GP ÀS 10: 3 EM 1

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

7 Comentários

  • Eu tenho uma teoria.
    Os agrotóxicos, junto com a química inserida nos alimentos industrializados e a poluição, estão afetando severamente o cérebro, impedindo que o mesmo tenha a conectividade necessária.
    Daí a explicação para muita coisa como a eleição do bozo, a queda acentuada no nivel de programação da TV e a ignorância e imbecilidade disseminada nas redes sociais.
    Quem se “salvou” disso, agora sofre com o estresse e/ou outros.
    Incompreensível sobre todos os aspectos a rede Globo deixar de transmitir a F1, se pelo menos tivesse um produto a altura para substituir, mas nem isso.
    Dito isso, vou aos parabéns de sempre ao Flávio.
    Sempre perfeito e humano nas análises e colocações.
    Inexplicável como os brasileiros e a grande mídia ainda não o reconhecem como um dos maiores jornalistas do país.
    E falando em maior e pensando em F1 não há como deixar de reconhecer também que Hamilton é o maior e melhor de todos os tempos, não apenas como piloto mas também como humanista que se manifesta por causas mais do que justas, numa “bolha asséptica” como é a F1.
    Entre coisas boas e ruins, 2020 será inesquecível e lembrado como um ano de exceções por muitas décadas, senão milênios. Já estamos nos livros de história do séc XXII .

  • Saudações Flavinho!
    Grande exposição GP SHARP, que não se repetirá em ímola, pista de altíssima velocidade ( apesar do S do Senna ) que fizeram na Tamburello.
    Ímola lembra muito o circuito do Canadá e viveremos o grande dia, o recorde

    abs

  • Saudações Flavinho!
    Grande exposição GP SHARP, que não se repetirá em ímola, pista de altíssima velocidade ( apesar do S do Senna ) que fizeram na Tamburello.
    Ímola lembra muito o circuito do Canadá e viveremos o grande dia, o recorde !

    abs

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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