Blog do Flavio Gomes

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Pra não dizer que não falei dos fuscas…

…nesta quinta-feira luminosa e outonal em SP, no dia dos 25 anos da morte de Lennon, eis a preciosidade. Note lá no fundo, a calotinha… Aliás, tem um Fusca também, se não me engano, na foto de “Abbey Road”.

Lennon e nós

Onde você estava quando John Lennon morreu? Bem, boa parte dos que me lêem nem era nascida. Talvez não tenha a dimensão real de quem foi John, menos ainda na era musical em que vivemos, repleta de lixo de todas as espécies.
Desliguei-me de música há algum tempo. Para mim, música parou de ser feita nos anos 80. O que veio depois é puro lixo. No Brasil, então… Semana passada teve apresentação de fim de ano na escola dos meus filhos. Escolheram três músicas. Duas de Ivete Sangalo.
Vão mudar de escola.
Voltando a Lennon. Eu tinha 16 anos quando ele foi morto em NY. Logo depois, ou pouco antes, saiu “Double Fantasy”, um LP antológico. LP = Long Play. Será mesmo que é preciso explicar o que era um disco?
A “Veja”, uma revista desprezível (hoje, pelo menos; acho que sempre foi, enfim…), colocou John na capa com o título que está lá em cima: Lennon e nós.
Não chega a ser um primor de capa, ao contrário. Mas guardei em algum baú e vez por outra me pego repetindo esse título, como se fosse um mantra. O que Lennon tem a ver conosco?
Comigo, muito. Mas é inútil explicar demais.
Segue uma letra, das que mais gosto, uma que neste último quarto de século cantarolei muito, pensando sozinho, vendo a grande roda girar.
Watching The Wheels
People say I’m crazy doing what I’m doing
Well they give me all kinds of warnings to save me from ruin
When I say that I’m o.k. well they look at me kind of strange
Surely you’re not happy now you no longer play the game
People say I’m lazy dreaming my life away
Well they give me all kinds of advice designed to enlighten me
When I tell them that I’m doing fine watching shadows on the wall
Don’t you miss the big time boy you’re no longer on the ball
I’m just sitting here watching the wheels go round and round
I really love to watch them roll
No longer riding on the merry-go-round
I just had to let it go
Ah, people asking questions lost in confusion
Well I tell them there’s no problem, only solutions
Well they shake their heads and they look at me as if I’ve lost my mind
I tell them there’s no hurry
I’m just sitting here doing time
I’m just sitting here watching the wheels go round and round
I really love to watch them roll
No longer riding on the merry-go-round
I just had to let it go
I just had to let it go
I just had to let it go

Monte a sua Kombi

Por hoje chega. Para vocês passarem a noite se divertindo, acessem o Bus Selecta, vigoroso divulgador dos motores VW a ar. Nele você pode montar sua própria Kombi, ou ainda seu Porsche, ou seu Fusca, ou ainda sua Variant. Dá para escolher os modelos, as cores, as rodas, a altura das suspensões, os pneus, os acessórios… Diversão garantida, muito melhor do que ficar batendo perna no Orkut. A minha kombosa ficou do jeito que está aí embaixo. Até amanhã.

Torre de lata

Falta de espaço é phoda. A Volkswagen tem uma maneira bem peculiar de estocar seus carros novos. Pátio? Coisa de Terceiro Mundo. Toma chuva e pó. A foto foi enviada pelo amigo Rafael Costa. A torre de carros fica em Wolfsburg, na Alemanha, a principal fábrica da VW. Por onde passei este ano voltando de Berlim e não tive a manha de pular do trem para visitar, porque precisava chegar a Spa…

Ainda as lambretas…

Lambretta era um negócio tão sério que os dicionários registram o termo “lambreta” como sinônimo de motoneta. A foto abaixo mostra a Lambretta do Carlos Murari em plena ação em Jaú. É a mesma que foi restaurada e que vou mostrar no Limite semana que vem.

Mil Milhas: durangos ou ricaços?

