TagSamara

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RIO (muito amor) – Simpática reportagem do ano passado (na onda da Copa na URSS) que o Luis Felipe Ziriba mandou. Adorei a frase do cara do Samara: “Todo mundo da família já empurrou esse carro pelo menos uma vez”. Raiz total. É isso aí. Lada na veia!

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SÃO PAULO (mestre) – As duas fotos são do Claudio Larangeira, possivelmente o mais importante e melhor fotógrafo brasileiro da área automotiva. Que, obviamente, replicava o talento em competições.

Larangeira (que estará na “Dica do Dia” do próximo post) me mandou via Facebook. Falou que foram tiradas no Rali Transchaco de 1992. Vocês, da poeira, poderiam contar mais dessa competição para os que nos leem. Enquanto isso, ficarei admirando os dois incomparáveis Samara. Um no alto, outro embaixo.

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SÃO PAULO (só finais) – E aos poucos o mundo vai acabando. A Lada encerrou a produção do Samara, um dos carros mais lindos de todos os tempos. Ele foi lançado em 1984. O último dos 5.247.008 produzidos em Togliatti saiu da linha de montagem no dia 24, véspera de Natal.

Estou de olho em um aí, mas não é fácil encontrar essas belezuras pelo Brasil em bom estado. Vamos ver…

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SÃO PAULO (que coceira…) – Eu mataria um por um Samara novo desses. Nosso pessoal do Facebook colocou o vídeo, nós os adoradores de Lada (“amantes” é coisa de boiola americano; somos adoradores, os soviéticos). Ah, carros azuis…

UM DIA NO MUSEU

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SÃO PAULO (o melhor de todos) – Para os amantes dos Fusquinhas chiques, este vídeo é fundamental. São os segredos da Porsche, carros que nem sempre são expostos em seu museu, mas fazem parte da coleção. Tem a primeira parte, também. Mas coloquei a segunda aí para que vocês vejam, aos 3min44s, do lado direito, o melhor desse acervo. Deem pause no vídeo para ver direito. Quem mandou foi o Ricardo Baggy.

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SÃO PAULO (bem melhor) – Nosso velho amigo Veloz-HP adoraria isso. Uma limusine feita a partir do Samara que bem poderia ter sido usada no Brasil para os deslocamentos do presidente estadunidense durante o fim de semana, em Brasília, ou no Rio. Ao menos seria minha sugestão. Já imaginaram? Seria a glória para este velho escriba…

Faz falta, o Veloz, putz.

RALI NOSSO DE CADA DIA

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GUARUJÁ (voltou!) – Inventei agora o nome da nova seção, para publicar todos os dias, até o fim do Dacar, fotos de carros de rali de verdade. Como esse adorável Samara no meio da neve. Ainda terei um. Calma que o dia chega.

Aproveitando, depois de ler a cobertura do dia do rali no Grande Prêmio deem um pulo no site da ESPN Brasil. O meu companheiro Lúcio de Castro escreveu um artigo interessantíssimo sobre o velho Paris-Dacar. Uma visão da qual compactuo em partes. Não acho o rali tão tenebroso assim, nem consigo enxergar tanta maldade implícita na prova. Não acho que ela tenha nascido para subjugar os pobres povos africanos.

Mas concordo totalmente com a crítica ao desprezo devotado às vítimas anônimas da competição, que não foram poucas. Enfim, é tema para reflexão. Lembro que muitos anos atrás outro colega, o André Fontenelle (hoje na “Época”) escreveu algo parecido na “Folha”, quando eu era o editor. Grande texto, diga-se. Se alguém achar, me avisa.

Mortes à parte, eu gosto muito do Dacar. Acho um baita rali, o elo perdido entre os dias chatíssimos de hoje e as grandes aventuras motorizadas do passado. Sou a favor de sua realização pelos próximos mil anos.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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