SÃO PAULO (picanha a 12,90 o kg, comprei 5) – Algo que eu não sabia, e é interessante. Toyota e Honda têm uma altíssima rotatividade de mecânicos na F-1 (não necessariamente em funções vitais). Mandam os funcionários de suas fábricas para trabalhar um ou dois anos nas corridas, e depois os trazem de volta para as linhas de montagem.
O objetivo não é fazer com que aprendam nada em especial sobre controle de tração ou amortecedores de massa, mas sim inseri-los num ambiente hostil e competitivo para que ao voltar apliquem conceitos de competitividade nas suas atividades do dia-a-dia.
Para que apertem um parafuso na fábrica com a mesma gana, responsa e tensão com que trocam um pneu num pit stop, em resumo.
Na visão japonesa, a F-1 não serve só para fazer propaganda e vender mais carros. Serve para aperfeiçoar seus operários, também.