Reproduzo abaixo texto enviado pelo diretor-técnico das Mil Milhas Brasileiras, Ivo Sznelwar, que vão mudar de cara em 2006. A idéia é elitizar e internacionalizar a prova. Aqui não vai nenhum juízo de valor. O texto é esclarecedor para os defensores e para os críticos da corrida, que no ano que vem completa 50 anos: ***************** A Mil Milhas de todos os pilotos brasileiros Caros amigos pilotos e donos de equipes. A tradicional Mil Milhas Brasileiras, a partir de 2006, busca uma nova filosofia para inseri-la no contexto internacional. Para isto foi necessária uma grande dose de ousadia e algumas mudanças profundas. Como em todas as mudanças, a primeira reação é de desconfiança e descrédito, inflamadas por boatos difundidos por pessoas que não entenderam o espírito do novo projeto. Com a finalidade de elucidar as principais dúvidas, queremos manter um canal permanente de comunicação com os pilotos e competidores. Desde já, no entanto, gostaríamos de nos adiantar e esclarecer algumas questões. A MIL MILHAS 2006 PRIVILEGIARÁ AS EQUIPES ESTRANGEIRAS DEIXANDO POUCAS VAGAS PARA OS TRADICIONAIS COMPETIDORES BRASILEIROS? Não A Mil Milhas 2006 comportará um grid de 54 carros no máximo, número este limitado por questões de conforto nos boxes e segurança. Destas 54 vagas, apenas 14 são asseguradas para convidados, sendo que 40 vagas estão abertas para todos os competidores. A internacionalização da corrida e o seu novo plano de mídia são motivos para esta reserva, pois a migração para uma grande rede de TV só é possível assegurando-se a participação de destaques internacionais. EM 2007 O CAMPEONATO PASSARÁ A SER UMA PROVA DO FIA GT. OS CARROS NACIONAIS SERÃO PROIBIDOS DE PARTICIPAR? Em provas de longa duração o campeonato FIA GT admite categorias locais junto de seus carros, com classificação separada, como é o caso de SPA-Francorchamps. A exigência é que estes carros enquadrem-se nos regulamentos e padrões de segurança da FIA. Além disso, a internacionalização da prova será benéfica para os participantes brasileiros, que além de exposição de mídia ganharão visibilidade perante as principais equipes de GT do mundo. DESEMPENHO MÍNIMO – OS PEQUENOS CONCORRENTES FICARÃO DE FORA ? Não. O desempenho mínimo tem por objetivo limitar a participação de carros muito lentos – NÃO O SEU! Com limite máximo de 30% sobre o tempo da pole-position, apenas DOIS carros do grid de 2005 não largariam. Para 2006 esperamos que o tempo da pole-position baixe, assim como todos os competidores, esperam evoluir. Se a pole-position de 2006 ficar em torno de 1m28s, serão admitidos carros até 1m54,4s. MEU CARRO ESTÁ DENTRO DO REGULAMENTO 2005 E NÃO DE 2006. ALÉM DO PESO EXTRA, TENHO QUE MODIFICAR O CHASSI? Não. Para carros dentro do regulamento 2005 e que participaram em 2005 da Mil Milhas ou do Brasileiro de Endurance, basta a adequação ao peso da categoria e o peso extra como penalty por não estar adequado ao regulamento 2006. Mais nada. OS PROTÓTIPOS MM P2 PODEM TER MOTOR ATÉ 3,0 LITROS. OS QUE SEMPRE COMPETIRAM COM MOTORES 2,0 LITROS ESTARÃO EM DESVANTAGEM? Não. O novo regulamento prevê diferença de peso de 100 kg entre estas duas classes de motores. A TAXA DE INSCRIÇÃO FICOU MAIS CARA? Não. Para 2006 foi modificado o critério de cobrança do valor das inscrições dos carros e pilotos. Ele agora é um valor determinado em regulamento, e os concorrentes não pagarão taxas extras para montagem dos boxes e nem pelo combustível utilizado. Isso mesmo: o box montado com uma estrutura básica e todo o combustível necessário para o evento não custarão um centavo a mais para os competidores. Além disso a Mil Milhas 2006 terá divulgação e transmissão pela TV Globo e pelo SporTV, dos jornais Estado de São Paulo e Jornal da Tarde, das Rádios Jovem Pan AM/Fm e Eldorado AM/FM além de outras ações de divulgação e promoção do evento tornando a corrida mais atrativa para os seus patrocinadores e transformando em ganho qualquer diferença no custo de participação. É a...

