SÃO PAULO (o próximo é o Lada) – Saiu na “Der Spiegel” um longo artigo sobre a repentina volta à moda das Kombis (apenas para assinantes do UOL), que começaram a aparecer de novo no cinema e, em alguns casos, como em “Little Miss Sunshine”, na condição de estrela principal da fita.
Fillmore, a Kombi de “Carros”, é o personagem mais simpático da animação da Pixar, Leonardo Di Caprio dirige uma em “Diamantes de Sangue”, outra surgiu em “Lost”, e outro dia mesmo mostrei aqui um livro de viagem, americano, em que dois amigos cruzam os EUA numa… Kombi, claro.
Em determinado momento, diz, o texto da revista alemã:
Como pode uma catástrofe aerodinâmica, com horrendo consumo de gasolina e níveis de ruídos perigosamente altos, estar sendo celebrada como se fosse a maior sensação do setor? Como pode a Kombi ser vista como automóvel amigável ao meio ambiente, quando os fatos provam o contrário? Em “Carros”, a grande consumidora de combustível da Volkswagen até deixa o carro de corrida com a consciência culpada e oferece-lhe um biocombustível caseiro.
A resposta, com toda modéstia que me é peculiar, está no início deste blog. Lembrem-se, a primeira campanha bloguística foi contra o fim dos motores a ar da VW e da Kombi como ela veio à vida.
Como se nota, cineastas de todo planeta encamparam nossa causa!
Assim, fotinho da minha, que deu início a esta Kombimania, ou Kombifever, como queiram, que toma conta do mundo!