Blog do Flavio Gomes
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Sentar e avaliar

SÃO PAULO (acelerar) – Sei bem o que é começar uma categoria, embora as dificuldades para se estabelecer nacionalmente uma como a GT3 sejam potencialmente maiores do que as que enfrentamos para arranjar alguns carros brasileiros antigos para correr em Interlagos. Quando começamos esta que é a Superclassic, em 2003, tínhamos seis carros no grid. […]

SÃO PAULO (acelerar) – Sei bem o que é começar uma categoria, embora as dificuldades para se estabelecer nacionalmente uma como a GT3 sejam potencialmente maiores do que as que enfrentamos para arranjar alguns carros brasileiros antigos para correr em Interlagos.

Quando começamos esta que é a Superclassic, em 2003, tínhamos seis carros no grid. E se chamava Historic Racing Cars. Hoje temos 40 carros prontos para correr e grids com 28, em média.

Hoje começou a GT3 Brasil em Tarumã. Por problemas vários, apenas nove largaram na primeira bateria e oito na segunda. O público, pelas fotos que vi, deu uma força. A atração, embora enxuta, era boa. Não é todo dia que se vê na pista Ferrari contra Lamborghini, contra Porsche, contra Viper, contra Corvette.

Mas é preciso engordar esse grid, nem que seja com carros diferentes. A Le Mans Series é assim. A ALMS, idem. Algo que os promotores deverão avaliar. Por enquanto, tudo é experiência. Foi a primeira corrida da primeira temporada de uma categoria de carros caros e difíceis — de comprar, importar, pilotar. Continuo na torcida, de qualquer forma. E vamos acompanhar tudo de perto.

Ah, a cobertura das provas está no Grande Prêmio. Abaixo, algumas fotos que recebi, dos carros e da turma que foi ao autódromo.

E a turma do Sul está convocada para contar aqui como foi.