SÃO PAULO (vida inteligente) – Num cantinho vejo o stand da FEI. Tem um X1 ali, 1968. Um professor muito simpático me reconhece (infelizmente esqueci o nome, mas não se avexe, professor, sou assim mesmo), deixa eu ver o X-1 de perto. Me conta que é uma réplica, o original desapareceu.
Outro dia falei aqui do Lavínia, lembram? Gosto dessas coisas da FEI. Cliquei o X-1 e fiquei de voltar para tomar um café, mas no fim não voltei. Deveria, porque ele ia me dar um material sobre o X-1 e outras façanhas da FEI.
Tomara que ele leia aqui e me envie pelo correio…
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