ONE QUESTION

O

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

242 Comentários

  • Cara mutcho doido. Parece a capa do Sargento Pimenta dos Beatles, bicho. Aparece até o Roberto Carlos na última fila segundo da esquerda para a direita. Muitcho doido a presença do Mestre Crowley!!! Caramba !!! Vou acender mais um e ficar procurando o Jim Morrisson que sempre aparece nestas fotos!!!

  • fg, só tem uma mulher inteira nesse bando de barbados todo?
    bem… tem uma senhora cortada pela metade na margem direita da foto – coitada!
    resumo:
    piquet, o bôto
    xumáquer, o reno
    os cigarro? camel
    em tempo: o animal do simbolo dos cigarros é um dromedário; camelos tem 2 corcovas
    piquet_quotes:
    – Senna é o melhor piloto?
    – P*#@ nenhuma! Melhor é o Prost, que é tetracampeão!
    kkkk

  • Lançamento do carro da Benetton em 1992. Schumacher fez a 1a corrida na F-1 pela Jordan no GP da Bélgica de 1991, após Betrand Gachot ter problemas legais na Inglaterra (eufemismo para o ocorrido). Acho (desculpe 43 anos a memória falha e não quero consultar sites ou pesquisar nas revistas físicas que tenho), que ele fez o 6o tempo no qualifying e chegou ao fim marcando pontos também. Na época, o empresário dele era o Briatore que conseguiu, ainda em 1991, desfenestrar Roberto Moreno do posto de piloto número 2 da Benetton. O resto é História e estórias.

  • Automobilismo raiz.
    Carro bonito.
    Motor Ford Coswoth V8.
    A equipe inteira cabia em um ônibus.
    Se o piloto não soubesse dosar a máquina ele voltava a pé.

    Estou sendo saudosista mas corrida tem de ser isso.
    Simples e divertido.

  • Muitos enxergariam toda equipe Benetton em 1991.
    Consigo ver além: Mostra o quanto a arte do Jornalismo vai além de gerar informações. Também exige um Dom Interno para estar no local certo e conseguir intrigar.

    O jornalista escolheu essa foto porque está repleta de mensagens subliminares e duas profecias: O patrocinador “autOpOlis” previu que Piquet encerraria sua jornada, não ganharia mais títulos e abriria caminho ao que seria o próximo grande nome do automobilismo. Reparem que Piquet está sentado na roda traseira e o alemão na dianteira. O patrocinador simulou as letras `”O”´ como sendo os pneus do carro. As cores simbolizam qual iria parar e qual iria continuar. Em outras palavras, um seguiria em Frente e o outro ficaria pra Trás. Ainda não tinha acontecido, mas eles já sabiam.

    Também estou estudando a possibilidade de haver ligação da foto com o livro “Dois Cigarros”. Tenho uma teoria que, de alguma forma essas letras “O” sejam alusões aos olhos dos personagens deste livro. Sei que um dos personagens tem os olhos grandes e verdes. Possivelmente o outro personagem teria olhos vermelhos. Desta forma, cada letra simbolizaria os olhos destes personagens.
    Além de ser possível ler completamente DUAS vezes a palavra Camel, representando novamente “Dois Cigarros”. Repare também que, se deixar a imaginação fluir, a letra “O” com a parte interna de cor vermelha, seria um dos cigarros aceso e o outra preenchida com cor verde… bem… talvez o outro esteja apagado e seja de erva, por isso estaria verde. Enfim…

    Não tenho como comprovar essas teorias, pois fui comprar o livro e encontra-se esgotado. Se alguém puder me enviar um exemplar, adoraria analisar minuciosamente em busca destas e talvez outras revelações.

  • Vejo duas lendas da Fórmula 1, Piquet e Schumacher, pilotando um carro icônico de John Barnard, que acredito ter sido o último…. Acho que não é essa a resposta, mas é um prazer participar!!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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