SÃO PAULO (e torce para o Inter!) – Senhoras e senhores, a revelação que farei é absolutamente bombástica. Depois de exaustivas pesquisas e trabalho de campo (que explica minha ausência nas corridas deste ano), finalmente descobri o que queria. Jean Todt não é francês!
Na verdade, seu nome é Vitor Mateus Teixeira, vulgo Teixeirinha, e nasceu na cidade de Rolante, distrito de Mascaradas, Rio Grande do Sul, no dia 3 de março de 1927. É filho de Saturno Teixeira e Ledurina Mateus Teixeira.
Adotou o codinome “Jean Todt” porque não aguentava mais se apresentar em shows de chapéu e bombacha, e se mudou para a Europa. Nunca gostou de chimarrão e sempre preferiu os vinhos franceses.
Todt, ou Teixeirinha, como agora sabemos, nunca entendeu patavina de corridas, mas soube enganar muito bem o pessoal da F-1 e acabou assumindo a Ferrari. Usa esparadrapos nos dedos nas corridas para não estragar suas unhas, afinal tem de tocar violão para viver!
Abaixo, a prova. No CD através do quel foi descoberta sua identidade secreta, algumas gravações são a prova inequívoca de que se trata da mesma pessoa: “Saudades de minha terra”, sobre a falta que lhe faz o Rio Grande; “Chofer de táxi”, dedicada a Rubens Barrichello; “Paixão de um homem”, dedicada a Michael Schumacher; “Não é papo furado”, uma jura à lisura do time, que não dá ordens de equipe; “Filho injusto”, para Felipe Massa, composta imediatamente após o GP da Turquia; e “Só quero vingança”, para Flavio Briatore.
Quero ver ele negar.