CategoriaNas asas

NAS ASAS

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RIO (coisa maravilhosa) – Mandaram nos comentários. O Monstro do Cáspio está encalhado… no Cáspio! O Ekranoplano foi um barco-avião desenvolvido na URSS como arma secreta, para voar praticamente colado na superfície da água carregando mísseis, bombas atômicas e outros artefatos capazes de destruir o planeta — o que não teria sido má ideia. Esse aí da foto é o Lun, que estava...

NAS ASAS

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RIO (da Panair, claro!) – Pelo que entendi, o Museu Histórico Nacional, no Rio, recebeu no ano passado um lote de objetos da Panair para exposição. Tinha de tudo, de colheres e caixas de fósforos a maquetes e uniformes. Linda homenagem, mas não sei se o museu está aberto, nem se esse material ainda está exposto. Sugiro que telefonem para se informar antes, caso queiram visitar. Soube também...

BUS STOP

B

RIO (zerado) – O Adriano Andreoli mandou as fotos e a mensagem: “Nestes tempos de confinamento, que limpamos até dentro de baús, reencontrei esse modelo da Matchbox. É um Airport Coach da Lufthansa da coleção Matchbox 1977, made in England!!! Está em ótima forma para um ônibus de 43 anos e você escolhe se é “Nas Asas”, “Bus Stop” ou “Miniaturas”, ou...

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RIO (não sei se vai passar, não…) – Quem aí quer um Antonov? O Marcos Magoi achou um à venda por 500 mil dinheiros nacionais. E o bicho voa, como bem se vê. Como veio parar aqui, nenhuma ideia. Aceitamos pesquisas e respostas. E mais informações sobre o lindo pássador, claro.

Ah, ele está neste site de leilões.

NAS ASAS

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RIO (será que fui nesse?) – Aviões abandonados comovem nossos blogueiros. Vejam o que escreveu o André Tanura nos comentários do último “Nas asas”: Semana retrasada, passando por Taguatinga/DF, vi rapidamente (estava dentro de um ônibus) um Boeing da Transbrasil bizarramente estacionado em um terreno baldio. Fiquei curioso e hoje consegui pesquisar a respeito da aeronave. A...

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RIO (melancólico) – Leonardo Mansur mandou a dica da postagem do “abandonados.br” no Instagram. Trata-se de um Douglas DC-8 da antiga TCB (Transportes Charter do Brasil). Eis a história, interessantíssima, que reproduzo do perfil — ótimo, diga-se: Voou inicialmente na Air New Zealand (ZK-ZNC) como parte do primeiro lote de DC-8 da empresa, configurados para 129 passageiros...

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RIO (que achado!) – O leitor Bruno Fucci mandou as fotos pelo Twitter contando que fotografou a pequena van da Varig no aeroporto de Lisboa. Bateu uma melancolia enorme. Será que tem dono? Foi abandonada eternamente? Eu colocaria na minha garagem desse jeitinho aí.

NAS ASAS

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RIO (cinquentinha, já) – A foto foi enviada pelo blogueiro Britto, e mostra o antigo prédio da VASP em Congonhas. O ano? 1970. Pois é, já se vai meio século da onda nacionalista ligada à Copa do México — a decoração da fachada se refere a isso, adaptando algum dos slogans babacas da ditadura militar. Era pra frente Brasil pra lá, pra frente Brasil pra cá, noventa milhões em ação, ame...

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RIO (salvem tudo!) – Dica do Guilherme Ravelli nos comentários, vejam o vídeo do ótimo canal “Aero” e babem. Ele mostra uma coleção de relíquias da VASP arrematadas por um rapaz que comercializa antiguidades. Tem de tudo — tudo mesmo. De caminhão-escada a guardanapo, de passagens “virgens” a porcelanato, de bota de aeromoça a máscara de oxigênio, um acervo sem...

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RIO (cheio de novidades) – O Alessandro Foureaux está inspirado. Vejam que coisa mais linda ele achou. Eu daria alguns cobres por um furgãozinho desses, mas com essa pintura!

NAS ASAS

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RIO (vai que acha) – Participo de um grupo de amantes de aviação e quase todo dia pinta alguma coisa muito legal como isso aí em cima. Explicações? Abaixo: 1941 (VASP) – Este desenho ilustra uma aproximação para o aeroporto Santos Dumont de uma aeronave vinda de São Paulo. Usavam as frequências e antenas das rádios Nacional e Jornal do Brasil: ao passar a vertical da Nacional, curva...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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