SÃO PAULO (cadê todo mundo?) – Leio nos pasquins de papel e eletrônicos que Hamilton pretende visitar o túmulo de Senna. Na segunda-feira, depois da corrida. Visita anunciada, espetáculo midiático garantido, câmeras se acotovelando à beira da cova.
Coisa de péssimo gosto.
Em 1995, ou 1996, não lembro bem, Schumacher fez o mesmo. Desembarcou no aeroporto, pegou o carro a ele reservado e pediu ao motorista que o levasse ao cemitério, antes do hotel. Foi sozinho, lá ficou alguns minutos, em silêncio, sem flashes ou microfones, entrou no carro e foi embora.
Quem me contou foi o motorista do carro.
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