TagTony Kanaan

TONY

T

RIO (debaixo d’água) – Semana passada Tony Kanaan nos mandou este vídeo para falar do começo do fim de sua carreira. Pelo menos na Indy. Fará cinco provas em ovais este ano e depois vai, como disse, “tirar o pé”.

Tony é um grande cara. Campeão da categoria, vencedor em Indianápolis, querido por onde passou. Daqueles que não fez inimigos.

Quando o conheci, ganhou uma prova de kart em Tatuí, interior de São Paulo, na pista da fazenda de Ayrton Senna. Depois, acompanhei de perto sua batalha junto com o empresário Ricardo Tedeschi, os primeiros passos na Itália na Alfa Boxer, a guinada para os EUA, o sucesso num terreno ainda pouco explorado.

Fez — e faz ainda, afinal não parou! — muita coisa importante no automobilismo. Merece todo nosso respeito. E votos infinitos de felicidade onde quer que resolva correr, se decidir continuar nas pistas.

E se em vez disso preferir curtir a vida sem acelerar tanto, que seja mais feliz ainda.

Valeu, Tony!

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TONY FICA

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BRASÍLIA (vai, volta, vai, volta) – E Tony Kanaan resolveu seu futuro. Fora da Ganassi, o baiano correrá na Foyt no ano que vem, com opção para 2019. Será sua 21ª temporada na Indy, pela sétima equipe diferente. O piloto, de 42 anos, conquistou sua última vitória na categoria em 2014. Foi campeão em 2004 e ganhou as 500 Milhas de Indianápolis em 2013. Tem uma linda história, sem dúvida. Que entra em sua reta final agora, como acontece com qualquer atleta. Tem lenha para queimar ainda? Creio que sim. Experiência conta, está em forma, tem condições de ser competitivo. A Foyt, porém, não é uma Ganassi.

tonyfoyt

SHOW DO TONY

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Talvez o “Paddock GP” de ontem tenha sido o melhor de todos. Nosso entrevistado, Tony Kanaan, é um poço de simpatia, dono de um talento incomum para contar histórias. E de uma sinceridade, às vezes, desconcertante. Vejam. Ficou demais.

INDY OU NADA

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SÃO PAULO (fica, sim) – Gosto da sinceridade de Tony Kanaan. Com 15 temporadas de Indy nas costas, um título (2004), uma vitória em Indianápolis (2013), o bom baiano faz um bom campeonato neste ano, é o segundo melhor piloto da Ganassi, mas ainda não tem contrato para 2017.

Mas ele não fala em competir em outras categorias. Nem passa por sua cabeça. Gosta de onde está, e diz que não está preparado para correr de outra coisa.

Não é qualquer piloto que assume isso. Normalmente, neguinho fala que corre de qualquer coisa, que o negócio é “ter um carro para ganhar corridas onde for” etc. Cascata. A maioria não consegue pular de uma categoria para outra sem sofrer.

Tony não quer sofrer. Aos 41 anos de idade, sabe qual é o seu lugar. É um piloto que teria dado muito certo na Europa. O destino o levou aos EUA. É lá que ele quer pendurar o capacete, quando for a hora.

E, sinceramente, acho que está longe de ter chegado a hora.

TonyKanaan16

TONY, O POPULAR

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SÃO PAULO (voto nele) – Se tiver de parar de correr, Tony Kanaan pode tranquilamente sair candidato a prefeito de Indianápolis.

É a conclusão a que chegou Victor Martins, depois de checar a popularidade do brasileiro na cidade. Vencedor das 500 em 2013, Tony diz também que pode correr mais uns quatro anos na Indy, que o corpo aguenta.

A reportagem está aqui.

USP INDYCAR: DUAL IN DETROIT RACE 1 S CAR USA MI

NA INDY

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SÃO PAULO (sendo breve…) – Noite de sábado, ainda deu para ver Tony vencendo em Fontana (sua primeira pela Ganassi), Will Power ficar com o título e Helinho, de novo, com o vice. A taça para o australiano, vice três vezes, foi merecida e nada surpreendente. A vitória de Kanaan, importante. Acabou a temporada. Sim, em agosto. Estratégia da Indy, de concentrar muitas corridas em pouco tempo. Não creio que tenha sido um campeonato marcante. Vocês acharam?

tonyvenceafinal

O CARA E A CARA

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tonytrofeu500SÃO PAULO (ficou bonitinho) – Tony Kanaan foi o cara do automobilismo brasileiro neste ano, por ter vencido as 500 Milhas de Indianápolis. Hoje ficou pronto seu rosto, que será colocado no troféu mais bonito do mundo. Para quem não sabe (acho que todos sabem), os vencedores da prova têm seu rosto cravado na taça.

