CADEIRA CATIVA: TUDO SOBRE DEODORO

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

18 Comentários

  • Eu quero que a F1 passe longe do Brasil. Não temos nada que fazer Copa, Olimpíada ou autódromo. Se alguém quer fazer um autódromo, que compre o terreno e faça.

    O Estado precisa focar em educação e saúde, o resto é resto.

  • Incrível como a ideologia pode fazer sequer se discutir a existência ou não do autódromo.

    Vocês não são a favor da dita floresta. Vocês são contra a realização do autódromo por pura ideologia, porque os idealizadores não são de esquerda.

    Mas eu não perco nada com isto. Não estou nem ai.

    Mas vocês, operadores do automobilismo, fiquem bem cientes, sem a F1 no Brasil, F1 acaba para o Brasil.

    E não estou querendo dizer para fazer o referido autódromo. Só gostaria de ver uma posição no mínimo isenta dessa raiva do Bolsonaro e Witzel.

  • Ola a todos.
    Alngum tempo atras li um artigo que declarava: o terreno do possivel autodromo era usado pelo exercios para testes e exercicios com muniçao ativa.
    Ha possibilidade de alguns artefatos nao terem sido detonados.
    Fica o registro.
    Saude e paz pra todos

  • Caro Ricardo Bigliazzi!
    Sua postagem é uma das coisas mais sérias que li no do Blog do Flavinho…
    Perfeito nas colocações e só não acrescento mais por conta da hora que leio , pois a cerveja é a senhora do destino.
    Parabéns !!!
    abs

  • Esse país não tem mais jeito. O Rio de Janeiro não tem dinheiro pra pagar médicos e enfermeiros que estão arriscando as suas vidas na linha de frente de combate a covid19 mas para construir esse elefante branco com certeza na vai faltar aporte nem que seja com subsídios fiscais que é uma maneira legal do rico sonegar impostos em troca de nada.

  • Existe dinheiro de iniciativa privada para que isso seja feito, ou é mais um “Itaquerão” que foi com todos o incentivo publico para agradar uns e outros????
    Se existe dinheiro privado sem participação do Estado que então que seja feito no Complexo Olímpico (como em Sochi na Russia), seria um ótimo empreendimento para dar serventia aquele Parque se se notabilizou pela roubalheira descontrolada dos governantes do País à época.
    No Parque Olímpico tem tudo, acesso fácil e está instalado em uma área mais do que nobre do Rio de Janeiro (apesar que lembro muito bem como era Jacarepaguá no inicio da decada de 80 do seculo passado e quando passo hoje por lá consigo ver que o Ex-Autodromo conseguiu carrear muito investimento para aquela área), lembrando sempre que a F-1 quer sempre um bom Autodromo e uma belo cenário para receber uma corrida.
    Nem me preocupo com a questão de Deodoro, conheço o Rio de Janeiro e Deodoro não é tão bem localizado assim. A Formula-1 não fechou a prova do Vietnam no subúrbio paupérrimo de Hanoi, e nem nas ruas mais humildes de Singapura e muito menos nas área mais pobres da Russia. Fazer em Deodoro é uma loucura, principalmente com dinheiro publico que não existe no Rio de Janeiro (Os “soldados” do “Cara” acabaram com tudo… nunca me esqueço da velha frase no ano de 2016 onde o Prefeito do Rio falava lembrava que era “Soldado” do ex-presidente, além de achincalhar Maricá… “).

    • Ricardo, quando nesse país uma obra não vai ter dinheiro público? Os políticos vão dar um jeito de ter dinheiro do Estado em qualquer obra, pois assim eles poderão roubar de alguma forma. Se for somente dinheiro privado, como vão roubar?

      • Marco, podem fazer a patrulha que quiserem sobre Deodoro, a questão é que não me preocupo nem um pouco com isso. Simplesmente não há dinheiro para se fazer o Autodromo, não existia antes da Pandemia e agora muito menos. Estamos temendo uma impossibilidade absoluta.

        Obs.: Sei que dinheiro publico sempre estará envolvido nesses assuntos. Interlagos mesmo não consegue sobreviver sem dinheiro publico. Segue o jogo, Automobilismo não é coisa para pobres (do Autorama à Formula-1)

    • Caro Ricardo Bigliazzi!
      Sua postagem é uma das coisas mais sérias que li no do Blog do Flavinho…
      Perfeito nas colocações e só não acrescento mais por conta da hora que leio , pois a cerveja é a senhora do destino.
      Parabéns !!!
      abs

  • Saudações Flavinho Gomes !
    Uma vergonha e agora com a nova lei do puxadinho, a zona Norte não não tem mais calçada e o Rio de Janeiro virou uma grande comunidade…
    Se o autódromo sair, será a vitória da impunidade, da descrença que já morreram mais de 100 mil pessoas pela covid sem assistência adequada.
    Pior do que isso, só o Felipe “outro” Massa, com sua peruquinha andando em último, ganhando um fortuna e dando vexame na FE…
    abs

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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