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F

RIO (pra baixo) – Nestes tempos esquisitos, Le Mans faz suas 24 horas pela 88ª vez no fim de semana. Sem público. Nessas arquibancadas e gramados que normalmente recebem 300 mil pessoas a cada corrida. Deu Toyota na pole, como se esperava, com o #7 de Kobayashi, Conway e López. Não é a mesma coisa sem gente, claro. Mas o que é a mesma coisa neste mundo trágico em que vivemos?

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

17 Comentários

  • Saudações Flavinho !!!
    Temos que chamar o Everaldo, pois não sabemos por onde andam os brasileiros, que deveriam ser repassados na transmissão, de 5/5 minutos …até agora não sei do Marco Gomes !!!
    Saudade do meu Porche 25. Herman_ Elfod, não citados na transmissão!!!
    Eu pedô-o…

    Abs

  • Uma coisa já dá para afirmar, sem medo de errar: devido ao fato de Juan Pablo Montoya não estar correndo na classe LMP1, a Tríplice Coroa ainda será uma exclusividade do Graham Hill.

    Como todos sabem, Graham Hill venceu em Indianápolis e Mônaco nos anos 60. A conquista da Tríplice Coroa veio em Le Mans, mas em 1972. Portanto, faz 48 anos que apenas um piloto conseguiu ser tríplice coroado! É muito tempo: em 2022, completará meio século! Em um planeta com quase 8 bilhões de terráqueos, apenas um homem conseguiu a Tríplice Coroa. Considero essa façanha o mais belo recorde da história do automobilismo!

      • É isso aí, Alfredinho. O recorde do Graham Hill ainda vai demorar para ser batido, pois o Fernando Alonso precisará primeiro se aposentar da F-1 para só depois voltar a correr na Indy 500 – e claro, ele precisa vencer – e o Juan Pablo Montoya não tem a mesma obsessão do Alonso pela Tríplice Coroa.

        Ano passado rolou um boato do Alonso ser substituído por um piloto reserva na F-1, para ele poder correr nas próximas edições da Indy 500, mas o boato foi desmentido pelo próprio Fernando Alonso.

  • De bacana está a penca de pilotos do Brasil , com Senna capitaneando a turma, já ele que corre com LMP1 , e terrenos pelo menos 1 piloto nacional em cada categoria , o que é garantia pra quem curte torcer pela nação.

    Eu vou torcer por eles,” but ” minha maior torcida é por carros, e neste caso , como a categoria rainha de Le Mans ,a LMP1 tá mais sem graça que chuchu cozido , vou torcer ardentemente pelo Bykolles , que na verdade é um antigo Lotus que ao passar do tempo foi sendo remendado,martelado,colado e empurrado pelas mais diversas marcas e arquiteturas de “engines” disponíveis para o baixo clero do mundo “racing motors”, desculpem o excesso mas , me faltava argumentos pelo time !!!!! GOOOOO BYKOLLES!!!!!!

  • Estamos numa era para lá de esquisita na qual fotos de satélite são desmentidas – pasmem – através de comunicações transmitidas via satélite… não há fogo, não há desmatamento. Talvez nem sequer haja Le Mans, afinal, cadê as 300.000 testemunhas? Não é para os fracos essa era de 2020.

    • Governos mentindo? Essa é a infeliz regra da Historia. Há pessimismo de mais e saudosismo de mais ao se referir a esse mundo como a pura tragédia. Cada época com suas dores e desafios. Flávio Gomes , o senhor prefere se referir a tudo que está acontecendo como simples consequência dos governos de Bolsonaro, Trump e etc. Não concordo com as ações deles mas nem por isso creio que seja cabível os tornar reus por essas milhões de morte. Não deveríamos estar falando de fins dos templos blablabla mas sim de algo que vai passar em breve com esforço da ciência que no final é a única a nós salvar. Tragédias muito, mas muito maiores (em número) houveram na história recente da humanidades essas sim causadas por homens (nazistas, regime soviéticos e a afins, ditaduras militares latinas) e não por um vírus que inevitavelmente aconteceria.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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