MONZADORO

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monzadeodoroRIO (meus sais…) – Daqui a pouco tem vídeo sobre o tema. Mas, aqui, um bom resumo do que aconteceu até agora sobre essa história maluca de autódromo em Deodoro. Incluindo a peça publicitária da Prefeitura do Rio — que dispensa comentários.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

25 Comentários

  • Vocês são todos burros, claro que o autódromo vai sair. E ainda vai ter boutique com várias jóias feitas com nióbio, a qual vai alavancar a nossa economia. Aliás tem uma mina de nióbio debaixo do traçado,

  • Nem começou e já estão querendo favorecer a Ferrari (traçado)? kkkkk
    Brincadeiras a parte, acho que não vai sair, mas alguém já ganhou alguma coisinha com “peça publicitária”.
    Já na licitação a coisa foi irregular. A não ser que se faça o que melhor se tem feito nesses últimos meses, que é enfiar goela abaixo e exigir que se aceite e fique quieto.

  • Treco bizarro feito no Paint por um adolescente de doze anos de idade. Parece meme de internet. Aliás, a história inteira, se não fosse séria demais pra virar um meme, seria um meme dos mais bizarros.
    É tão amador que, se não tivesse sido publicado num meio de comunicação oficial, diria com certeza de que é fake.
    Quanto a história… Sem o menor perigo disso dar certo. Podem comprar o cofrinho pra fazer a ponte aérea, se quiserem assistir F-1 in loco em 2021.
    Se fizessem a réplica do traçado de Jacarepaguá, como sugeriram aí, (ou mesmo num tilkódromo, vá lá, fazer o que, tudo é tilkódromo agora!), num local que fizesse mais sentido, tivesse gente séria no negócio, e a coisa fosse feita de forma séria, transparente e seguindo as regras legais, e sem oba-oba e falastranismo, beleza. Mas desse jeito aí, sem chance. O chato é que há ainda quem acredite. Quantos argumentos a mais são precisos para que os crédulos se convençam que não vai rolar? Ou nenhum argumento será suficiente?

  • Flavio, relaxa, não perca tempo com isso.

    Não vai sair nunca!

    Digo mais, se sair muito provavelmente não será de forma republicana (Você sabe bem o que acontece quando a politicaiada podre age dessa maneira, vamos para a Rua e acabamos com a raça deles),

    Segue o jogo, estão pagando placê para um jogo muito barato.

    • Estava vendo o folheto e cheira um “fake-news” danado. Não digo quanto ao autodromo que nunca existirá, digo quanto ao folheto.

      Acho que os caras são muito incompetentes, ainda não chegaram a roubar como os antecessores, mas não fariam esse negocio tão bizarro.

      Tá tudo muito patrulhado…

  • Se essa história desse autódromo fosse comandada por gente séria, honesta, comprometida com o esporte e que fosse sair das bravatas e das mentiras perpetradas pelo louco que governa o país, eu ia preferir um milhão de vezes que copiassem o desenho da pista de Monza do que o traçado patético que apresentaram.

  • Tô achando que vai ser construído mesmo e se for da forma como estão dizendo vai ser muito bom mesmo, se for mentira vai ser apenas mais uma das muitas que já ouvimos desde Cabral, muda o partido mas não muda o vício.

  • O mais engraçado de toda essa palhaçada desse desgoverno, são vocês jornalistas perdendo tempo com tamanha bobagem como essa! TODO MUNDO sabe que NUNCA vai existir autódromo no RJ e muito menos corrida de FÓRMULA UM em estado.

  • faço minhas as palavras do otávio: seria cômico, não fosse trágico. é muito amadorismo, que arte é essa? parece que a única coisa em que esse pessoal é profissional é em levar um por fora $$$$

  • Do traçado gaiato ao carrinho vermelho com a bandeira do Brasil, passando pelo texto, que de tão histriônico chega a soar sarcástico. Parece que nem o sobrinho contratado para executar a tarefa está levando a coisa a sério e resolveu avacalhar.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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