O do Tony demorou um pouco mais do que o normal para ficar pronto porque estava faltando material para fazer a coisa com alguma fidelidade.

Aqui está o Tony todo orgulhoso. Cheio de motivos.

GRANDE TONY

G

SÃO PAULO (boa notícia, enfim) – Muito legal. Tony Kanaan acaba de ser anunciado, em Houston, como novo piloto da Chip Ganassi para o ano que vem. Vai para equipe grande, com condições de lutar por vitórias e título, algo que a KV raramente proporcionou nos últimos três anos — a exceção óbvia é Indianápolis.

Tony esteve perto de ir para a Nascar. No fim, fica onde queria, sua velha Indy de guerra. O patrocínio do carro, um dos quatro do time, será da NTT Data, a Nippon Telegraph and Telephone Corporation, uma gigante japonesa de comunicações e tecnologia. Parceiro fortíssimo. Não vai precisar correr atrás de dinheiro. É o ideal dos mundos para alguém que, nos últimos meses, vivia a agonia de não ter onde correr, mesmo na condição de atual vencedor das 500 Milhas, uma façanha enorme, por uma equipe pequena.

Detalhe: nessa foto postada aí pelo Twitter do piloto, o cabra que fez a montagem errou o ano do título do baiano. Foi em 2004, não 2005…

tonyganassiE é claro que agora uma pergunta cabe: será que o cancelamento da etapa brasileira da Indy pode ser revertido a partir da presença de dois pilotos do país em equipes de ponta da categoria? Sendo que um deles, Heliocas Troneves, pode ser campeão neste ano?

Imagino que algumas coisas possam acontecer nos próximos dias.

TONY E A NASCAR

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SÃO PAULO (uma boa) – Com a Indy em franco declínio, sem corrida em SP no ano que vem e talvez até sem transmissão de TV, o destino de Tony Kanaan deve ser a Nascar. O vencedor das 500 Milhas de Indianápolis deste ano está negociando e pode bater o martelo na semana que vem.

Ele ainda prefere ficar na Indy. Eu, sinceramente, acho que seria ótimo mudar de ares. A Nascar paga bem, é muito mais popular, é a Indy, infelizmente, vive um momento de muitas incertezas e corridas perigosas.

TONY SHOW

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SÃO PAULO (figuraça) – O blogueiro Felipe mandou esse trechinho da entrevista do Tony Kanaan ao David Letterman. Um show. O piloto conta a história da medalhinha que deu a uma menina num hospital nove anos atrás, e que foi devolvida a ele num envelope alguns dias antes da corrida. E, no fim, aproveita que não tem nenhum segurança por perto e dá um abraço no troféu.

Tony irradia simpatia e felicidade. É um sujeito que merece o que está vivendo. Vou ver se acho a entrevista inteira. Se alguém tiver o link, coloque aqui nos comentários.

ANTOINE

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tony1991SÃO PAULO (o máximo) – Na coluna Warm Up de hoje, uma cartinha para Antoine, vulgo Tony Kanaan, grande vencedor das 500 Milhas de Indianápolis. Lembrando um distante domingo de 1991, quando ele, aos 16 anos, bateu Ayrton Senna numa corrida de kart.

indyseloLembro de ter conversado com você rapidamente e no fim da entrevista você me deu um cartão que deve estar em alguma gaveta por aqui, porque não costumo jogar nada fora. Aqueles cartões de visita fotográficos, acho que você corria de F-Ford, já, tinha lá seu carro, o nome e o telefone. Como era uma festança, e como Senna era o personagem do dia, mais do que ninguém, creio que no material que escrevi para o jornal apenas mencionei sua vitória, sem maiores detalhes. Bruno mereceu mais espaço, certamente. Afinal, era sobrinho do homem, um garotinho cheio de marra, mais notícia, enfim. Sobrinho do Senna, queria ser piloto, essas coisas são um prato cheio, você sabe.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui.

