Blog do Flavio Gomes
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Nosso calhambeque

SÃO PAULO (lindo de morrer!) – O audista Marcos Rozen vem com mais uma, que desejava ver publicada na seção “Meu calhambeque”. Mas como o carro em questão não é dele, e sim do povo cubano, foi vetada a inserção. Vejam a história. E foto, claro! O carro da foto, na verdade, não é meu, […]

SÃO PAULO (lindo de morrer!) – O audista Marcos Rozen vem com mais uma, que desejava ver publicada na seção “Meu calhambeque”. Mas como o carro em questão não é dele, e sim do povo cubano, foi vetada a inserção.

Vejam a história. E foto, claro!

O carro da foto, na verdade, não é meu, mas acredito que sirva para a seção, apesar de batizada MEU calhambeque. Quando eu e minha esposa fomos a Cuba em lua-de-mel, dezembro de 2004, encontrei essa, anhãn, raridade, e não resisti a posar para foto como se fosse minha. Não manjo muito de Audi, mas acredito ser um 60 ou 80, da década de 60 ou 70. Não faço idéia de como foi parar lá. Minha única teoria, que parece meio absurda mas ainda assim a de melhor lógica, é que o carro foi, sabe-se lá como, da Alemanha Ocidental para a Oriental e de lá embarcado para Cuba, pois ele era ridicularizado frente aos super-Trabant. Em Cuba também há muitos Laika e VW Gol geração 3. Se não me engano, a base desse carro é um DKW. O mais legal de tudo é que a foto já me serviu como piada, da qual os amigos já estão de saco cheio de tanto ouvir. Primeiro digo “sabia que quando eu e Lana (minha esposa) estivemos em Cuba alugamos um Audi? Carrão…”. E, logo em seguida, mostro a foto.