaro é um visionário.

    Para dar mais emoção à F-1, vamos antecipar o GP Brasil, construir Deodoro a toque de caixa e o carro que terminar a prova sem explodir no campo minado, terá alguma vantagem.

    Imprevisibilidade total! Reviravolta no campeonato, como nunca!

    • Feito a toque de caixa, o asfalto quebra antes que eles tenham a “oportunidade” de passar por uma mina.
      Mario Kart da vida real.
      Pena que não vai acontecer. Só se fizerem uma nova versão do jogo com o traçado que a tchurma do barulho propôs.

    • Os pilotos teriam que superar snipers, os cidadãos de bem fazendo arminha ou portando armas reais para sinalizar a pista e, apenas Hamilton, um pretenso príncipe que acha a escravidão normal para o ser humano.

    • Minha esposa no domingo comentou “peraí, é a montadora que escolhe quais os pneus que eles vão correr?”
      E eu expliquei “é mais ou menos isso, eles decidem quais pneus vão disponibilizar e a equipe faz a estratégia dela dentro daquilo ali…”
      E ela terminou “que palhaçada”…
      Eu defendo afrouxar o regulamento. Pneu chiclete pra classificação, abertura pra montadoras e mais liberdade pra cada equipe fazer o que quiser. Até usar só um tipo de pneu, se achar conveniente. Uma Williams poderia tentar surpreender colocando pneus de maçaranduba real das florestas britânicas e tentar fazer a corrida inteira sem parar, já que não têm velocidade de reta, de curva, nem em lugar nenhum.

  • Flávio
    A única coisa que a Liberty pode fazer é ter menos regras e liberar mais as equipes para testes e/ou outras soluções que nem sempre seriam as mais caras, porém mais inventivas.
    Por outro lado, não se pode punir a competência da Mercedes, a regras são iguais para todos e ela se saiu melhor.
    Quanto a Ferrari, é o contrário e sua incompetência pode deixá-la até atrás da Red Bull..
    Em relação as corridas chatas, também se deve ao excesso de regras ( uma idiota é ter que usar 2 tipos de pneus obrigatoriamente, pra quê?), liberem-se mais os pilotos e punam apenas o que for mais grave e não acidentes de corrida.

  • 2019 não será fácil, o Botas terá que ser uma versão remasterizada do Rosberguinho (o que não será fácil), só assim para superar o implacável Hamilton (que fica melhor a cada ano que passa).

    Só nos resta a torcida pelo milagre da Honda descobrir pelo menos 50 cavalos no seu motor na semana que vem (achava que era necessário de 30 a 50… depois da Espanha tem que ser no minimo 50 cavalinhos).

    Fica também a torcida para que o chassi da Ferrari nasça em melhor forma em 2020..

  • O ponto mais complicado é o orçamento de cada equipe. Uma Renault, que obviamente não é fraca, dispõe de menos da metade da verba de Mercedes e Ferrari. Williams não chega a um terço. É claro que haverá um fosso na questão técnica. Mas é estranho falar em limitação orçamento naquela que é a categoria topo do automobilismo mundial…