LADALAND

SÃO PAULO (chegando a hora) – Pensam que sou só eu? O Elson Luiz Perego mandou a mensagem:

Flavio, boa noite! Sou de Curitiba e sempre leio o seu blog. Estava agora em casa vendo TV, quando escuto um ronco diferente. Quando olho pela janela, nem acreditei e logo lembrei de você! Até achei que era você que estava por aí, rsrs… Fui lá e pedi autorização para o dono e tirei umas fotos.

Olha o que ele viu pela janela…

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AGENDINHA AUSTRALIANA

Semana de corrida! Como no ano passado, todas as segundas teremos aqui os horários e as informações básicas para todo mundo se programar para assistir.

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BUS STOP

O Douglas Nascimento postou no Instagram dele, com a legenda que segue. Sou vizinho da Colsan. São essenciais.

Se você tem 40 anos ou mais, em algum momento já viu esse ônibus Mercedes-Benz estacionado em algum local da região central de São Paulo. Fundada em 1959, a Colsan, durante muitos anos, levou seu ônibus cidade afora em campanha de doação de sangue. Os locais mais conhecidos de parada deste ônibus eram as praças da Sé, Patriarca e Ramos de Azevedo. A importância do trabalho da Colsan levou, em 1962, o poeta Guilherme de Almeida a dedicar um poema a entidade, chamado “Gota de Vida”. A @colsanoficial não tem mais o ônibus circulando pela cidade, mas mantém diversos pontos de coleta espalhados por ai. Que tal aproveitar a oportunidade para fazer uma doação de sangue? 🩸

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ENCHE O TANQUE

O Marcelo Teixeira escreveu:

E aí Flavinho! Estava lendo teu blog e lembrei que tirei uma foto um tempo atrás de um posto de gasolina na região montanhosa de Adirondack, no norte do estado de Nova York, nos Estados Unidos, pensando em te mandar. Apesar do seu anti-americanismo, esse lugar está simpático, vai… Acho que cabe na tua seção “Enche o Tanque”.

Me pareceu tudo fake, mas tudo bem… Valeu Marcelo!

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FOTO DO DIA

A Ferrari revelou a pintura da 499P que vai defender o título do WEC neste ano. Bicho bonito da peste! O campeonato começa no dia 28 de março no Catar (antes tem testes nos dias 22 e 23 na mesma pista). Depois Ímola (19 de abril), Spa (9 de maio), Le Mans (13 e 14 de junho), Interlagos (12 de julho), Austin (6 de setembro), Fuji (27 de setembro) e Bahrein (7 de novembro).

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LADALAND

Linda foto enviada pelo Jose Armando San Pedro Miralles.

Lindo registro do Antigo Mappin na Avenida Pereira Barreto no Município de Santo André. A foto foi tirada entre os anos 80 e 90. A construção acomoda atualmente o Shopping ABC.

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ONDE DESLIGA? (3)

SÃO PAULO (fim de papo) – Acabou a pré-temporada. Foi a mais longa da F-1 nos últimos anos, desde a introdução dos testes coletivos com a simultânea proibição dos treinos avulsos em pistas espalhadas por aí. Tais restrições começaram em 2010, por razões de economia. O custo por quilômetro num carro de F-1 é altíssimo. Não me peçam esse valor, porque há muitos cálculos possíveis — podem, ou não, incluir a quantidade de gente mobilizada, aluguel de autódromo, número de motores, gastos variáveis com pneus e combustíveis, depende se vai ter café e pão de queijo, refresco e amendoim etc.

Mas é alto, podem crer. Lembro que no auge da gastança da categoria a Ferrari torrava US$ 600 milhões por temporada, e uma parte considerável disso era incinerada em Fiorano, porque Michael Schumacher não tinha clima bom em casa e preferia ficar na Itália treinando das seis da manhã às seis da tarde, com meia hora de almoço. A torneira de outros times também jorrava sem dó, como na Toyota, e uma hora aquele troço iria ficar inviável. Então resolveram começar a cortar os custos, e os testes foram os primeiros a dançar. (Os pilotos, exceto Schumacher, adoraram.)