O que se fazia neste país…

Acabei de chegar de Campinas onde fui gravar matéria para o quadro “Indiana Gomes” do Limite, da ESPN Brasil. Para quem não sabe, é um personagem criado para caçar carros perdidos por aí. Tem sido legal fazer. Graças principalmente à ajuda de assinantes do canal, que me enviam dicas, já mostramos um Jordan em Paracambi (RJ), uma McLaren M23 num museu de Curitiba, o protótipo AC também em Curitiba e agora foi a vez de uma Lambretta.
Sim, uma Lambretta de corrida. Na década de 60, corrida de Lambretta era uma febre, especialmente em cidades do interior. Circuitos de rua, claro. Milhares de pessoas assistindo, pegas impressionantes, ídolos locais, o maior barato.
Essa de Campinas é de Carlos Murari, que corria por Jaú. O pessoal defendia suas cidades em provas com mais de 50 participantes, e a rivalidade entre elas era impressionante. Foi o filho dele, Carlos Murari Jr., que corre de kart, que entrou em contato para falar da Lambretta, que ele restaurou e deu de presente ao pai.
A matéria vai ao ar na terça-feira que vem no Limite. Por enquanto, um aperitivo da bichinha, que eu guiei e é o capeta.

Ligeiramente melancólico

Deu hoje no Redação Sportv: Alexandre Barros não deve mesmo ter vaga na MotoGP no ano que vem. Foi ele quem admitiu, em entrevista. Por ser o cara que mais corridas disputou na categoria, o nosso Riccardo Patrese, é uma saída meio melancólica, sem festa de despedida.
Alex não disse, mas me contaram que ele deve correr de Superbike no ano que vem. Não é um campeonato que tenha o mesmo prestígio da MotoGP, mas pode ser uma boa opção.

O Feltrin entrou aqui!

É inacreditável, mas parece que nosso Ricardo Feltrin, da coluna Ooops!, do UOL, entrou aqui e já me chamou de patocida. Para quem não sabe, Feltrin é um defensor dos patos tão combativo quanto eu das Kombis. Na verdade, quando eu disse que adoro comer patos, estava fazendo uma provocação besta sem ter a menor pretensão de ser lido pelo Feltrin. Só como pato uma vez por ano quando vou a Silverstone, porque lá o único restaurante que presta é o Rice Bowl de Towcester, um chinês cujo único prato que presta é o pato.
OK, Feltrin, vou aderir à sua campanha patótica deixando de comer patos. Desde que você não saia por aí atacando as Kombis!

Toro Rosso com carro próprio

Antes de ir, notícia que será publicada daqui a pouco no Grande Prêmio: a Toro Rosso vai fazer um carro próprio em Faenza. A idéia inicial era usar o modelo da Red Bull deste ano, o RB1, antigo Jaguar, com Cosworth V10. Mas se a Super Aguri não pode usar o último BAR, por que a Toro Rosso poderia?
O fato é que o Pacto da Concórdia diz que cada equipe tem de ser responsável pela construção de seu próprio chassi. Usar carros velhos, feitos por outros, não pode. O que crava um punhal nas costas da Super Aguri de novo, na sua anunciada intenção de usar os chassis da Arrows de 2002.
Formidável frescura da F-1, essa história de não permitir o livre tráfego de chassis. Ainda mais agora que temos times A e B da Honda e da Red Bull. De qualquer forma, fica a pergunta: se a Toro Rosso pegar o chassi da Red Bull, der um tapinha aqui e ali, quem é que, na FIA, vai ter condições de afirmar que não é construção própria? Oras, é só arrancar o selo de homologação. Eu enganaria a FIA fácil, fácil.
O problema é que sempre tem um dedo-duro.

