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Semana Moco

SÃO PAULO (todas as homenagens) – Hoje, dia 18 de março, faz 30 anos do acidente aéreo que matou José Carlos Pace, o campeão sem título. Há muito a contar sobre o Moco, piloto que disputou 71 GPs na F-1 mas dizia que o melhor carro que guiou na vida foi o Karmann-Ghia Porsche da […]

SÃO PAULO (todas as homenagens) – Hoje, dia 18 de março, faz 30 anos do acidente aéreo que matou José Carlos Pace, o campeão sem título. Há muito a contar sobre o Moco, piloto que disputou 71 GPs na F-1 mas dizia que o melhor carro que guiou na vida foi o Karmann-Ghia Porsche da Dacon.

Sugiro, como leitura, estes textos no site do autódromo que leva seu nome, publicados originalmente no site da Obvio !. São boas histórias, bem contadas, saborosas.

Nesta semana, até domingo que vem, vamos pingar aqui uma foto por dia de Pace na Fórmula 1. Aquela lá no alto é de sua única vitória na categoria, no Brasil, em 1975 — dobradinha com Emerson, o primeiro 1-2 brasileiro na F-1.

Pace estreou em 1972 com um carro alugado por Frank Williams. Em 1973 e 1974, correu de Surtees. De 1974 mesmo a 1977 foi funcionário de Bernie Ecclestone na Brabham.

De Pace, não tenho lembranças claras, exceto do que li. Mas tive a dimensão exata de sua importância e talento quando, numa visita à Ferrari em 1993, fui conhecer o gabinete do comendador, onde ele assistia às corridas pela TV e de onde dava uma espiada, pela janela, nos treinos que seus pilotos faziam em Fiorano.

As paredes da sala, mantida intocada até hoje, são repletas de fotos de seus carros e dos “ragazzi” que os levaram a glórias incontáveis. Entre elas, em lugar de destaque, está Pace, que defendeu Maranello no Mundial de Marcas.

Lembremos o Moco, então.