“MY UGLY FACE”

&

SÃO PAULO (ah, tem coisa pior) – Para quem não viu (como diz o Borgo, ninguém viu, graças à Bandeirantes), está aí a entrevista pós-leite de Tony Kanaan à ESPN logo depois da corrida de Indianápolis. “Agora vou ter minha cara feia naquele troféu”, falou o brasileiro. O troféu de Indianápolis, como se sabe, tem o rosto de todos os vencedores em alto-relevo. Com Tony, vai ter uma pontinha mais saliente a partir de agora. O cara que faz o polimento semanal da taça vai ter de ter cuidado para não espetar o dedo.

TONY!

T

SÃO PAULO (pô, isso é legal pacas!) – Tony Kanaan. Baianinho arretado. Acaba de ganhar as 500 Milhas de Indianápolis. Sob bandeira amarela. Perdeu a liderança para Raianrrânterrei a poucas voltas do final quando alguém deu uma panca, mas deu tempo de remover os destroços, houve uma relargada, Tony passou o atual campeão (o estreante Muñoz, ex-Palmeiras, também foi na balada) e foi para o tudo ou nada de ter de aguentar neguinho no vácuo nas últimas voltas, mas aí outra panca, do amigo Franchitti, nova amarela e bye bye. Pace car, todo mundo em fila indiana e Tony chorando feito uma criança para receber a quadriculada.

Menino batalhador, que merece. Junta-se a Emerson, Gil e Helinho no time dos brasileiros que já ganharam as 500. E por equipe pequena, a KV, o que faz da vitória algo que esbarra no milagre.

Palmas para ele, que ele merece.

cruzatony500E vaias sonoras para a TV Bandeirantes, que corta a transmissão de um momento histórico, a festa do Tony, o leite, o troféu, para mostrar os primeiros minutos de um joguinho de quinta categoria pelo Brasileirão. Falta de sensibilidade, de noção do que é jornalismo, de tudo.

STOCKINDY

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SÃO PAULO (quebra-ossos)Helio Castroneves também vai para a Corrida do Milhão da Stock, em Interlagos. Patrocínio da Shell. Tony vai de Itaipava e Barrichello, de Medley.

Que ninguém, portanto, fique achando que a Stock virou um eldorado. São acordos comerciais, todos bem amarrados e legítimos. Nenhum dos três, creio, tem pretensões na categoria — Barrichello talvez sim, mas acho que não é para agora; ele quer ficar na Indy, ao menos é o que declarou.

De toda forma, é claro que a prova ganha atrações interessantes. Assim como é claro que nenhum dos três tem chance alguma diante dos caras que estão nesse negócio há séculos.

Como já dito, trata-se apenas de grana, promoção, essas coisas. Não de competição.

ATÉ TU, TONY?

A

SÃO PAULO (vai ficar legal) – Depois de Barrichello, Tony Kanaan. O parceiro de Rubens na KV também vai correr na Estoque neste fim de ano. Disputa a Corrida do Milhão, última do campeonato, e já avisou que corre em Brasília também, pala Bassani. Como Barrichello, vai doar o cachê ao Instituto Barrichello Kanaan. O patrocínio é da Cervejaria Petrópolis, que faz a Itaipava e outras bebidas.

Parece que estão tentando o Nelsinho, também, para a prova milionária de Interlagos. Falando nisso, petit Piquet venceu ontem à noite em Las Vegas, sua segunda vitória na Truck Series. O relato está aqui. A ultrapassagem na última volta foi soberba.

INTERLAGOS, ITC

I

SÃO PAULO (isso era legal) – Opel, Alfa Romeo e Mercedes. Eram as montadoras envolvidas com o ITC, que desembarcou para correr aqui em 1996. Carros espetaculares, pilotos idem. O Danilo Cândido enviou este vídeo com pequenas matérias da Globo sobre a rodada dupla de Interlagos, que teve três brasileiros: Christian Fittipaldi de Mercedes, Tony Kanaan de Opel e Max Wilson de Alfa. Max foi o melhor dos três, com um segundo lugar na segunda bateria, disputada com muita chuva. Foi um dos melhores eventos que Interlagos recebeu em toda sua história.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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