Neste ano, foram 11 dias gastando gasoli… digo, óleo de fígado de bacalhau, biomassa, chorume, extrato de mamona líquida e bastante borracha: cinco em Barcelona, seis no Bahrein. Cada time pôde andar nove dias — três dos cinco na Espanha e todo o tempo no deserto de Sakhir.

Andou-se bem. Era preciso, porque a F-1 passa por uma reforma de regulamento como nunca antes neste país. Ninguém sabia direito como os carros iriam andar, nem se iriam andar. Andaram. Quebraram pouco, até. Algumas equipes tiveram bastantes problemas, como a Aston Martin. Hoje, por exemplo, Lance Stroll completou só seis voltas, nenhuma cronometrada. A equipe, então, empacotou tudo e jogou no lixo. Foram todos embora depois do lanchinho da tarde. Foi a grande decepção de fevereiro. Vamos nos divertir com os rádios de Fernando Alonso nas primeiras corridas do ano. O problema hoje foi na bateria do motor Honda. Ontem também.

Outros times saíram satisfeitos e aliviados do Bahrein, como a estreante Audi, que só nesta semana completou 357 voltas e seu motor, novinho em folha, aguentou. A Audi nunca tinha feito motor de Fórmula 1. A lembrança mais recente das quatro argolas era dos motores dois tempos da Vemag na década de 60 no Brasil, sob a batuta de Miguel Crispim Ladeira. Seus três cilindros e mil centímetros cúbicos de cilindrada produziam 100 HP. Sem nada elétrico, exceto as lâmpadas na capota para localizar o carro na pista nas Mil Milhas.

Ferrari, Mercedes, Red Bull e McLaren se revezaram na ponta com os melhores tempos e algum equilíbrio entre elas. No fim, 1min31s992 foi a melhor volta das duas semanas barenitas, de Charles Leclerc. Em 2022, ao fim da pré-temporada com os carros novos de então, também inaugurando um novo regulamento, o melhor tempo havia sido de Max Verstappen, da Red Bull: 1min31s720.

Ou seja, como diz Luciano Burti: começa-se esta nova era com os carros andando mais ou menos a mesma coisa que no início da última. Vou te falar que, como diz Luciano Burti, que logo logo a performance se aproximará daquela que vimos nos últimos dois anos. Obviamente, como diz Luciano Burti, não será na Austrália, na abertura da temporada. Vamos lembrar, como diz Luciano Burti, que há um longo caminho pela frente.

O que mais me chamou a atenção nestes dias — e esqueçam a parada dos motores, como disse ontem só volto a tocar no assunto quando eles forem assunto novamente — foi o enorme abismo entre as quatro maiores e o resto. Cadillac na rabeira era algo esperado, mas seria legal se as outras estivessem um pouco mais perto, e não a dois, três, quatro segundos de distância por volta.

A Austrália ainda não mostrará a realidade do campeonato. É só a primeira corrida do ano e é daquelas muito particulares, disputada numa pista nem-nem — nem de rua, nem permanente. É num parque, tem uns muros próximos, às vezes faz frio, às vezes faz calor, e quem for esperto, especialmente na turminha do fundão, faz o que fizemos nas Mil Milhas: a prioridade é terminar. Foi assim, por exemplo, que Felipe Nasr se tornou o melhor estreante brasileiro da história, com um quinto lugar em Melbourne pela Sauber em 2015. Ele ficou três anos na F-1 e nunca mais conseguiu repetir o resultado.

Depois da corrida em Albert Park a gente conversa sobre favoritos e candidatos ao rebaixamento. Mas se você estiver em algum bolão e não puder esperar, coloque George Russell campeão, Verstappen em segundo, Oscar Piastri em terceiro, Lando Norris em quarto, Kimi Antonelli em quinto, Lewis Hamilton em sexto e Charles Leclerc em sétimo. Isack Hadjar será o oitavo. A Audi não vai chegar ao pódio, a não ser em circunstâncias muito excepcionais, previsão que vale para Williams e Alpine. A Haas vai terminar na frente da Racing Bulls. A Aston Martin, com todos os problemas, acaba na frente da Cadillac, que voltará a fazer limusines presidenciais.

