CADEIRA CATIVA: O RACISMO NAS PISTAS

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

4 Comentários

  • Saudações Flavinho Gomes !!! antes : Fox Nitro: excelente…
    Você simplesmente mostrou aos seus participantes do Blog, em um post longo, e, que não entendeu, não deve participar, tamanha a quantidade de informações sociológicas, humanitárias e mostrar aos que postam depois das corridas, falando que Hamilton só é o que é, pelos carros, que parem…Estudem ! Pesquisem…
    Pelé só ganhou pelo time ? Zumbi resistiu 50 anos por ser um qualquer ?
    Salvemos Bubba Walace, Jesse Owens , Cassius Clay, e a o Grafite , o único negro na televisão !!!
    Matéria Lindíssima. abs

  • O Racismo está presente em todos os lugares e em todas as atividades.

    A segregação das mais variadas formas está presente em todos os lugares e em todas atividades.

    Em um momento é a cor, a religião, posicionamento politico ou o poder econômico que fomentam as diferenças (poderíamos falar em outras mil outras razões para que isso acontecesse) .

    Uma coisa é certa, pode haver o racismo que for, mas o mesmo nunca resiste a excelência do ser humano, apena citando negros, quem poderia fazer melhor que os Senhores Marvin Ellison, da Lowe (LOW); Kenneth Frazier, da Merck (MRK); Roger Ferguson, da TIAA; Jide Zeitlin, da Tapestry (TPR), Pelé, Tiger Woods, Hamilton, Barack Obama, Todos da NBA, Todos da NFL, Todos do Futebol.

    E de mulheres negras (racismo/segregação ao quadrado) ??? Como questionar Sheila Makeda da Makeda Cosméticos; Maitê Lourenço do Black Rocks; Luana Génot do IDBR; Maria Gal na produtora Maria das G. Q. dos Santos Produtora; a Shaienne Aguiar da Mascavo Criativo e Lilliane Rocha CEO na Kairós? Todas brasileiras???

    Ninguém nasce rascista, nenhum governo ensina a ser racista (se isso fosse verdade, os racistinhas de merda com 25 anos de idade teriam sido criados pelo Governo do PT, quando foram alfabetizados nos bancos escolares a 15 anos atrás em pleno Brasil do Milagre II A Missão).

    As pessoas se tornam racistas no processo de sua formação moral, que recebem em casa desde o seu primeiro dia de vida.

    Isso é um mal de nossa sociedade (no Mundo Todo). Devemos cuidar dos nossos e evitar que sejam contaminados por por esse “vírus” que destrói o caráter das pessoas.

    Como esquecer da frase do Pelé pedindo para que cuidássemos das crianças desse Brasil??? Ele estava certo, deu errado, acontece… melhor… deixamos acontecer e ainda demos risada e fazemos chacota da frase até hoje.

  • Que programa incrível, importante e fundamental. Parabéns e muito obrigado aos três, que todos possamos ajudar a construir um mundo mais justo, humano e igualitário, sem racismo, sem homofobia ou qualquer tipo de preconceito <3

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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