Quem cedo madruga…

…fica com sono o dia inteiro. E é com sono que estou seguindo para Campinas para fazer uma matéria para o Limite da ESPN Brasil. Portanto, divirtam-se com o que está no ar. De tarde volto a postar.
OK, OK, querem um tema? Vamos lá: qual será o melhor estreante de 2006? Nico Rosberg, na Williams, ou Scott Speed, na Toro Rosso?

Salvem os motores VW a ar!

Serei implacável e incansável na minha campanha pela preservação dos motores VW a ar. Sei que não comove ninguém defender algo que tem mais de 70 anos, é barulhento e polui, mas é pleito tão legítimo quanto defender os micos-leões dourados — animais que não me dizem nada, desconfio que se for dar uma banana a um deles levarei uma mordida no dedo.
Para encerrar o expediente, sugiro o site que Alexander Gromow criou. Ele é autor de livros sobre Fuscas e faz parte de uma reduzidíssima confraria de seres humanos sensatos que ainda insistem em viver neste mundo. Abaixo, um rascunho do boxer VW feito por Ferdinand Porsche em 1931. A VW nem existia na época.

De quem é a foto?

Ninguém me perguntou, mas antes que pergunte… A foto deste que vos escreve, essa aí do lado, foi tirada em Interlagos no GP do Brasil deste ano. É de autoria do grande amigo e batalhador Sérgio Sanderson. O cara que, ao lado do Miguel Costa Jr. e do Luca Bassani, passou mais horas em autódromos no Brasil do que qualquer piloto.

Valendo uma caixa de cerveja

Meu amigo Luiz Salomão, da revista Época, é cheio de chinfra e fica me mandando charadas. Pergunta quem é este piloto da foto abaixo, num miserável Fiat 147, disputando a terceira etapa do Torneio da Região Centro-Oeste. No Rio, em 1978. Consta que o sujeito chegou em segundo lugar.
Bem, jamais vou entender por que um torneio do Centro-Oeste foi correr no Sudeste, mas vá lá. Quem souber me ajude, porque vale uma caixa de Bohemia.

Da série “Me Engana que eu Gosto – II”

Pensa que é só no Brasil? Olha essa. Acabo de receber um release sobre um acordo de transmissão das provas de A1 GP para os EUA por uma tal de OLN, canal a cabo. Digo “tal de” sem saber se é a maior operadora de cabo do país. Como não conheço, é tal de. Enfim. Os caras vão passar as corridas, boa parte delas em VT. Mas no release o dono da equipe americana, um tal de Rick Weidinger (pode ser o maior dono de equipe do mundo, mas também não conheço; portanto, tal de) diz que graças a esse acordo 60 milhões de americanos vão ver sua equipe.
Vai levar isso a algum anunciante otário, claro.
Mas ele segue. “Se você é um ‘race fan’ (Nota do Blogueiro: lá eles usam muito esse negócio de “race fan”, cuja tradução soa ridícula em português), vai poder se orgulhar de seu país. Quando o povo americano sintonizar na OLN, em qualquer lugar, poderá torcer para a mesma equipe. É uma questão de patriotismo e orgulho!”
Por que não mandam esse imbecil para o Iraque?
Ah, o cara diz também que a OLN tem potencial para levar a A1 GP a 80% da população mundial. Não sei de onde tirou o número, mas se alguém acreditar nesse palhaço e comprar um centímetro de propaganda no carro dele, merece o troféu de tonto do século.

