TagÁfrica do Sul

COMPREM!

C

SÃO PAULO – Atenção Felipe Nicoliello  e pumeiros do Brasil. RafinhaDias informa que a fábrica de Pumas da África do Sul está à venda por 2 milhões de rands, o que dá mais ou menos 450  mil dilmas. Essa fábrica foi montada sob licença da Puma brasileira. Nesse preço estão incluídos moldes, peças e dez carros em diferentes estágios de montagem.
Alguém se habilita?
 

O PRIMEIRO PONTO

O

SÃO PAULO (de muitos) – Efeméride legal, lembrada pelo Alessandro Neri, que mandou o vídeo. Hoje faz 30 anos do GP da África do Sul em que Ayrton Senna, com o sexto lugar, conquistou seu primeiro ponto na F-1. Bela lembrança. E não foi fácil, como mostra a reportagem de Reginaldo Leme no “Jornal Nacional” daquele sábado, 7 de abril (não me perguntem por quê, mas aquele GP foi...

MANDELA-BENZ

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SÃO PAULO (não cairemos) – O Douglas Nascimento me mandou a dica e fui atrás de mais informações. Muito legal essa história. Trata-se do Mercedes feito para Nelson Mandela pelos operários da fábrica sul-africana de East London. Eles pediram à direção da empresa para fazer um carro manualmente para o líder que havia acabado de deixar a prisão. Cada um trabalhou uma hora extra por dia para...

ÁFRICA

Á

SÃO PAULO – Desembarquei à noite, e se bem me lembro mais de uma semana antes da corrida. Tinha algo a ver com o preço da passagem, era mais barata se o período de permanência no destino fosse de não sei quantos dias. Viajava de Varig e havia um voo, desconfio, que saía do Rio, parava na Cidade do Cabo, em Johannesburgo e seguia para a Tailândia. Ou talvez não parasse no Cabo e fosse direto...

CHOQUE

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SÃO PAULO (incrível) – Foi o Antonio Dourado Filho que mandou o vídeo. Como se sabe, alguns Pumas foram exportados para a África do Sul nos anos 70, depois chegaram a ser montados no país e parece que ainda tem um cabra lá que lamina as carrocerias e continua montando sob encomenda. Mas esse elétrico é uma enorme novidade. Alguém tem mais detalhes? Putz, um Puma elétrico.

NÃO TÁ NA HORA?

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SÃO PAULO (mas esses zerinhos enchem…) – Olha o que tinha de gente nesse autódromo sul-africano que recebeu uma prova extra-campeonato de F-1 em 1965, na Cidade do Cabo. Tudo para ver uma dessas exibições do “cirquinho” da Red Bull, algo que a Willys fazia nos anos 60 no Brasil… Depois de realizar uma bela Copa do Mundo, com um povo tão apaixonado por corridas, não...

FOTO DO DIA

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SÃO PAULO (arestas) – Kyalami, 1972. Foto enviada pelo Humberto Corradi. Quando estive lá pela primeira vez, todos os operários que trabalhavam nas obras (o autódromo ainda não estava pronto) eram negros. Todos. No dia da corrida, nas arquibancadas, só brancos. O apartheid estava acabando. Ou, pelo menos, diziam que sim. Não sei, de verdade, se acabou. Veremos, talvez, nesta Copa. Sei que a...

FOTO DO DIA

F

SÃO PAULO (vejam as cores!) – Largada do GP da África do Sul de 1975, em foto enviada por Humberto Corradi. Pace na ponta, não? Lindos os carros, todos diferentes entre si, grid maravilhoso. De horrível, o fato de a F-1 correr num país que oficialmente adotava um regime de segregação racial. A F-1 foi o último esporte de caráter mundial a deixar a África do Sul. Não sei como é que os...

CARS & GIRLS

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PRAGA (e os carros?) – Uau, um dia sem postar nada! Que barato… Bom, vocês hão de compreender. Agora arrumei um tempinho para colocar a correspondência em dia e achei interessantes estas fotos que Mestre Mahar me mandou. Como tem mulher no meio, vai para a seção pertinente. Mas eu quero ver é se vocês sabem explicar que cazzo são esses “Opalas” da África do Sul! Daqui a...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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