“GP ÀS 10”: VALEU POR LAUDA

&

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

45 Comentários

  • Só dois mereciam a vitória em Mônaco, o Hamilton e o Verstappen, o resto só seria por acidente de percurso.
    Agora tudo que a Mercedes conseguir esse ano em vitórias deverá ser em Homenagem ao Lauda.
    Na Indy 500 o francês Pagenaud foi o Pole e o Vencedor da corrida, o que é uma coisa rara por lá hoje em dia.

  • Muito bom Flavio, mas estou com raiva e vou repetir partes do sua opinião. O drama encenado com o pneu foi acunhado para satisfazer os caprichos da pequena e ressentida mente do Mr. complexo de inferioridade LH, e o da chuva para os infelizes da transmissão do evento que estão no negócio de aparentar paixão e surpresa num jogo cartas marcadas e que enganam porque que o torcedor de F1 gosta. A Mariana da Globo entao, coitadinha toda molhada, parecia que tomou banho de catarata nas imgens mostradas para ilustrar a tempestade.

  • Em algumas categorias temos carros diferentes para correr em alguns circuitos (os Indy pra andar nos Superspeedway) por que a F1 não produz carros especiais pra andar em Mônaco. Carros menores , talvez mais estreitos, como as “baratas “ antigamente. Garanto q teria mais ultrapassagens e disputas.

  • Na próxima corrida não tem homenagem ao Lauda. Assim, é possível que Hamilton não esteja tão empenhado assim. Torcer pra isso acontecer e pra Bottas beliscar a vitória. Senão, Hamilton 2019 será ainda mais chato que Schumacher 2004 e Vettel 2013.

      • O Hamilton é tão implacável, que o Alonso no lugar de Vettel em 2018, derrotaria o Inglês super inspirado. Como? Vettel cometeu 7 erros e fez 320 pontos. Alonso sempre errou muito pouco e cometeria apenas um dos 7 erros do Alemão. Assim, com Alonso no lugar de Vettel, conseguiria: 13 pontos a mais no Azerbaijão(333). 10 pontos a mais na Áustria(343). 25 pontos a mais na Alemanha(368). 6 ou 13 pontos a mais na Itália(374 ou 381). 10 pontos a mais no Japão(384 ou 391). E 13 pontos a mais nos EUA(397 ou 404). Já Hamilton que fez 408 pontos, tendo Alonso e não Vettel como rival, perderia: 10 pontos no Azerbaijão(398). 7 pontos na Alemanha(391). Na Itália faria os mesmos pontos ou perderia 7 pontos(391 ou 384). E 3 pontos nos EUA(388 ou 381). Alonso faria 397 ou 404 pontos no lugar de Vettel. Enquanto Hamilton tendo o Alonso como rival, faria 381 ou 388 pontos. Ou seja: Hamilton em sua melhor temporada, seria Vice se fosse Alonso e não Vettel na Ferrari. Por isso que eu falo que é desnecessário se referir ao Inglês, como se ele fosse um bicho de 7 cabeças para os adversários. O que tá faltando pro Hamilton é um rival do mesmo nível que ele disputando título. Vettel teve carro páreo por dois anos, e foi decepcionante sendo um rival mais fácil que Rosberg. Massa era um ótimo piloto em 2008, mas um Schumacher ou um Alonso no lugar do Massa, não teriam perdido aquele Campeonato pro Hamilton. O fato é que Hamilton até hoje só teve um rival do mesmo nível que ele em disputa por título, que foram Alonso e o Antigo Kimi no ano de 2007. E só conseguiu superar Alonso em 2007 porque a McLaren puxava a brasa descaradamente pro lado do Inglês. E em 2018 derrotou Vettel porque o Alemão entregou o Campeonato pra ele. O Inglês não é nenhum bicho de 7 cabeças para os adversários como umas certas Hamiltetes pintam. Mas pra não passar a impressão de estar desmerecendo o Inglês, com Alonso e não Vette

      • Ora, ora ora………o que vc anda bebendo Comentarista??

        Tenho que te elogiar novamente, sua visão realmente começa dar sinais de lucidez…..fico feliz por vc saber o verdadeiro valor de Alonso! Parabens!!

      • Segafredo, não bebi nada. Apenas coloquei os fatos. Agora fica muito claro pra você que eu nunca fui “schukruzete”, e torcia pelo Vettel até pouco tempo atrás apenas porque o que eu sou mesmo, é Anti Hegemonia. Pois estou de saco cheio de ver Hamilton e Mercedes Campeões.