E Valtteri Bottas não vai mostrar a bunda porque isso pode ofender os conservadores em conserva na América.

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ONDE DESLIGA? (2)

Antonelli, o mais rápido da quinta-feira

SÃO PAULO (desculpem o atraso) – Tenho a impressão de que as discussões sobre os novos motores da F-1, a coisa de ter de tirar o pé na reta, a necessidade de pensar em gestão de energia antes de acelerar e todo o resto vão arrefecer rapidamente. Porque pilotos e equipes têm pressa. Precisam fazer essas geringonças funcionarem a contento. Urge encontrar atalhos, descobrir truques, artimanhas, jeitinhos, esparrelas, logros, tramoias, embustes, subterfúgios, tramas, expedientes, ardis e tretas de todas as naturezas para que seus carros sejam rápidos. Não adianta reclamar, o regulamento é esse, os motores são esses, quem não gostar que pegue seu paletó na cadeira e vá fazer outra coisa.

O mesmo vale para quem se mete a comentar F-1, gente como eu. Minha opinião sobre o tema já foi dada. Não vou ficar repetindo a mesma ladainha o resto da vida. E está na cara, porque essa é a história da F-1, que rapidamente engenheiros e babalorixás da eletrônica vão tapar os buracos que afligem os puristas como Max Verstappen e encontrarão soluções que serão imediatamente copiadas pelos outros e la nave va. Daqui a alguns meses, teremos esquecido do tema. Foi assim quando proibiram controle de tração e suspensão ativa, quando introduziram os pneus com ranhuras, quando inventaram a asa móvel, quando surgiu o KERS, quando vetaram os motores turbo, quando surgiram os híbridos, quando enfiaram o Halo sobre o cockpit e por aí vai. Os motores mezzo a cobustão mezzo elétricos são apenas mais um soluço, que passa rápido com um bom copo d’água.

Assim, só voltarei ao assunto se ele voltar a ser… assunto! Quem tinha de reclamar já reclamou, quem tinha de defender já defendeu, quem achou uma merda já emitiu seu parecer, quem acredita que as corridas serão espetaculares com as novas estratégias, botões e carregadores de bateria, idem.

Nesta sexta acaba a pré-temporada. Na quinta (escrevo depois da meia-noite), segundo dia de treinos da semana, Kimi Antonelli fez o melhor tempo, 1min32s803. Oscar Piastri, da McLaren, ficou 0s058 atrás dele. Foram os dois únicos que andaram abaixo de 1min33s nesta semana. Lewis Hamilton quebrou de manhã e a Ferrari perdeu tempo nos boxes. A Aston Martin viveu mais um dia terrível e o carro de Fernando Alonso parou no meio da pista com problema de superaquecimento no motor. Verstappen foi o que mais andou, 139 voltas. Foram 16 pilotos na pista.

Volto ao tempo de Antonelli: 1min32s803. Nossa, os carros estão muito mais lentos, a pole no Bahrein no ano passado foi de 1min29s841! OK, os carros tendem a ficar mais lentos com menor pressão aerodinâmica e velocidade mais reduzida nas curvas. Mas vejam… Quando estreou a geração anterior dos carros da categoria, em 2022, o melhor tempo na pré-temporada do Bahrein foi de 1min31s720, de Verstappen. No ano seguinte, 1min30s305 de Sergio Pérez, então na Red Bull. Em 2024, 1min29s921 de Carlos Sainz, da Ferrari. E no ano passado, o mesmo Sainz, já na Williams, bateu o cronômetro em 1min29s348 no circuito barenita.

