OS GANHADORES

O

dedoprabaixoRIO (faremos outras) – Um monte de gente mandou respostas nos comentários do post aí embaixo e assim que batemos nas 200 escolhi as duas que vão levar meus livros. Os dois ganhadores serão contatados por e-mail para eu pegar os endereços e tal.

Muita gente teve a leitura — corretíssima — de que a foto da turma da Benetton no final de 1991, quando o time demitiu Moreno para contratar Schumacher, representava o fim de uma era e o início de outra. Ou: a passagem do bastão do “romântico” Piquet para o “profissional” Schumacher.

Muita gente, da mesma forma, lembrou que em números de títulos (embora Michael ainda não tivesse nenhum), essa foi a dupla mais forte de todos os tempos, com dez Mundiais conquistados. Verdade.

A escolha foi difícil, mas acabei ficando com as respostas de Marcelo Stocco Cordeiro e Lucas Verzola.

Marcelo fez uma brincadeira com aquelas antigas chamadas da “Sessão da Tarde”, na TV Globo:

Marcelo Stocco Cordeiro
1 approved
Enviado em 07/05/2019 as 15:40
(voz do narrador da sessão da tarde) Uma turminha da pesada em 1991 numa eletrizante aventura tamanho família, entrando em altas confusões com o tio Flavio (Briatore) curtindo altos agitos, nesse clima de muita azaração com o Nelsão, um piloto do barulho fazendo suas últimas traquinagens na Fórmula 1, e Miguelzinho Alemão, o jovem garoto sapeca, chegando para a festa. Vai rolar a maior confusão!

Bem isso, né? Parabéns, vai levar “O Boto do Reno”, meu livro de crônicas de 2005. Já o Lucas fez uma espécie de haikai, e adorei no resultado:

Lucas Verzola
0 approved
Enviado em 07/05/2019 as 9:41
Vejo um Pokémon amarelo, o Pi Ca Schu
Pi (quet)
Ca (mel)
Schu (macher)

Adorei! Leva “Dois cigarros” pela criatividade. Os dois são novatos no blog, pelo jeito — um só tinha um comentário publicado e o outro, nenhum. Legal isso. Ainda estamos ganhando um ou outro leitor. Valeu pela participação!

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

19 Comentários

  • Oiêêê.

    Só pra constar que, por razões óbvias, não participei do concurso do Fla.
    Se os neófitos não sabem, sou uma espécie de Clóvis Bornay deste blog, um hors-concours, além de uma reserva moral e boiolística do pedaço.

    Não obstante, quero parabenizar os vencedores. Gostei da criatividade de.ambos.

    Obrigaduuuu.

    Nick B.
    (ouvindo Gary Clark Jr. – This land).

  • Off-topic:

    SÃO PAULO, 08 MAI (ANSA) – O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou nesta quarta-feira (8) um termo de compromisso para construir um novo autódromo no Rio de Janeiro, no bairro Deodoro, na Zona Oeste. O chefe de Estado ainda afirmou que o local estará pronto para receber a Fórmula 1 em 2020.

    O terreno do novo circuito foi cedido pelo Exército e o local deverá ser chamado de Autódromo de Deodoro. O termo de cooperação foi assinado por Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito, Marcelo Crivella.

    Bolsonaro afirmou que o projeto “já está bastante avançado” e o autódromo deverá ficar pronto “em seis ou sete meses”. O presidente também revelou que não será usado dinheiro público na construção.

    O orçamento inicial do projeto é de R$ 850 milhões, além de estar previsto que o autódromo poderá receber até 130 mil pessoas. – Fórmula 1 O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 é disputado atualmente no autódromo de Interlagos, em São Paulo, mas a prova deverá ser realizada a partir de 2020 no novo circuito carioca.

    Bolsonaro informou que a chegada da F1 no Rio de Janeiro poderá atrair até 7 mil empregos no estado. “A direção da Fórmula 1 decidiu manter um Grande Prêmio no Brasil. No entanto, São Paulo se tornou inviável pela causa da participação pública no evento e a dívida existente lá. O novo autódromo será construído em seis ou sete meses. O setor hoteleiro ficará feliz, a economia do estado também, já que serão até 7 mil empregos gerados. Bom para o Rio de Janeiro e para o Brasil”, disse o presidente.

    O Brasil sedia anualmente uma prova da F1 desde 1972. Além de Interlagos, o Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, já recebeu 10 corridas da categoria, mas a última foi em 1989. O circuito carioca foi demolido em 2012 para abrigar instalações para as Olimpíadas de 2016.(ANSA)

  • Gostei muito da paródia com a Sessão da Tarde; merecido!! Sim Flávio, continuas a ganhar novos leitores, textos muito bem escritos como os seus, são material rico e que irão sempre gerar interesse para quem preza qualidade e gosta de racionalizar. Os vídeos também são ágeis, de pauta caprichosa, e repletos de considerações pertinentes; o blog – que já é decano- certamente terá vida ainda mais longa. Não seria interessante implantar um sistema tipo Discus para comentários? Creio que incentivaria a participação maior dos teus leitores, haveria a possibilidade de editar os comentários, refinando a concordância e etc. Acredito que a maioria seja suficientemente civilizada para comentar sem apelar para a baixaria. Abraço!

  • Cheguei tarde. Que droga, perdi.

    Só tenho a dizer que:

    1) United Colors só no discurso. White-only Benetton.
    2) Das duas joias do time, uma está cortada no canto da foto.

    Adicional:

    1) No próximo dia 13/5, o primeiro GP da F-1 completará 69 anos. Ocorreu em Silverstone e foi vencido pelo italiano Giuseppe Farina de Alfa Romeo.

    2) Participou da prova um príncipe tailandês (em uma classificação distante na linha sucessória, tamanha a quantidade de filhos que os reis da época tinham, porém príncipe de qualquer forma por ter sido neto do rei). Chamavam de Príncipe Bira. Bom… príncipes tailandeses já demonstravam excentricidade desde sempre. O rei da Tailândia, atualmente, sabemos que é adepto de uma boa diversão. Daria boas histórias no jornalismo “caça-cliques” e “seguidor de celebridades” de hoje em dia.

    https://www.news.com.au/finance/work/leaders/scandal-sex-and-crop-tops-the-scandalplagued-life-of-playboy-prince-vajiralongkorn/news-story/c66430cb5f508259c4d5270347ea72bd

  • Guarde para a posteridade. Piquet e Schumacher dando risada é algo raro. Agora, os dois rindo ao mesmo tempo em uma mesma foto, é algo que não poderia acontecer mais de uma vez no Universo.

  • Curti muito as duas respostas, mas não valeu.

    Acabei de chegar do serviço. Dediquei meu tempo na tarefa de competir. Escrevi a minha leitura da foto e nem tive meu comentário publicado ainda.

    Tinha que ter dado mais tempo para os que acompanham seu blog pudessem participar.
    Fiz bico! e tô de mal.
    Humpf!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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