Blog do Flavio Gomes
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Peninhas da Granja (12)

SÃO PAULO (já de pé) – O tempo é curto, às 14h entro no ar na rádio. E, como deu para perceber, uma madrugada na pista exige algumas horas de sono depois. A cobertura das 500 Milhas de Kart, impecável, está no Grande Prêmio. Impecável porque meu time é assim: Victor, Marcus, Bruno e Evelyn […]

SÃO PAULO (já de pé) – O tempo é curto, às 14h entro no ar na rádio. E, como deu para perceber, uma madrugada na pista exige algumas horas de sono depois.

A cobertura das 500 Milhas de Kart, impecável, está no Grande Prêmio. Impecável porque meu time é assim: Victor, Marcus, Bruno e Evelyn nos textos, além das fotos do Terena e do Luca.

Sim, corri. Não mais do que 40 minutos, mas corri. Eu e toda nossa turma do Red Bulletin. Cada um escreveu um depoimento e todos estão no site. O meu, aqui. Foi uma longa noite, com milhares de quebras, mas levamos o kart até o fim, com dignidade e esforço dos mecânicos, que tiveram de reconstruí-lo após o acidente mais sério da prova até ali, com o Betto D’Elboux.

Depois eu conto tudo em detalhes. Valeu a pena? Sim, valeu. Tudo vale. Eu voltaria? Talvez. Precisaríamos treinar mais, muito mais. Não terminamos em último. Foi um alento. Mas, melhor do que tudo, todos chegamos inteiros e com o sentimento de missão cumprida.

Vi o final da prova pela TV. Notei as reclamações até dos mais experientes sobre o abuso de porradas e toques. A prova acabou por pane na cronometragem. E a vitória ficou com os melhores, sem dúvida. Aqueles que não ficam o tempo todo batendo nos outros porque sabem como se ganha uma corrida longa.

Ah, da Superclassic eu falo amanhã. Tem bastante coisa para contar.


Começo de prova, carenagem intacta. Eu no bolo, todos passando.