Entendem onde quero chegar? É possível que nesta sexta o melhor tempo da pré-temporada no circuito de Sakhir esteja muito perto do que Verstappen conseguiu em 2022, também ano de estreia de novos carros e novo regulamento. A evolução é muito acelerada. Em breve esses carros estarão andando tanto quanto os anteriores. E se os caras terão de dirigir apertando botões e perguntando pelo rádio onde deixaram seus carregadores — todo mundo perde carregador! –, problema deles.

Não adianta reclamar, e não dá tempo de reclamar. A F-1 é urgente.

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NAS ASAS

Vejam as fotos primeiro. A mensagem do Fernando Hartiman, depois.

Prezado Flavio, recebi essas fotos do Antonov por e-mail muitos anos atrás de um amigo que trabalhava na Infraero em Curitiba. As fotos parecem ser dos anos 90 e sinceramente não sei se realmente foram tiradas no aeroporto de Curitiba. Em umas das fotos aparece um caminhão com adesivagem de Confins. Caso queira usar no seu blog na seção “Nas asas”.

Agora, as perguntas de sempre: quem, quando, onde, por quê? E o que será que o Antonov trouxe? E o que levou? Esse é o que foi destruído na Ucrânica? E não pude deixar de notar, claro, as belezuras da TAM e da Transbrasil ao fundo…

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ONDE DESLIGA? (1)

A foto da classe: cenário “industrial”

SÃO PAULO (tá chegando!) – Eis os 22 pilotos de 2026 na foto da turma feita no Bahrein. Pegaram alguma garagem vazia e fizeram a imagem sem gastar muita coisa com cenário. São tempos de austeridade.

Sou um analista de macacões, casos vocês não saibam. Deveria ter sido estilista, sempre acho que escolhi a profissão errada. Farei críticas individuais abaixo. Depois volto para falar do primeiro dia de testes da última semana da pré-temporada.

AUDI – Tinha gostado muito da programação visual da Audi em geral, da pintura dos carros aos uniformes dos mecânicos, até perceber que os macacões de Bortoleto e Hülkenberg são pretos da cintura para cima e acinzentados da cintura para baixo. Isso faz deles modelos da Ducal, com calças cinza e camisas pretas. Horríveis.

ALPINE – Muito feios. Seus pilotos parecem estar usando colete à prova de balas cor de rosa, o que é de evidente mau gosto.

FERRARI – Os da Ferrari são bonitos e elegantes, porque italianos são bons de moda. Os modelos, dois homens lindos, ajudam. Faixas verticais nas laterais cooperam na composição, deixam tudo mais longilíneo.

RED BULL – Esses possivelmente estão com o prazo de validade vencido, a FIA precisaria verificar, porque são os mesmos de 2005. A equipe deve ter comprado um grande lote de macacões na época de sua fundação e usa os mesmos há mais de 20 anos. Se procurarem bem, no de Hadjar deve estar bordado “Klien” em algum lugar. O de Verstappen foi usado por Coulthard, certeza.

CADILLAC – Compraram macacões de brim, daqueles que vendem para kart indoor de shopping. A sapatilha de Pérez parece um Kichute.

WILLIAMS – Branco cai bem em macacões, o problema é lavar. Mas estão OK. Se resolverem mudar, podem revender para motoristas de ambulância no Mercado Livre.

McLAREN – Quem é que achou que aquele desenho preto perto do pescoço, só para um lado, iria ficar bom? Parece um babador torto. E notem a postura de Piastri, lá em cima. Parece um menino esperando para receber a hóstia na Primeira Comunhão.

MAQUININHA DE APROXIMAÇÃO – Não consigo olhar para os uniformes desses moços sem lembrar de meus antigos carnavais em Campinas, quando depois de umas doses de Carpano e dois tubinhos de lança perfume, antes de entrar no salão da Fonte, tombava num jardim qualquer do Cambuí e chamava o Hugo. Aí ficava tudo bem.

ASTON MARTIN – Verde mais morto que esse, só o da camisa do Palmeiras. Com preto, poderia lembrar o América Mineiro. Mas aquele friso amarelinho… Barbaridade.

HAAS – Não é ruim. O logotipo da Haas, porém, parece ter sido feito por algum primeiranista do curso de desenho industrial do Mackenzie em 1982.