Da série “Me Engana que eu Gosto”

Uma das (des)graças de se trabalhar com automobilismo é receber determinados press-releases. Hoje, qualquer piloto de autorama tem assessor de imprensa. E eles se esforçam para divulgar e perpetuar as façanhas de seus contratantes.
Coisa mais normal do mundo é receber textos dizendo que “fulano foi o destaque da prova de não-sei-o-quê em Tarumã: foi o piloto que fez mais ultrapassagens na corrida”, etc. Lá no fim se informa que ele largou em quadragésimo e terminou em trigésimo. Sempre tem quem publique, ainda mais hoje na era do jornalismo copy-paste, também conhecido como ctrlC+crtlV, uma praga da internet.
Hoje recebi texto da assessoria de Nelsinho Piquet dando conta da importantíssima conquista de um prêmio internacional: “Piloto Interamericano de 2005”. Eleito pela não menos importante Federação Interamericana de Jornalistas de Automóveis. Uau. Eleitores de 19 países.
Nelsinho derrotou figuras como o venezuelano Ernesto Viso e o porto-riquenho Edison Lluch. Deixou para trás também Carlos Fonseca, de Costa Rica. Felipe Massa ficou em sexto. Ainda bem que não faço parte dessa Federação Interamericana etc.
Ah, é bom que se diga: essa notícia emplacou inclusive no meu site. Bem, notícia é notícia. Mas que esse prêmio é chinfrim, isso é. Daqueles que às vezes é melhor esconder do que divulgar.

Acabou mesmo

“O sol nasce para os justos”. Essa frase, segundo um internauta que me mandou um e-mail algumas semanas atrás, estava estampada no antigo site da Minardi. Bem, hoje tive a curiosidade de bater o olho e procurar. Mas a tentativa foi em vão. O site da Minardi já não existe mais. O endereço é redirecionado para o da Red Bull. Varreram a Minardi do mapa, inclusive do mapa virtual. Tentei Toro Rosso, também. Cai no mesmo lugar. Ciao, Minardi. Mas para não passar em branco, uma pequena homenagem: o carrinho de 1993 que fez um quarto lugar com o Christian Fittipaldi em Kyalami. Projeto de Aldo Costa e Gustav Brunner. Não era um carro risível, longe disso.

Audi e Red Bull: tudo a ver

Titulinho ridículo esse aí acima, mas é mesmo para chamar a atenção. Rola um papo aí, especialmente em sites portugueses, de que por trás da compra da Minardi está a Audi, numa parceria com a Red Bull.
A idéia seria colocar um pezinho na F-1 para ver como funciona, sem se expor demais. Se der certo, formar-se-ia (vão se acostumando, aprecio mesóclises) uma parceria no futuro.
Para turbinar a boataria, os colegas lusos não se cansam de lembrar que Audi e Red Bull andam juntas no DTM. É esperar para ver…

Vergonha nacional

Que vergonha, quase 3 da tarde e zero de mensagens. Mas como já disse, os dias para mim começam tarde. E hoje a terça começou bem, com boas risadas sobre o anúncio da Red Bull sobre a permanência de Christian Klien. Elvis Presley não será nosso piloto, diz o comunicado da equipe.
Olha, podem achar o que quiserem da Red Bull. Que não tem tradição de corridas, que não faz carros, que isso ou aquilo, como diz o Piquet. Mas que esses caras deram uma arejada na F-1, isso é fato. Algo parecido, só a Benetton dos anos 80, que chegou até a experimentar pneus coloridos.

Aos órfãos do blog antigo…

…não se apavorem. Eu nem sabia que o blog do Grande Prêmio tinha sido substituído pelo novo. Mas colocarei temas para vocês discutirem como a gente fazia durante a temporada. Por exemplo, a trepidante pergunta que oito em cada dez pessoas que me encontram fazem: “E o Rubinho na BAR, hein?”. A maioria não sabe que não existe mais BAR. As outras duas querem saber do Massa na Ferrari, formulando a questão assim: “E o Massa? Esse moleque é bom, hein?”. Pronto, eis dois temas emocionantes para quem quiser discutir. Quanto a mim, especular sobre isso dá sono.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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