Blog do Flavio Gomes
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Interlagos que me perdoe…

SÃO PAULO (a deselegância discreta) – O GP do Brasil tem muitos defeitos, mas o maior deles é a ausência de “grid girls”. OK, garotas e garotos, podem me chamar de machista, mas esse negócio de colocar meninas bonitas no grid não tem nada de machista. É apenas tradição das corridas, e deixa tudo mais […]

SÃO PAULO (a deselegância discreta) – O GP do Brasil tem muitos defeitos, mas o maior deles é a ausência de “grid girls”. OK, garotas e garotos, podem me chamar de machista, mas esse negócio de colocar meninas bonitas no grid não tem nada de machista. É apenas tradição das corridas, e deixa tudo mais bonito num ambiente majoritariamente masculino.

O intrépido Flavio Mazzi, que faz as fotos da Agência Warm Up há anos, me mandou essa aqui, hoje:

Foi tirada momentos antes da largada em Barcelona. As moçoilas da Espanha são em geral bem bonitas, embora o lote deste ano não tenha sido dos melhores. A Hungria, hoje, tem o GP mais belo nesse quesito. O Brasil daria de 20 em qualquer dos demais.

Mas aqui não tem menina no grid, e sabem por quê? Porque a empresa que organiza o GP só coloca meninas ali se alguém pagar. Faz algum tempo que é assim. O que é ridículo. Com o que se fatura com a corrida, qualquer troco pagaria 20 modelos para enfeitar e embelezar o grid em Interlagos.

É o fim do mundo. Até no Bahrein tem “grid girls”, um país muçulmano. Elas vão vestidas até as canelas, com roupas das aeromoças da Gulf Air. E é bonito, as roupas são belíssimas e seus sorrisos, mais ainda. Não se trata de explorar “sexualmente” uma corrida, apenas de humanizá-la.