MERCEDES – De longe, o melhor de todos. As faixas da adidas nos ombros, o azul-turquesa (verde-maravilha?) da Petronas nas pernas, tudo no lugar. Cores bonitas, que combinam.

Aos treinos, agora.

Hoje foi Russell, o mais rápido. O tempo dele, 1min33s459. Pouquinho melhor que o melhor da semana passada, e assim as marcas vão caindo naturalmente. Pneus mais macios estão sendo usados nesta semana. O que não cai muito é a diferença entre as equipes da frente e as mais lerdas. No regulamento anterior, chegamos a ter 20 carros no mesmo segundo em alguns treinos livres de GP no ano passado. Procurei isso aleatoriamente e encontrei o resultado de um TL em Monza com resultado assim. Houve outros.

Hoje, temos 22 carros no mesmo dia, para ser bem otimista. Cadillac e Aston Martin estão muito, muito distantes. Audi, Débito ou Crédito?, Williams, Haas e Alpine parecem andar na mesma toada. Mas estão próximas apenas entre elas, bem longe do quarteto Mercedes/McLaren/Ferrari/Red Bull.

Chama a atenção a confiabilidade (palavra horrível, vou procurar outra; gosto de “fieza”, mas ninguém vai entender) do motor Audi. A unidade de potência saiu do forno outro dia, mas tem funcionado direito e não quebra. Parece o AP do meu Gol Bolinha.

O único dos 22 pilotos que ficou de folga hoje foi Verstappen. A Red Bull trabalhou apenas com Hadjar. Max deu novas entrevistas, para falar sobre o que havia dito na semana passada — que esses carros de F-1 não são de F-1, basicamente. Hoje, negou que esteja pensando em se aposentar por desgosto. “Eu preferiria que fosse diferente, em termos de regulamento? Sim. Mas também sei que é assim que as coisas funcionam, então precisamos nos virar com o que temos”, disse, conformado.

Houve treino de largada, porque tinha muita gente com medo de ver carros parados no grid já que não dá tempo de os últimos “encherem” o turbo quando estacionam em seus lugares. Até o ano passado, as luzes se acendiam assim que o último chegava, e se apagavam rapidamente para começar a corrida. A FIA decidiu, então, que vai haver uma luz azul dentro dos carros, no volante, informando que a turma toda ainda está alinhando e precisa de um tempinho para “ligar a turbina”. “Vai ser tranquilo, é só esperar a turma de trás”, tranquilizou Bottas, que pertence à turma de trás. “O procedimento vai ser mais demorado, mas não tem perigo nenhum”, aquiesceu Hamilton.

Na simulação, ninguém ficou parado no grid. Acho que isso será resolvido até Melbourne.

E a última notícia do dia: a FIA se mexeu no caso da taxa de compressão dos motores. Resumindo, a Mercedes consegue aumentar essa taxa quando os motores estão quentes. Mas a medição para atestar se ninguém está roubando é feita com os motores frios. Outras fabricantes reclamaram — como ficaram sabendo, é algo que a espionagem industrial explica, e ela é muito ativa na F-1. Então, a entidade avisou que a partir de agosto vai medir a taxa de compressão com os motores a 130°C. Até lá a Mercedes que se vire para não ser pega no pulo. A Ford (e a Red Bull) era a única fornecedora que não estava reclamando, possivelmente porque faz algo parecido. Mas, agora, se juntou a Ferrari, Honda e Audi na desconfiança geral.

A Mercedes vai resolver o problema e ninguém será mandado para a Papudinha.

Russell, o melhor da Quarta-feira de Cinzas

E fechamos o dia com uma imagem de Russell no crepúsculo barenita, lembrando que amanhã e depois teremos mais dois dias de pré-temporada. Depois volta todo mundo para casa, estuda dados e resultados, ouve os pilotos e, se precisar, muda alguma coisa. Porque a partir de 6 de março é pra valer, com a abertura dos treinos para o GP da Austrália.

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