      • E outra Segafredo, uma pena Alonso não ser 10 anos mais velho. Se ele fosse 10 anos mais velho, só daria ele e Schumacher depois da morte do Senna. E ele contra o Schumacher seria a melhor rivalidade da história. Melhor que Senna contra Prost. Pois Prost em condições normais devia bastante pro Senna em arrojo. E em condições molhadas, devia um mundo pro Brasileiro. Enquanto Schumacher e Alonso foram pilotos sem discrepâncias em suas características. Com todas bem parelhas.

      • O que lamento mesmo é que a rivalidade Senna/Prost durar apenas 3 temporadas.. Se quiser ser mais otimista poderíamos acrescentar a de 93 tbm, totalizando 4, mas ali todos sabiam que Senna, por mais talento e brilhantismo que exibia, não teria chance!

      • Segafredo e Paulo Pinto, Schumacher vs Alonso em uma temporada foi um duelo mais parelho que Senna vs Prost por mais de uma temporada. Senna surrava Prost. Era muito melhor que o Francês em treino. Era bem melhor em arrojo e ultrapassagem. E enquanto Senna se tornava um piloto ainda mais genial em pista molhada, o Prost virava um piloto medíocre nessas condições. A maioria das vitórias de Prost quando ele e Senna foram companheiros, foi dependendo de um erro do Senna ou de um problema com Senna. Já Schumacher e Alonso eram emparelhados como? Nas características ora! Os ritmos de corrida de ambos eram equivalentes. Ambos eram mais um tipo Prost que um tipo Senna em treinos(olha em 2006 como foi parelho o número de poles de ambos). Ambos eram bons em pista. E ambos não ultrapassavam com muita facilidade(apesar de Schumacher ter sido bem mais ultrapassado por Alonso que o contrário). Até as vitórias de um sobre o outro foram parecidas como Ímola 2005 e Ímola 2006. O duelo Schumacher e Alonso foi tão parelho que seria melhor que Senna vs Prost se durasse mais temporadas. Tanto que ambos com carros no mesmo nível em 2006, tiveram o mesmo número de vitórias. E não! Não tinha um melhor carro em 2006. Alonso foi Campeão naquele ano, graças ao período entre Bahrain e Canadá em que a Renault estava melhor que o resto e o Espanhol conseguiu 6 de suas 7 vitórias. Enquanto a Ferrari ficou melhor dos EUA até o fim do Campeonato com Schumi vencendo 5 de suas 7 vitórias. Renault vs Ferrari em 2006 foi empate técnico de nível. Nem um nem outro foi o melhor carro pela Renault ter sido o melhor carro por 9 corridas e a Ferrari ter sido o melhor carro por outras 9 corridas(outro empate?). E Alonso levou o caneco por ter se saído melhor nas corridas que não venceu(aliás, se sair bem quando não vencia, era um quesito que o Espanhol era melhor que o Alemão). E eu fico dizendo que o Alonso devia ser 10 anos mais velho, pelo rumo lamentável que a carreira dele tomou a partir de 2014 e se assim fosse, a F1 teria sido bem menos chata na Era Pós Senna. O Espanhol teria pelo menos 4 títulos, ninguém falaria que Schumacher não teve rival, e teria acontecido simplesmente a melhor rivalidade da história. E talvez Schumi nunca teria se tornado o piloto de resultados e de ultrapassagens de box que se tornou.

      • Perfeito Comentarista……..

        Só acho que se Alonso tivesse iniciado mais cedo na F1, Schumacher nçao teria metade do que conquistou e seria categoricamente surrado pelo Espanhol…….é a minha visão pelo que vi dos dois nas pistas.

      • Eu acho que ambos teriam pelo menos 4 títulos. Alonso só começaria a disputar título certamente depois de 1995, e aí, Schumacher teria os títulos de 1994 e 1995 do mesmo jeito.

      • Se Ayrton estivesse conosco, esses dois só teriam possibilidades de títulos a partir de 98 ou 99, nesse contexto Alonso passaria por cima do Schukrute!

      • Gostei da sua explanação, Comentaista. O que ocorreu em 2006? Schumacher conquistou o recorde de poles que faltava para que ele unisse os 5 (cinco) grandes recordes desde Fangio: São eles:

        Vitórias
        Poles
        Voltas mais rápidas
        Pódios
        Pontos

        Além desses, conquistou outros recordes periféricos. Por isso ele anunciou sua aposentadoria em Monza naquele ano.

    • Respondendo pelo Flavio, se ele me permite, ok!
      Jochen Rindt em 70, durante a perseguição à Jack Brabham nos estágios finais da prova, vencida pelo austríaco na última curva da última volta, após um vacilo master do australiano, registrou seguidamente tempos por volta inferiores à pole-position.
      Pelo menos é o que me recordo das publicações de época, algum outro matuza pode chancelar ou corrigir a informação.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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